
Sendo Portugal um país de emigrantes, e sendo eu própria uma emigrante há vinte e oito anos, faz-me confusão que, no nosso país, haja quem apoie um partido que rejeita imigrantes. Ainda mais confusão me faz que haja portugueses, no estrangeiro, a apoiar nacionalistas como Marine le Pen.
Numa entrevista a Daniel Ribeiro (Expresso e Rádio Alfa) para a SIC/Expresso, Marine le Pen declarou ser contra o ensino da língua portuguesa aos filhos de imigrantes na educação nacional francesa. Além disso, provou considerar os portugueses como quaisquer outros imigrantes (incluindo os não-europeus e muçulmanos, coisa que os admiradores lusos da senhora costumam negar veementemente), ao frisar que é contra o ensino da língua portuguesa e de outras “línguas de origem” no sistema de educação nacional francês.
E o que diz o grande “patriota” André Ventura sobre isto? Não diz nada! Aliás, ele é um grande amigo de Marine le Pen. E, por acaso, até esteve com ela, em Paris, pouco antes de ela dar a entrevista mencionada.
Fico à espera que ele declare ser contra o ensino da língua francesa no sistema de educação português. Ele tem jeito para protestos desse tipo. É vê-lo a bradar, na nossa Assembleia, de voz grossa e braço no ar! Força!

Muitos emigrantes, depois de se safarem, não gostam que haja mais pois podem ser seus concorrentes. Há uns dois ou três anos (não me recordo) uma emigrante, na Alemanha, minha conhecida disse-me que estava esperançada que na Alemanha viessem a dificultar a entrada de mais emigrantes. Ela e família já lá estava, não queria mais.
O egoísmo no seu melhor.
egoísmo bastante comum, que a população portuguesa tem vindo a manifestar de diversas maneiras. O importante é resolver a sua “vidinha”.
Há os que reconhecem que um mundo com o dobro da população é diferente, e que com emigração esta não vai parar de aumentar, e há os outros que pensam que poderá ser sempre tudo igual ou parecido.
Exatamente. Eu quando vivia nos EUA também ouvi, na rádio, um imigrante hondurenho a falar contra a entrada de mais imigrantes latino-americanos.
Hummm…o jovem anda com o rei na barriga. E é como os ditos emigrantes, aproveita só o que lhe dá jeito, ao resto faz vista grossa. Mas é verdade, muito barafusta na Assembleia. E sempre cheio de si, zangadíssimo com o mundo que não lhe apraz e é quase todo. Lembra-me aqueles miúdos pequenos e parvos que querem pôr os dedos nos olhos dos outros.
Bom texto, Cristina!
Nos tempos em que vivemos, cada vez mais, é preciso chamar atenção para os perigos do extremismo e não deixar cair em esquecimento o passado.
Miguel Nunes
Obrigada.
Fiquei com uma dúvida; está a referir-se a ensinar a língua de origem, ou ensinar na língua de origem? Cá ensina-se francês, é certo, mas não se ensina em francês.
Por isso é que a malta sai do ensino público com seis anos de francês e não é capaz de se desenrascar no idioma (e safam-se inglês graças à televisão, à Internet e aos videojogos).
a malta sai do ensino público com seis anos de francês e não é capaz de se desenrascar no idioma
É normal. É devido à falta de treino. Para aprender uma língua não basta aprendê-la em aulas, é preciso também praticá-la, usá-la no dia a dia fora das aulas. Um jovem que aprende francês só na escola, mas fora da escola não usa o francês para nada, esquece rapidamente (e despreza) aquilo que aprendeu.
Aconteceu com os meus filhos, e eu não os critico por isso.
Não é devido a as aulas de francês serem más, é devido a essa língua não ter hoje em dia qualquer utilidade para um português. O jovem aprende-a nas aulas, mas fora delas nunca tem contacto com a língua. Os próprios pais dizem ao jovem que não vale a pena aprender aquela língua, porque jamais a irá usar.
Eu aprendi francês otimamente na Alliance Française quando era jovem, e hoje em dia também me desenrasco muito mal nele.
Sejamos realistas, atualmente há uma só língua internacional, que é o inglês.
