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Amiga envia-me ligação para programa radiofónico: o vice-presidente da Associação de Professores de Português e um antigo secretário de Estado da Cultura, antigo director de jornal e reconhecido romancista dialogam sobre o “racismo no “Os Maias” de Eça de Queirós”, contestando as recentes acusações de uma doutoranda estrangeira pertencente à universidade norte-americana classificada em 217º lugar no rol universitário daquele país. Esta gente tem a cabeça onde?
Amigo-FB envia-me ligação para um artigo de investigadora anglo-portuguesa, denunciando o silêncio português sobre a história nacional e a manutenção daquilo que considera ser a visão imperialista emanada do fascismo – implicitando a inexistência de historiografia posterior e da sua difusão pública e pedagógica durante os últimos 30-40 anos, e denunciando mesmo que há um centro comercial “Vasco da Gama” – e clamando sobre a necessidade de dar visibilidade ao comércio de escravos. O texto é publicado num canal público do Catar. Esta gente não tem pingo de vergonha.
(Em cima, retrato de D. Afonso Henriques – figura a ser “desconstruída” e “intervencionada” – em quadro de Eduardo Malta – pintor a ser vituperado -, feito para a Exposição de 1940 – acontecimento a ser denunciado)

O Eça era altamente racista, fartava-se de apontar defeitos à raça portuguesa.
Curioso que ande tudo mais preocupado com os movimentos imperialistas dos séculos do troca o passo, do que com certos renascimentos ideológicos dos recentes anos 30 e 40.
1 “PORQUE OCULTAM OS FACTOS HISTÓRICOS?”
2. Faço a mesma pergunta que fez Tidiane N’Diaye em 2008:
…. “Sete Séculos antes do tráfico de escravos europeu — que não poderia ter, aliás, a dimensão que teve sem a participação dos negreiros árabes e africanos — os Árabes arrasaram a África subsariana durante treze séculos sem interrupção”.
…. “A maior parte desses milhões de seres humanos que deportaram desapareceu, em resultado do tratamento inumano que lhes foi infligido (castração). Essa dolorosa página da História dos povos negros não foi ainda definitivamente voltada”.
….. “Esse tráfico começou depois do fornecimento de escravos no Leste da Europa se ter esgotado, quando o emir e general árabe Abdallah ben Saïd impôs aos Sudaneses um bakht (acordo), concluído em 652, obrigando-os a entregar anualmente centenas de escravos. A maioria desses homens provinha das populações do Darfour”.
….. “E começou aí uma enorme horrorosa punção humana que só terminaria oficialmente no século XX. Muito depois da escravatura na Europa e do tráfico atlântico terem sido reconhecidos, abolidos e punidos”.
…. “PORQUE TERÃO SIDO OCULTADOS ESTES FACTOS HISTÓRICOS?”
(Tidiane N’Diaye, 2008, « Le Génocide Voilé», coll. « Continents noirs », Gallimard).
(Tidiane N’Diaye, 2020, “O Genocídio Ocultado – investigação histórica sobre o tráfico negreiro árabo-Mulçulmano”, coleç. Trajectos, Gradiva).
1. Recuemos a 21 de julho 2018.
2. Ouçamos o diálogo entre estes três reputados historiadores:
3. LRT (professor catedrático de História na Universidade de Coimbra): “O historiador Miguel Cardina afirmou no dia 19 julho 2018, em entrevista ao DN, que Portugal foi “a maior potência esclavagista da modernidade”, e que isso não tem sido devidamente considerado no país.
Devo dizer ao meu colega que está enganado”.
4. LRT: “Em 1800, a população escrava nos Estados Unidos era de aproximadamente 900 mil escravos; mas em 1820, esse número já subira para mais de 1,5 milhões; viria a atingir os 3,2 milhões em 1850; e quase 4 milhões em 1865, convertendo o país no maior reservatório escravista no hemisfério ocidental”.
