
«A linguagem permite ver. Sem a palavra, somos todos cegos.»
Carlos Fuentes, O Velho Gringo (1985), p. 155
Ed. Publicações Dom Quixote, 1987. Tradução de António José Messano. Colecção Ficção Universal, n.º 19

«A linguagem permite ver. Sem a palavra, somos todos cegos.»
Carlos Fuentes, O Velho Gringo (1985), p. 155
Ed. Publicações Dom Quixote, 1987. Tradução de António José Messano. Colecção Ficção Universal, n.º 19
É pena é a palavra deixar alguns zarolhos.
Isso é comigo?
Se calhar era com o Camões, zarolho e escreveu com uma pena
E controlar a linguagem?
https://observador.pt/2021/03/14/populac ao-contribuinte-em-vez-de-trabalhadores-e-o utras-regras-o-novo-manual-de-linguagem-n eutra-e-inclusiva-do-ces/
Perdi todo o respeito por Francisco Assis. Afinal não há um único socialista que não mereça estar extinto, como os mamutes. Gente estúpida, estúpida.
Grande verdade.
«Em certa altura Porfírio [Muñoz Ledo – embaixador] perguntou a Carlos Fuentes: “sabes qual o pseudónimo com que o Mário [Soares] assinava, quando estava exilado, os artigos que publicava na revista Ibérica, dirigida por Victoria Kent e que saia regularmente em Nova Iorque?” Não sabia, claro. Então respondeu: “imagina, era Carlos Fontes”…
Carlos Fuentes, o verdadeiro, fez uma pausa e afirmou: “pois bem, como as coisas se estão a azedar no México, se tiver de vir a exilar-me escrevo sob o pseudónimo de Mário Soares”… Todos rimos. Foi a última vez que o vi. Mas segui sempre a sua fabulosa carreira de cidadão, de grande escritor universal e de humanista, que tanto e sempre admirei.»
In.: http://www.fmsoares.pt/mario_soares/tex tos_ms/002/468.pdf
Bem a propósito, António. Grato pela achega.