As aulas de português no estrangeiro para os filhos dos imigrantes (também já exerci essa profissão) são unicamente centradas na língua. Ensina-se a língua de origem (ou materna), não se ensinam outras matérias. Todas as outras disciplinas os estudantes, estrangeiros, ou não, aprendem na escola local (na língua do país de acolhimento).
Há tentativas de integrar esse ensino no sistema de educação do país. Em Hamburgo, por exemplo, há uma escola pública alemã que oferece aos portugueses que a frequentam aulas na sua língua materna. Neste caso, também os estudantes alemães, ou de outras nacionalidades, podem frequentar as aulas de português, se assim o desejarem. Nessa escola, também se ensina o turco, já que há milhões de imigrantes turcos na Alemanha.
Boa noite , não percebo a preocupação com os amigos do André Ventura , penso que hoje temos no governo do país partidos com amigos mais perigosos .
Luis Almeida
Temos?
Duvido.
Acha que o Ventura, no poder, não seria corrupto e não se ligaria a corruptos?
Boa noite ,
não estou a falar de corrupção , estou a falar de partidos que apoiam Cuba , Maduro , têm como ídolos , Che , Lenine, Mao .
Sinceramente , esperava mais de si .
Luis Almeida
Não sei quem são os ídolos de Ventura, por isso, não posso comparar, mas confesso que é difícil superar em malignidade esses que mencionou. No entanto, meu caro, não acha que é um atestado de fraca qualidade a Ventura dizer que há quem tenha amigos ainda mais perigosos do que ele?
Também esperava mais de si. Mas, paciência! Com a idade, aprendemos a lidar com as desilusões.
A- Imigração legal
B- Imigração Ilegal
São coisas diferentes mas que a narrativa que a autora segue quer misturar.
lucklucky
Só faço misturas para bolos.
Concordo com Marine Le Pen pelo motivo que um sistema de ensino de um Estado Soberano não deve incluir na sua linha curricular obrigatória o ensino de mais que uma língua a não ser a sua, as outras devem ser sempre opcionais e leccionadas em escolas próprias, temos por cá o Liceu Francês o Colégio Alemão.
Marine Le Pen mostra bom-senso, qualquer dia exigem o ensino de paquistanês ou turco. O problema não se punha até há umas décadas pois a esmagadora maioria dos emigrantes em França era originária das ex-colónias francesas logo não precisavam de professores diferentes o mesmo não se passa com os Portugueses que até há bem pouco tempo falavam o português em casa e na rua falavam francês e se os pais quisessem podiam aprender melhor o português em escolas próprias.
Convém lembrar que o ensino do Inglês / Francês / Alemão em Portugal foi pensado como ferramenta para os estudantes mais tarde usarem tal como a matemática ou história e não constitui nenhum tipo de obrigação é uma ferramenta que se ensina para o que vem a seguir.
Antigamente emigrava-se de modo incerto sem vínculos “seguros” , hoje quem vai já sabe que tem de aprender a ler, escrever e falar e em Portugal deveria ser igual para quem vem, isto claro está para os verdadeiros imigrantes que têm ou querem um contrato de trabalho e têm documentos (passaporte / vistos).
O facto de estas situações não terem sido acauteladas em devido tempo foi uma das achas na fogueira que é tráfico humano a nível mundial que só é menos rentável que o tráfico de droga e armas.
Na minha humilde opinião este post é o tipo de discurso que inflama em vez de clarificar e é neste inflamar que os extremos vencem com a consequente derrota de pessoas de bom-senso.
WW
Concordo. Se os imigrantes portugueses em França (ou noutros países) querem que os filhos aprendam o português bem, que os ponham num curso específico e pago por eles. Da mesma forma que, por exemplo, os imigrantes chineses em Lisboa fazem. Da mesma forma que fazem os pais que desejam, por exemplo, que os filhos aprendam a religião católica – colocam os filhos na catequese, e pagam por ela.
Acho bem que o Estado francês facilite, fornecendo as instalações escolares em horários compatíveis. Mas o pagamento das aulas deve ficar por conta dos pais.
Desde que se exige pagamento para frequentar as aulas de português (a propina), o número de interessados desceu drasticamente.