5. LRT: “O Brasil, na época da independência, teria cerca de 1,2 milhões. E estou apenas a falar do hemisfério ocidental, porque havia outras grandes concentrações de escravos na Ásia e em África onde, por exemplo, e segundo Paul E. Lovejoy, o califado de Sokoto, cujo território englobava o norte da Nigéria e dos Camarões e o sul do Níger, teria provavelmente perto de 4 milhões de escravos. Isto é, tantos como os Estados Unidos, mais do que Brasil e todas as colónias das Caraíbas no seu conjunto”.
6. LRT: “Ou seja, Portugal não foi nem de longe nem de perto “a maior potência esclavagista”.
7. JPM (Historiador): “De qualquer modo, a questão mais interessante no actual contexto não é a de saber quem teve mais ou menos escravos, e quando e em que circunstâncias. Mas a de saber por que razão se assiste presentemente em Portugal a esta sanha acusatória”.
8. JPM: “Por que razão há este afã em apontar o dedo e em agravar e tornar artificialmente mais pesado o que já pesa na história do país. Por que razão, como perguntava Eduardo Lourenço, há esta necessidade de crucificar o passado português”.
9. JPM: “A razão é ideológica e política”.
10. JPM: “Por isso, e ainda que o que escrevi atrás sejam verdades facilmente comprováveis, não tenho ilusões acerca da capacidade de penetração dessas verdades em certos sectores onde, como tem sido manifesto, a informação não entra nem passa. Há pessoas, dentro e fora da academia, que são impenetráveis a um conhecimento actualizado sobre história da escravatura. Porque usam uma couraça chamada ideologia”.
11. JPM: “Ideologicamente falando, e no que se reporta especificamente a esta área da História, essas pessoas habitam um edifício rígido, estanque, feito de dogmas e de certezas absolutas. Se se lhes mostra, com conhecimento apoiado num conjunto ponderado de documentos e numa bibliografia extensa, que estão enganadas e que o seu rei vai nu, o edifício pura e simplesmente desmorona-se. Daí que prefiram não ver, não ouvir nem reconhecer”.
12. JPM: “Há, ainda assim, que continuar a tentar mostrar o que aconteceu e como aconteceu, mais para esclarecer a opinião pública do que para tentar convencer quem não quer ser convencido. É inútil mostrar a história a quem está barricado na ideologia”.
13. JPM: “No tempo de Salazar, a propaganda do regime fazia dos antigos portugueses os melhores do mundo, heróis sem defeito nem mácula. Agora, os combates ideológicos da extrema-esquerda politicamente correcta empurraram-nos para o lado oposto. E os nossos antepassados passaram a ser os piores do mundo, os facínoras por excelência, os inventores da pior das escravaturas. As criaturas que, seguindo o terrível exemplo de Afonso de Albuquerque, queimaram metade da terra e capitanearam metade dos tumbeiros (navios negreiros). Será possível termos uma visão equilibrada e sobretudo contextualizada do passado?” (JPM, 21/07/2018).
SAP2ii, tudo bem.
Mas, eles eram mouros infiéis e nos eramos cristãos por isso não pode haver comparação.
(mas sem ninguém nos ouvir, nós dizíamos que os pretos eram uns selvagens sem alma), tá a ver a ideia.
1. Estou, “estou a ver a ideia”.
2. Enquanto nós dizíamos isso, eles, os africanos de pele-escura, durante 13 séculos antes de nós, e já depois de todos os países europeus terem condenado e punido por lei a escravatura, não iam em conversas com os seus pares da mesma cor-de-pele…CASTRAVAM-NOS (como demonstra com factos e documentos credíveis, consultáveis de modo independente e imparcial, diz o historiador de cor-de-pele escura Tidiane N’Diaye.
3. Está a ver? É uma boa diferença entre os europeus e os africanos. Mas também uma boa diferença entre Nós e os Mouros.
4. Essa jovem jornalista e documentarista anglo-portuguesa faz montagens de imagens retiradas dos contextos, e inventa histórias que não correspondem senão à sua ficção arbitrária e pessoal. Já fez várias, e vive disso. Vende esses produtos (tipo Instagram) aos movimentos ideológicos que vivem da revolta contra os Estados democráticos onde há o primado da Lei (e dos subsídios que a Esquerda lhes paga para fazerem isso).
