
Agora há disto todos os dias: filas cada vez maiores à porta de farmácias (sem cumprimento do saudável distanciamento físico recomendado pela doutora Graça) e de barracas improvisadas para o efeito. Testes e mais testes e mais testes e mais testes. Um negócio chorudo para farmacêuticos, laboratórios e fabricantes de toda a parafrenália indispensável a tais procedimentos.
Em horário laboral, nas principais cidades do País (a imagem é de Lisboa, ontem, cerca do meio-dia), dezenas e dezenas de pessoas vão-se acumulando nestes estabelecimentos para obter o almejado comprovativo sanitário. Que tem 72 horas de validade, implicando assim a realização de outro teste três dias depois. E outro e mais outro e mais outro e mais outro. Numa incessante espiral de ansiedade em busca de um objectivo inalcançável: a pureza virológica.
A procura é tanta, instigada pelo contínuo alarmismo dos meios de comunicação, que as farmácias estão já há semanas sem vagas para testes no Natal, como hoje noticia o Expresso.
São cenas do “novo normal”. Quem não entra nestas filas cada vez mais compactas começa a tornar-se suspeito de militar contra a democracia e vai sendo marcado com o ferrete da obstrução à ciência, como um leproso de tempos antigos transportado para este maravilhoso século XXI.

Ainda não temos como na Alemanha a polícia com varas de 2 metros para medir distâncias entre as pessoas(?), mas lá chegaremos…
Quando as Democracias começam a ter tanta Liberdade como as Ditaduras o que as distingue?
Se você não distingue entre ditadura e democracia, aconselho consulta urgente aqui:
https://www.multiopticas.pt/
Ou, em alternativa, um bilhete só de ida para aqui, o que lhe possibilitará prolongada visita de estudo: avel/en/traveladvisories/traveladvisorie s/belarus-travel-advisory.html
https://travel.state.gov/content/tr
Se você não consegue compreender como a Democracia de pode transformar em Democracia Totalitária, com um muito baixo grau de liberdade até há livros para isso…
É o que está a acontecer e há vários veículos, não é só o Covid. an_democracy
O próprio desenho do Estado Democrático moderno com o nascimento das Agências, Autoridades fora dos Ministérios – com forças policias próprias algumas delas – o demonstra.
https://en.wikipedia.org/wiki/Totalitari
Video: 0304085/Police-enforce-1-5-metre-social-d istancing-giant-rulers-Covid-protest-Fra nkfurt.html
https://www.dailymail.co.uk/news/article-1
Celebrarei no dia em que você traga uma ligação noticiosa que não seja em “amaricano”.
Sao os nossos mais velhos aliados, então…
Quando eles nasceram já Portugal era uma nação muito antiga.
Os ingleses?
É o que faz ler livros de culinária em vez dos de história. Não há tempo para tudo!
The Kingdom of England (Latin: Regnum Anglorum, “Kingdom of the English”) was a sovereign state on the island of Great Britain from 12 July 927, when it emerged from various Anglo-Saxon kingdoms, until 1 May 1707, when it united with Scotland to form the Kingdom of Great Britain.
O Reino de Portugal e dos Algarves foi um reino que existiu no oeste da Península Ibérica, sul da Europa, precursor da atual República Portuguesa. O Rei de Portugal e dos Algarves existiu entre 1139 e 1910
Estamos entregues a gente portadora do mais mórbido e deprimente absurdo.
Em nome de regras que não se cansam de nos impingir a bem da nossa saúde, atiram-nos hipócrita e criminosamente para ajuntamentos de alto risco, indecorosamente opostos aos que nos vendem em enganosa e impune cartilha.
Procura instigada pela necessidade. Quem quer ir à bola ou ao lar tem de se pôr na bicha.
É o que mais se vê por aí. Bichas.
Habituei-me a ver bichas desde cedo. Antes das 8 à porta do centro de saúde. As do iefp então sempre foram grandes.
Habituei-me a ver bichas desde cedo.
A ver e a participar. Quando era adolescente já a minha mãe me mandava logo de manhã para a bicha do leite. Nesse tempo o leite era racionado, cada pessoa só tinha direito a um litro dele, e só havia de manhã bem cedo, quando chegava ao supermercado.
parece que em tempos que já lá vão houve uma constituição que agora usa suspensórios.
ou
a manada dirigida por uma récua
ou ainda
o peso da récua
O “novo normal” que é sempre igual ao velho.
A diferença está na finalidade, porque para ir para a bicha, o tuga, está pronto.
Então se a bicha é para dar seja o que for, até trepa paredes. Seja para uma injecção, seja para o “tó-colante” de um partido.
Bom fim de semana Pedro Correia.
P.S. (sem segundas intenções) Muito bons os seus artigos no NOVO.. O da Quadratura ou Circulatura (seja lá o que isso for) é soberbo.
Obrigado pela partilha.
Grato pelas suas generosas palavras.
Bom fim-de-semana também.
Muito bom o “tó-colante” . Adorei.
A obscenidade é tal que não se coíbem de fingir adoptar regras e medidas “sanitárias” usando por um lado o medo das pessoas e por outro a ânsia da liberdade de outras tantas para poder fazer umas farras. Tampouco lhes é dito ou fixado em cartazes e caixas atm que tais métodos são falíveis e não aliviam nada.
Por outro lado ainda, forçam as pessoas a deixar dados privados e confidenciais nas mãos de qualquer boteco e/ou funcionário.
A ditadura neofascista reveste-se no presente de subtis formas de comunicação para fazer crer que é bondade a maldade e inépcia institucionalizada.
Depois de dois anos a ouvir as recomendações sanitárias da Graças Freitas desconfio que a fila em vez de ser para os testes deve ser para as dores de cabeça.
Não entendo para que é que as pessoas se testam. Terão vontade de ficar em quarentena, 14 dias sem trabalhar?
Eu nunca fiz um teste ao vírus, e espero continuar sem nunca fazer.
Nestes sucessivos episódios de Twilight Zone a espécie adjectivos foi completamente extinta.
Já agora, nos tempos que correm dizer bicha pode levar a sermos cancelados. Melhor utilizar fila. 😊
Nas Nederlandias salta novo confinamento. Um mês. No mínimo.
Para os comuns e saudáveis mortais os testes estão esgotados em todas as farmácias, parafarmácias, mercearias,…
Porque temos muitos idosos na família e para não terem que passar outro Natal isolados somos obrigados a testar, mas só encontro letreiros “indisponíveis”, testes só por encomenda sem garantia de entrega antes do final do mês.