O governo português está sempre muito interessado em divulgar a nossa língua, por isso, proporciona aulas de português (grátis, antigamente) aos filhos dos emigrantes. E tenta integrá-las no sistema de educação dos países de acolhimento. Há anos que se batalha para isso, eu dei aulas dessas e sei do que estou a falar. Na Alemanha, já há escolas públicas que proporcionam essa aprendizagem, com a vantagem de alunos de outras nacionalidades poderem assistir a essas aulas, se tiverem interesse.
Será que o Ventura é contra isso? A le Pen é, como se vê. O seu amigo português ainda não se pronunciou sobre o assunto.
A senhora já viveu em França? Parece que não pois não tem mesmo a mínima noção da realidade francesa. Aqui em França o problema da integração de emigrantes é brutal. Existem comunidades que nem o francês aprendem. Recusam-se a aprender. Querem fazer dos seus arrondissements mini estados, onde a lei não entra, a pátria não entra, a polícia não entra. Nem a língua entra. Temos crianças nascidas em França que não falam francês. Falam uma espécie de dialeto, completado por vocabulário misto. Árabe, com todas as suas variações, francês e até expressões e palavras raptadas ao inglês americano dos subúrbios e dos rappers. Por isso, a França não é a Alemanha. E todas as medidas que se possam fazer para integrar as pessoas, em vez de as afastar são necessárias. Depois, quando integradas, dar-lhes a oportunidade de aprender a língua dos seus ascendentes.
Mas até por uma questão económica, quem é que no seu perfeito juízo vai gastar dinheiro dos contribuintes para pagar escolas e professores, para ensinar línguas que não servirão de ferramenta de trabalho? Mas algum dia, eu como contribuinte, iria aceitar que as crianças que mal falam francês, fossem aprender tunisino, ou argelino, ou sírio, com o dinheiro dos meus impostos, só porque estamos nesta onda absurda e estúpida do antiracismo? Nem pensar. Os meus filhos aprendem português em casa, se quiserem. Se quiserem vão para uma escola portuguesa. Mas os meus filhos não são portugueses. São franceses de nascimento. É a pátria deles e os filhos deles igual. Gostam de Portugal, mas não o sentem como pátria. Que mania desta gente de querer decidir pelos outros, julgar os outros por não pensarem como o estabelecido e diminuir quem entra neste jogo.
Ninguém é obrigado a frequentar aulas de português.
Não conheço a realidade francesa como o meu caro, mas curiosamente li uma peça há poucos anos, sobre a diminuição abrupta do número de pessoas que falam francês no mundo. Daí compreender que na perspetiva de um político com os pés bem assentes no chão e na perspetiva de um contribuinte francês, teria muito mais sentido canalizar verbas para pagar professores franceses para ensinarem francês em países estrangeiros, nomeadamente nas ex-colónias, do que pagar a estrangeiros para ensinar línguas estrangeiras a franceses que não sabem falar francês corretamente.
Mais ou menos como os portugueses fizeram durante alguns anos e que gradualmente deixam de fazer, ao ponto de cada vez menos gente falar português em Moçambique, que se arrisca a daqui a poucos anos, deixar de ter o português como principal língua oficial.
Até agora pouca gente a malhar no perucas bracejante.
Por muito menos já outros teria levado uma trepa de criar bicho, de marxista a lampião e outros elogios. Até a tia jardim apoio o perucas é pra desconfiar.
Tá bem que ele é um orador tipo assembleia de deus, eu diria mais de orador de vendedor de antiguidades a amigos emboçados e a desprevenidos do agora é que vai ser como foi. E ou me engano ou tem o piquinho aciganado que se farta de esconder.
Cristina Torrão não gosta de André Ventura nem de Marine Le Pen. Está no seu pleníssimo direito e eu também não mas com duas diferenças fundamentais:
1 – Acho que ambos têm legitimidade e parece-me bem melhor que os seus eleitorados estejam representados do que silenciados, escamoteados ou marginalizados;
2 – Apesar de ambos serem populistas e os seus discursos apelarem à emoção com prejuízo da inteligência, não os atacaria com argumentos ilógicos e vícios de raciocínio.