5. O que gostávamos que ela mostrasse eram os factos reais contextualizados com rigor e objetividade. Por exemplo, falar do neo-colonialismo, racismo e genocídio étnico e cultural que os Angolanos fizeram aos povos e etnias no território de Angola após a “Independência”.
6. Aí sim, é que era necessário falar de “descolonização”, “neo-racismo” e “neo-colonialismo”. Porque continua a ser feito, lá em Angola e noutros sítios de África, aos de pele escura pelos de pele escura.
7. Pelo que nós aconselhamos essa jornalista a estudar o modo como os actuais angolanos que estão no poder se utilizaram da Lusofonia para unir politicamente à força, num acto de colonialismo feroz, as diferenças etnias e culturas que existem no território de Angola.
8. E como os líderes desse regime angolano, depois, fugiram e vivem no Dubai e num condomínio privado de luxo em Espanha.
9. Já não nos chegava a precariedade, a corrupção e a Dívida de mais de 250 mil milhões de euros que o Regime Abrilista (47 anos) deixa ao Povo Português para os jovens pagarem durante toda a sua vida. Também tínhamos que ser colonizados pela ignorância, o obscurantismo e a mediocridade improdutiva.
tudo o que diz SAP2ii são factos inegáveis!
Verdades difíceis de digerir por gente ignorante, preguiçosa no saber e pensar e facilmente manietada.
Que venha a miséria geral o mais depressa possível para todos acabarmos de vez.
SAP2ii parece não ter percebido.
‘os pretos são uns selvagens não têm alma’, até p. Vieira entrou nessa.
E por isso nada de evangelização para não estragar o negócio. Com os índios do Brasil foi diferente e foram evangelizados para não entrarem no negócio dos escravos transatlântico.
«Anónimo 17:04»,
1. O que não percebo é esse seu acto de cingir isso a Portugal. E inferir que os portugueses fizeram mais e pior do que os países que nessa época fizeram o mesmo. Incluindo os povos africanos e muçulmanos.
2. Pior ainda, é fingir de que os que acusam Portugal não fizeram mais e pior. Foram treze séculos antes de Portugal e dos Europeus a fazerem-no! Os de pele-escura castravam os de pele-escura, sistematicamente, aos milhões. Coisa que os Europeus e Portugal não faziam.
3. E, ao contrário de Portugal (e dos Europeus), alguns desses povos africanos e muçulmanos ainda não se penitenciaram dessa sua culpa. Porque ainda nem sequer aboliram e penalizaram nas suas Leis essa culpa de que nos acusam.
4. E são esses que nos vêem acusar?
5. Essa redução é uma desonestidade intelectual, e uma deturpação da quantidade e qualidade do «mal» que Portugal e os Europeus fizeram.
6. Ou seja, é um aproveitamento da descontextualização que conscientemente fazem.
7. Tem uma óbvia motivação política e ideológica, com o objectivo de conquistarem influência e rendimentos, hoje, cá na União Europeia e em Portugal. Onde há salários mais altos, melhores condições de vida, e um regime democrático submetido ao primado da Lei (escrutinada em eleições livres e democráticas, igual para todos sem excepções de género, cor-de-pele, proveniência étnica ou socio-económica).
8. Acresce, ainda, que a “evangelização” não começou no séc.XV ou XVI. Começou logo no séc. I. É muito anterior, mais de mil anos, aos Portugueses. Basta conhecer os documentos escritos e os vestígios arqueológicos existentes um pouco por toda a África muito anteriores à chegada dos europeus ocidentais e dos portugueses.
«Nós, diziamos…»
Dizia-o a ciência da época, e a religião criava no Éden (lá para o médio oriente) uma Eva branca, 5 mil anos atrás!
Hoje a ciência diz que a Eva era negra e vivia lá para o Botswana uns 120 mil anos atrás.
Estou a ver…
1. O discurso e a narrativa de Frantz Fanon foram apropriados pelos (ditos) “postcolonial studies”. Não há curriculae em ciências sociais e humanas que não os obrigue a estudar. E a “Esquerda” foi formada a aceitar esta narrativa, como imprescindível para a sua questa ideológica.
