
JOSÉ PACHECO PEREIRA
Público, 23 de Março de 2013
«Tirando estes dois homens, Rio e Costa, e pouco mais, não há no sistema partidário quem pudesse dar corpo a uma alternativa que desse esperança aos portugueses de que não estão condenados a uma austeridade sem fim, num ambiente de medo e empobrecimento.»

Se tivessem tirado esses dois homens, Rio e Costa, acredito que houvesse uma alternativa, mas como não tiraram…é mais do mesmo.
De onde se conclui que Pacheco é o mentor ideológico do actual “tandem” Costa-Rio. Já há sete anos funcionava como trombeta da propaganda deste lindo duopólio.
Dois tristes “tigres”…..
A.Vieira
Maquiavel da Marmeleira.
O melhor que se pode dizer é que podia ser pior, e vamos ver se não será. Não é grande coisa para se dizer, mas também não arranjo melhor.
Pacheco não diria melhor.
Exacto!
RAPA, TIRA, DEIXA
Cá temos então um propagandista que não passa de um feirante de esquina sem escrúpulos, indigno de governar uma estrebaria, muito menos estar à frente dos destinos de um país.
Um negociante escandaloso capaz de ir baixando o preço até despachar a podre mercadoria que vai soltando.
Pretende apenas garantir o seu lugar no esconderijo subterrâneo dos engodos, capaz da promessa de vender barato o seu burro doente, que arrecadados os cobres do embuste acaba por esconder o jumento juntamente com a corda que o prende, para bisar a negociata.
Que gargalhada … (isto foi algum tempo antes do mítico convénio na Aula Magna onde jpp, qual Joacine Katar Moreira, foi discursar aos “Camaradas e Amigos” (sic) alertando contra o perigo do fascismo)
O profeta Pacheco deve sentir-se feliz: as duas sumidades que ele tanto enaltecia há sete anos estão hoje ao comando dos dois maiores partidos num país enfim liberto da austeridade e do medo e do empobrecimento.
Mas lá continua ele, incansável, sempre a criticar o Governo… de Passos Coelho .
Gosto de ouvir JPP. Porém, na política, é incomestível. Um “chato”. Oráculo, pouco mais que Prof Karambar ou Zandinga…devia “aposentar-se” na Marmeleira. Tanta tralha que acumulou e tem estudado, com erudição notável para divulgar. E mete-se no ranço fátuo, na espuma dos dias pulhíticos, com flashbacks de entorpecer um colibri. Uma “secca”.
Não se olvide: “atrás de mim virá, quem bom de mim fará”. Embora, ora sim, ora não. Ora, antes pelo contrário.
“Sejamos claros”