Sobre a primeira diferença, relembro a situação na 1ª República em que metade (pelo menos ou mais ou menos) do eleitorado era monárquico e não havia um único deputado monárquico. Ora o senso comum sugere que se tivessem representação política as incursões, revoltas e agitação teriam sido menores.
Sobre a segunda, parece-me evidente que André Ventura procura visibilidade pelo que tira vantagem de qualquer ataque, crítica ou polémica. Se além disso o ataque é ilógico e apresenta vícios de raciocínio, a vantagem agiganta-se.
Ora bem. Retirando do “link” fornecido:
“O papel da educação nacional francesa é de fazer franceses os filhos dos imigrantes”, diz Marine le Pen, sobre o ensino do português em França:
Repare-se que de Le Pen é apenas a primeira frase entre aspas, enquanto o final (sobre o ensino do português em França) já é do escriba pois não está entre aspas. E acontece que essa conclusão do escriba está contrariada acima por Le Pen:
“… explica porque é contra o ensino da língua portuguesa e de outras “línguas de origem” no sistema de educação nacional francês.”
Sejamos claros. A política de Le Pen é “fazer franceses os filhos dos emigrantes” não é uma política específica para portugueses. Claro que é uma política nacionalista, talvez chauvinista mas, como está citado, nem sequer é xenófoba pois não exclui alguns filhos de emigrantes.
E onde está a novidade? Marine Le Pen é nacionalista e Chauvin até era francês e bonapartista.
Citando do post.
“Além disso, provou considerar os portugueses como quaisquer outros imigrantes (incluindo os não-europeus e muçulmanos, …”
Ora isto é um vício de raciocínio. Na realidade é uma falácia primária: partir da parte para concluir sobre o todo. A identificação dos portugueses com outros apenas é referida no âmbito do ensino das línguas de origem.
Le Pen – sempre como citado – até diz “que tem excelentes relações, grandes apoios e muitos amigos na comunidade portuguesa de França”. Pergunto se Cristina Torrão ou qualquer dos que aqui louvaram o post ou quem quer que seja acredita que seria possível Le Pen dizer “diz que tem excelentes relações, grandes apoios e muitos amigos na comunidade árabe de França”?
Talvez Cristina Torrão entenda que a comunidade portuguesa merecia um tratamento diferenciado no ensino da sua língua de origem – por serem europeus, por serem mais, por serem bonitos, por elitismo, sei lá… – mas então impunha-se explicar porquê.
Teria sido preferível mais um “Allways handsome”.
Questiono o porquê de se partir do princípio de que ser populista é naturalmente mau.
Não é. Ser populista num contexto político é colocar o povo no centro da decisão. Se for feito com equilíbrio e principalmente com o intuito de cumprir esse lugar que se reserva a ele, poderá ser positivo.
Historicamente, diz-se que o populista é aquele que se dirige ao povo e ataca uma elite. Questiono novamente se o PCP, seja ele de que pais for, não será mais populista. Qualquer comunista elege uma elite como inimigo a abater e instrumentaliza o povo para repudiar e muitas vezes odiar essa elite. Mas acho curioso ninguém se referir ao comunista, ou aos políticos mais à esquerda de populistas.
Daí já aqui ter escrito uma interpretação e voltar a escrever. É inadmissível alguém se achar com credibilidade para escrever pontos de vista, apenas e só baseados em coisinhas que viu ou leu em algum lado, sem sequer ter o cuidado de as confirmar. Ou pelo menos, ter a iniciativa de pesquisar, de modo a não vir para um sítio público escrever umas postas de pescada, sem sequer perder tempo em enriquecer o seu conhecimento, e acabar por dar como verdade absoluta algo tão incompleto e pobremente argumentado.
Por isso, concordo plenamente consigo, caro participante. Manter o registo no always handsome seria muito melhor opção.
Apenas para esclarecimento, eu não acho que o populismo seja necessariamente mau, embora reconheça que muita coisa má (em política) foi populista.
Acontece que o populismo, muito maioritariamente, apela a sentimentos e emoção e eu (sobre?)valorizo a razão e a lógica.
O Inconveniente vem para aqui armado em filósofo e não diz nada de jeito.
Para: 00:31
O espertalhão do costume !