2. As frases militantes começadas por “descolonizar… (isto e aquilo)” têm aqui a sua origem.
3. F.Fanon disse claramente ao que vinha. A tese de todas as suas obras é sempre a mesma (nas suas próprias palavras): “Como curar o colonizado da sua alienação?” (2012, Sciences Humaines, 233, jan2012, p.58). Não se tratava de uma questão científica, mas de uma tarefa política. Di-lo de forma explicita: “A objetividade científica está-me vedada, porque alienado está o meu irmão, a minha irmã, o meu pai” (F.Fanon 1952, in “Pele negra, máscara branca”, reedição Seuil, 2011).
4. Ora, esta narrativa não-científica, com objetivos políticos, faz o nosso dia-a-dia, aqui, na República Portuguesa em 2021. Vêmo-la nas palavras-de-ordem de Mamadou Ba.
5. A “Esquerda” está submetida a este cânon.
6. Mamadou Ba (ex-Bloco de Esquerda) e outros militantes desta causa Fanoniana, promoveram várias associações (“SOS Racismo”, “Instituto da Mulher Negra em Portugal”, “Brutalidade Policial”, “Consciência Negra”, “Frente Antifascista, Djass – Associação de Afrodescendentes”, etc.).
7. Que (muito antes de chegar o “Chega”), nas manifestações que fizeram em vários locais do país, gritaram palavras-de-ordem como: “Queremos o fim da GNR e da PSP”… “Portugal não é um país seguro para negros, negras, ciganas e ciganos”… “A Polícia usa violência sistemática nos territórios habitados por pessoas não-brancas, para reprimir e aterrorizar, para subalternizar e desumanizar pessoas negras, ciganas e pobres” … “Em Portugal há abuso policial quotidiano (nas ruas, estações de comboio, autocarros, casas privadas), há discriminação nas escolas e estigmatização territorial” … “Em Portugal o abuso policial e a discriminação são parte do quotidiano da vida de milhares de cidadãos não-brancos que são considerados cidadãos de segunda classe e de segunda geração”.
8. Estas declarações não correspondem à realidade dos factos. Deturpam a verdade. Têem um objetivo político e ideológico.
9. Passo a citar: “Este des-colonialismo anda de mãos dadas com a promoção de uma visão invertida do mundo, os colonizados africanos usam vocabulário religioso, como se fossem profetas ou deuses. O anti-colonialismo é expresso em categorias messiânicas que reinterpretam completamente a situação de dominação. Por exemplo, hoje, o “movimento Bundu dia Kongo” (“Encontro Kongo”), na RDC (ex-Zaire) é de natureza política e religiosa. Ne Muanda Nsemi, o líder do movimento, é assim um líder messiânico e um senhor da guerra. Que desafia as divisões territoriais da colonização, e quer restaurar o “Império do Kongo” dentro das fronteiras que tinha no século XV”.
(“Colonialism, Power and Culture: why reading French anthropologist Georges Balandier is crucial today”, April 18, 2018. In «Ciclo de Conferências de Homenagem a Georges Balandier» na Universidade Sorbonne, Paris/Descartes-Canthel).
Sobre o problema do racismo nos Maias é fácil de resolver, é só arrancar as folhas onde aparece o João da Ega. Sobre o problema da escravatura do Vasco da Gama é mais difícil, onde é que a gente vai pôr o aquário?
O de Vasco da Gama cabe num aquário …. Mas o racismo e a escravatura feita pelos africanos de pele-escura, muitos séculos antes dos europeus, nem na área toda de Luanda cabiam.
Põe-se a discutir estas idiotices, e eles começam a ganhar terreno — é o que essa gente quer.
Joacine Katar Moreira, deputada na Assembleia de República, em 2020:
…. ”A desmilitarização imediata da polícia, e o fim imediato das operações do CIR (Corpo de Intervenção Rápida) nos nossos bairros, como primeiro passo rumo à abolição total da PSP e GNR”.
…. “Portugal é um país que pratica o terrorismo de Estado nos bairros periféricos de Lisboa, como autênticas colónias internas onde se concentram as populações não-brancas, onde uma polícia militarizada se comporta como um exército ocupante, com total impunidade”.
….. “Os Descobrimentos portugueses são uma pilhagem colonial e imperial dos “nossos” (dela Joacine) territórios de origem”, e de redução dos nossos povos (os da Joacine) à indignidade da escravidão”.
