Cada povo tem o Churchill que merece


João Sousa,

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“A vacina não será ainda o fim desta pandemia, pode não ser sequer o princípio do seu fim, mas pode ser o fim do princípio da crise pandémica” – António Costa ontem.

26 comentários em “Cada povo tem o Churchill que merece”

  1. Aqui há uns tempos António Costa dizia que as vidas só voltariam ao normal quando houvesse uma vacina. Agora nem sequer é “o princípio do fim”. Julgava eu que o fim do princípio era a primeira vaga. Se a vacina não é o fim da pandemia (não falo do vírus, mas da própria pandemia), então qual é? Do que tenho visto, não houve nenhuma peidemia respiratória global que durasse anos e anos. Estes joguinhos de palavras são exasperantes. Ninguém se admire que os negacionismos estejam a aumentar.

  2. Ao menos que por boa educação se invocasse o nome daquele que era citado ou parafraseado e a gravidade do momento ao tempo vivido. Mas esperar boa educação, elegância, do nosso primeiro-ministro de turno…

    Costa

    1. Dei-me agora ao trabalho de ir ver as suas declarações no portal da Sic-Notícias (as agonias a que me submeto pelos nossos comentadores de blogue…): ele mencionou, de facto, aquele que parafraseou. Seguramente que não o fez por educação, honestidade ou elegância, Ele fê-lo, isso sim, por perceber que aquela frase tinha uma complexidade gramatical demasiado elevada para fazer passar como sendo obra sua.

      1. Creia que o seu sacrifício (que o foi, sem a menor dúvida) merece o maior respeito por parte deste comentador. Que só pode concordar com a apreciação que faz da actuação do Costa.

        Costa (nada – nada! – a ver com esse outro.)

  3. Depois de toda a má comunicação dos últimos meses, isto já não me espanta… Cada vez percebo mais Pedrogão e outras catástrofes que tais…

    1. Mas… mas… em Pedrógão, não tinha sido feito o máximo que se podia fazer? E agora que penso no assunto: quem garantiu aquilo na noite de Pedrógão não foi também quem garantiu, logo em Março, que “nesta guerra, ninguém mente nem vai mentir a ninguém”?

  4. Há quem diga que a covid é a boia que vai mantendo Costa à superfície. Mas não é.
    É o medo. E enquanto Costa alimentar o medo, enche a boia.
    Quando não houver medo, a boia esvazia… e Costa afunda-se.

    1. A Covid foi um imenso tapete que caiu do céu no colo de Costa. Debaixo dele, ele vai poder esconder tudo aquilo que se foi degradando graças à sua gestão política dos orçamentos.

  5. Boa noite.
    Lamento eventualmente decepcionar os meus estimados concidadãos mas, depois de tanto desnorte na acção e na (?!) comunicação aos cidadãos, quase só falta que instalem uma rede de frio para armazenar vacinas em……Tancos.
    Saúde.
    António Cabral

  6. É pior.
    Churchill falava depois da vitória em El Alamein. Costa fala antes de a vacina ser aplicada e se ver os primeiros resultados em larga escala.

    1. António Costa já se está a congratular previamente com o facto de o início da vacinação coincidir com a presidência portuguesa do Conselho da UE – como se pudesse, com o oportunismo que lhe é inato, invocar qualquer mérito pessoal em tal coisa.

  7. Estava a ler os comentários.
    Se, por má sorte da liberdade na Europa, se trocassem os papéis, a frase em causa teria sido usada antes do desembarque de Galipoli.

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