Eu sou tão bom!
Mas que tristeza!!!
Olhe que o perucas bracejante quer rever a nossa Constituição para que só possa ser Presidente da República quem tiver nascido em Portugal até à geração máxima conhecida, ou seja desde 1147. Pela pinta dele meio aciganado parece-me que só terá registos de família a partir do século em que apareceram por cá os primeiros romanis vindos das estepes magiares.
A autora deveria preocupar-se mais em estudar o programa de le Pen, do que em assumir como verdade absoluta uma parangona qualquer de um jornal.
Pois se tivesse tido esse cuidado, para além de acabar muito mais bem informada, verificaria que dizer-se que le Pen rejeita a imigração é uma falsidade flagrante.
Le Pen não rejeita a imigração. Rejeita sim a imigração oportunista, de quem não tem o objetivo de se integrar e não procura um futuro melhor através de uma atitude positiva.
Le Pen nunca se manifestou contra o imigrante que se sediou em França para trabalhar, contribuir e respeitar a cultura, as regras e os costumes franceses. O que rejeita é imigrantes que logo à partida se marginalizam, não se integram, não respeitam o país que os acolheu e apenas se dedicam ao crime e aos apoios sociais, sem retribuirem com algo positivo.
Ou seja, Le Pen aceitaria uma Francisca Van Dunem mas rejeitaria um Mamadou Ba.
Se é assim, estou com ela.
Muito bem lembrado
Tanto quanto julgo saber, Marine Le Pen é em geral bastante apreciadora dos imigrantes portugueses e nada tem contra eles, bem pelo contrário. Mais, a atitude dela é partilhada pela grande generalidade do povo francês, que tem grande consideração pelos imigrantes portugueses, os quais são admirados por serem dos mais ricos imigrantes que há em França (a única comunidade “estrangeira” mais rica que os portuguses é a judia). Marine Le Pen é tudo menos parva e sabe que malharia em ferro frio se se pusesse a dizer mal ou a ser inimiga dos imigrantes portugueses.
Afinal é apreciadora porque gosta deles, ou é apreciadora para benefício próprio?
Este post diz mais sobre a autora do que sobre Marie Le Pen e André Ventura. Esta opinião, tal como está formulada, é mesmo um delito.
Danke sehr.
Ich fühle mich geschmeichelt.
Mais um bom “post” da Cristina Torrão que, como não podia deixar de ser, incomodou os muitos cripto-venturas aqui do blogue. É vê-los a rabear que nem camaleões…
Os meus parabéns.
Muito obrigada.
Nem é preciso ir buscar o exemplo de le Pen ou Ventura veja-se o que se debita aqui na caixa de comentários quase diariamente. Agora até virou moda declararem-se monárquicos, porque ainda não ganharam coragem para se assumirem claramente fascistas, mas mais cedo do que tarde se assumirão.
Ó Adalberto Freamunde, os únicos fascistas em Portugal assinam-se PCP e de facto, são monárquicos: manda um.
Citando:
No futuro os fascistas chamar-se-ão a si mesmos anti-fascistas. (W. Churchill)
Assuma-se.
É como escrevi atrás, bom-senso precisa-se e este tipo de post´s (quantos haverá similares por outras paragens) não ajudam nada.
O problema reside no facto das pessoas nem pararem para pensar, descartam logo a ideia / pensamento pelo facto do seu emissor ser alguém com quem não simpatizam ou detestam, eu não penso assim e tento não agir dessa forma.
WW
Paro sempre para pensar.
O melhor contributo para o bom-senso é o meu post.
Os seus comentários é que não ajudam nada
É, só para sermos lindinhos temos de gramar com as demografias descontroladas dos países falhados dos fanáticos, dos comunistas e dos sectários subdesenvolvidos a quem ninguém pede responsabilidades — e até inventam culpas históricas que não existem para patrocinarem uma invasão de parasitas. Estou farto desta conversa e por mim isto pode acabar mal, não me interessa. Aliás, só pode acabar mal.
Ser bonzinho como o Guterres é um tacho bem pago — não é um “pensamento” e muito menos uma solução.
Ah, Christine Torrón. Vous êtes l’enfant terrible du Délit d’Opinion…