…. “Portugal é um país, cujo hino e bandeira celebram a conquista e a vitória sobre os nossos (dela Joacine) antepassados”.
Os antepassados dessa idiota são os nossos antepassados.
Sendo isso um facto científico, tendo as etnias, culturas e nações de gente de pele negra uma multidão de variantes, a sua unificação é um hino ao racismo pela cor de pele.
https://www.publico.pt/2016/07/17/opinia o/opiniao/da-celebracao-ao-combate-17384 45
Importar dos EUA qualquer conceito sobre relações raciais é tomar por fonte o que há de mais distorcido e perverso.
Do que não pude deixar de ver da entrevista da duquesa suburbana, o horror a que alguém pudesse questionar-se sobre a cor de pele de um nascituro, compara com a questão da cor dos olhos ou outros factores hereditários e dá a medida da hipocrisia de um corretês absurdo, construído sobre o silêncio de paspalhos.
Concordo em absoluto e tiro o meu chapéu à expressão “duquesa suburbana”.
Obama ser negro só na cultura americana que repetindo o conceito da Inquisição, ia ao extremo de classificar como cristão-novo quem tivesse um único bisavô e, pelo menos num caso que vi, um único trisavô cristão-novo.
Um filho de um jamaicano – que teria algum sangue branco – e de uma branca ser considerado negro é realmente perverso. A leitura é que uma pitada de sangue negro contamina totalmente a pureza branca. Ridículo.
E o mais extraordinário é que na cultura woke, neo-marxista, pós-modernista (ou outra merda qualquer) definido o racismo como uma atitude cultural branca contra negros – como aquela incrível Joana Cabral dizia – Obama, pela formação, cultura e percurso profissional seria mais branco do que muitos.
O que mais surpreende é vermos este extremismo e populismo racista e xenófobo dos Abrilistas (47 anos) —- que são figuras mediáticas em todos os jornais, telejornais, na governação, em conselhos, associações subvencionadas e comissões, e no aparelho do Estado, —- e ainda quererem convencer os eleitores, depois desta propaganda ideológica despudorada e sem vergonha, de que o Chega e o André Ventura é que são extremistas e populistas.
E esta hem?
SAP2ii, como diria o outro, tanta conversa para chegar ao Chega.
Então se é tudo igual, qual é realmente a diferença?
47 anos, para o ano são os mesmos 48 anos do fim do extremismo e populismo racista e xenófobo do salazarismo.
Pode consultar nos arquivos tudo sobre a Exposição Colonial no Palácio de Cristal do Porto nos anos 30 do século passado. e arranje uma, só uma, ideia que não seja populista (a Rosa, da Guiné, de mamas à mostra p.ex.) racista/xenófubo por apenas focalizar temas e trabalhos nas palhotas.
Tá bem, como agora, em França e na Alemanha era a mesma coisa e fizeram-se Exposições idênticas.
1. A diferença está na capacidade em melhorarmos em relação ao que fizemos.
2. Há países que fizeram uma Lei para passar a punir quando fizessem isso que consideraram condenável terem feito no passado.
3. Mas há países que não o fizeram. E outros que o fizeram muito mais tarde do que os Europeus e Portugal.
4. Mas são esses que fizeram o mesmo, até mais e pior, e que não foram capazes de melhorar,… que agora, nos vêem acusar.
5. Países africanos e muçulmanos — e pessoas que se reivindicam dessas identidades (mesmo nascidas em Portugal e na Europa) — que ainda não foram capazes de melhorar.
6. Concretamente, em sítios onde não existem regimes democráticos submetidos ao primado da Lei (escrutinada em eleições livres e democráticas, igual para todos sem excepções de género, cor-de-pele, proveniência étnica ou socio-económica).
7. Evidentemente que se tem de falar no Chega. Porquê?
8. Porque ao fim de 47 anos de Regime Abrilista foi o único que veio a público mostrar que há regimes de excepção ao primado da Lei democrática. E que estão a ser permitidos em Portugal por causa de uma criminosa passividade e cumplicidade xenófoba e racista de certas minorias.
