
Nas redes sociais crescem os ataques ao Prof. André Ventura, algo que mostra o estado a que chegou a sociedade portuguesa. Não há nem parcimónia nem respeito no debate político. É óbvio que Ventura está, como esteve o ex-presidente sportinguista Bruno de Carvalho, basto afectado. E, tal como aconteceu no ocaso de Carvalho, em vez de solidariedade, compaixão mesmo, erguem-se as vozes avessas. Cruéis.

Ao perturbar as sonoridades dominantes do corretês gerou um incómodo de dimensão extraordinária.
Um regime acomodado a uma mediocridade ‘normal’ sente-se ameaçado por ter de justificar as ideias que o sustentam.
Não há nem parcimónia nem respeito no debate político.
É que já nem se trata de um debate político. É cada vez mais um debate religioso.
Este blogue já vai em 10 anos.
Há 10 anos que aqui venho, apesar de «posts» como este.
Há hábitos que custam a morrer.
Rever o que há 10 anos aqui era escrito, faz alguma diferença.
É infeliz a comparação do Ventura com um ex-presidente do Sporting Clube de Portugal. O Ventura é lampião – e no sentido clássico do termo. Aliás, é só substituir as palavras “Chega!” e “partido” pelo nome do nosso rival e por “clube”, e 6 milhões (ou 14, que aquilo é malta incerta nos números) dirão ámen ao escrito dele (ou farão “like” que é como se faz agora).
No Reino Unido, País em que se vota em cadidatos em seu nome próprio, A. Ventura surgiría folcloricamente envergando um casaco cheio de botões reluzentes, ou com qualquer outra vestimenta de carnaval. Um sociedade em que se aceita a diversidade política e o voto tem consequência. Não é em vão que no Reino Unido os PMs são regularmente substituídos. E lá os casos “BES”, que os há, são atempadamente tratados.
Em Portugal A. Ventura tem a simpatia eleitoral de quem já prefere tudo menos o actual impasse. Nem precisa de vestir um fato coberto de botões.
Quem escutar lucidamente André Ventura verificará que é o político mais inteligente na praça. É raro ver-se alguém com raciocínios tão rápidos e com uma abrangência notável.
Se fosse mais calmo, menos excitado teria boa votação. A moderação é importante e quem o acompanha não lhe dará os conselhos certos.
Inteligente ou esperto?
Esperto sim mas inteligente também (mais do que eu imaginava). dre-ventura-vai-parecer-cobardia-e-sera-c obardia-ana-gomes-nao-se-candidatar-a-pr esidencia
https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/an
Sem dúvida.
André Ventura procura replicar o que Costa faz com o uso dos extremistas radicais esquerdistas.
O PSD e o CDS não poderão sobreviver sem Ventura. E o futuro PS também não.
Costa fez bem o seu trabalho em favor da direita.
No próximo tweet ele vai lançar a ideia do dizimo. Depois sim, já poderá ser uma religião.
A minha neta também tem um amigo imaginário, o Roma, e têm conversas e fazem planos para o futuro deveras interesaantes.
Agora sim…-tamos no fim do Mundo!
Creio que perante uma afirmação mais inusitada de Maria Vieira, o Doutor André Ventura se limitou a fazer humor.
Não é em vão que se faz um doutoramento na Irlanda, país onde o humor viceja, de Swift a Wilde.
Nós, aqui, fazemos doutoramentos sobre os prefácios dos livros do Sampaio ou do Cavaco, ou mesmo de um Sócrates e temos o Costa habilidoso ou o Marcelo – tudo para levar a sério!
Um partido que é também uma religião? Um partido que promete a cura contra a decadência? Renovação do Homem?
Jpt, onde é que já lemos isto? SS.
Já começa a entrar num campo perigoso.
No Alentejo diz-se: “dê-xós posar”, deixa-os pousar.
Enquanto a esquerda não assumir que bebe a sua inspiração em ideologias piores que o fascismo-nazismo, aparecerão sempre trampas como o Trump.
Não falo do Bolsonaro, porque me questiono como terá sido o mega-roubo praticado pela Dilma e quejandos, que o povo brasileiro continua a preferir o estúpido do Bolsonaro a outra coisa qualquer.
Quanto ao A. Ventura: dê-xós posar.
Que o indivíduo não é certo já sabia.
Não sabia que se julgava divino.
Um caso grave de mania das grandezas.
E o coelhinho? É um acólito?
Que o indivíduo não é certo já sabia.
Não sabia que se julgava divino.
Um caso grave de mania das grandezas.
E o coelhinho? É um acólito?