9. Ou seja, o Regime Abrilista está a permitir a certas pessoas e minorias permanecerem nesse tempo onde a escravatura humana e o racismo eram praticados impunemente.
10. São esses que acusam Portugal. Para encobrirem aquilo que hoje fazem, e que é crime perante a Lei (mutilação genital feminina, impedimento das raparigas terem acesso à escola, violência sobre os jovens que querem integra-se na sociedade portuguesa e sair da xenofobia étnica, etc.).
11. Têem uma óbvia motivação política e ideológica, com o objetivo de conquistarem influência e rendimentos. Aqui, na União Europeia e em Portugal. Onde há salários mais altos, melhores condições de vida.
Depois há grande admiração quando existe uma petição de deportação. Afinal são portugueses.
Cada um terá a sua opinião mas para mim Ba e Katar nunca foram, não são e jamais serão portugueses. O que unicamente os move é o seu interesse pessoal, senão como é quereriam adotar uma nacionalidade cujo povo (legitimo) tanto criticam, atacam e denigrem?
E para que não reste dúvidas, a minha opinião nada tem a ver com a cor da pele dessas pessoas.
Apesar de tudo admito alguma diferença entre Mamadou Ba e Joacine. O primeiro não tem ponta por onde se lhe pegue e nunca deveria ter-lhe sido atribuída a nacionalidade, enquanto a segunda, goste-se ou não (e eu detesto) foi educada em Portugal desde salvo erro os 9 anos e teve colegas com a mesma educação que não evidenciam a mesma alienação.
Será mais um caso de “no melhor pano cai a nódoa” e, nesse sentido até a comparo à deputada Isabel Moreira que, talvez em melhor linguagem, diz a mesma espécie de disparates.
Conhece as Leis sobre a naturalização?
Sabe quantos ucranianos, romenos e moldavos estão naturalizados portugueses sem terem cá nascido? E belgas, holandeses, franceses e ingleses?
E a sul-africanos e rodesianos também aconteceu o mesmo.
Porquê só a estes dois se põe o problema de não terem nascido em Portugal?
Ah!, alguns os holandeses e franceses são pretos.
Da frase “E para que não reste dúvidas, a minha opinião nada tem a ver com a cor da pele dessas pessoas.”, o que é que não percebeu?
Bom, o “campus” e o “entertainment” americanos já fizeram , e continuarâo a fazer, bastante estardalhaço sobre estas minudências.
Agora, falando de coisas sérias : o Celeste Império , que tem visão “à la longue” sobre tudo e mais alguma coisa, já se dignou explicar o que pensa sobre o tema ? Claro que a guerra civil/racial larvar que decorre nos EUA os favorece de momento, mas os “sambo” e correlativos deveriam tomar algumas precauções quanto a um futuro que, em certas coisas, já é presente.
Há “uns tipos” ( milhões) encostados ao Góbi, que os podem esclarecer…
Mas nós por cá todos bem, dignos e esclarecidos descendentes da “última moda” ” Bocageana”…desde que venha de fora , bem entendido…
JSP
O Martelo e a Foice não são simbologia que tragam más memórias ou incomode os reconstrutores?
Columbia University is set to host six separate graduation ceremonies based on sex, race, and income in the name of “multiculturalism.”
The graduations will “complement” the existing school-wide ceremonies. The school’s web page claims that the segregated events will “provide a more intimate setting for students and guests to gather, incorporate meaningful cultural traditions and celebrate the specific contributions and achievements of their communities.”
The ceremonies provided include a “Native Graduation” for Native-American students, a “Lavender Graduation” for students who identify as part of the LGBTQ community, an “Asian Graduation,” a “FLI Graduation” for “first-generation and/or low-income community” members, a “Latinx Graduation,” and a “Black Graduation.”
According to a report by the National Association of Scholars, more than 75 schools across the nation offer optional segregated graduation ceremonies to students. The most notable and elite institutions include Harvard, the University of California-San Diego, the University of California-Irvine, Arizona State University, Stanford, the University of California-Berkeley, UCLA, and Yale.
https://www.dailywire.com/news/columbia-t o-host-six-graduation-ceremonies-divided-b y-sex-race-income