Um excelente, mesmo imperdível, texto do co-bloguista José Meireles Graça, publicado no “Observador”: “Nada de Novo“.
3 comentários em “Proposta de leitura”
Excelente desabafo de JMG. Na verdade uma classe política sem hierarquia, desgovernada, na fase do salve-se quem puder. Triste espetáculo para o cidadão eleitor e triste em consequências. O que nasce torto…. Um ciclo fachado -constitucionalmente organizado- que vem perdendo vitalidade. Será que ao alvitrar que “votem noutros” o próprio PR ainda não reparou que os “outros” são sempre os mesmos?. Metade dos eleitores já o constatou e óbviamente ignora o ridículo ritual.
Creio que o José Meireles Graça labora num erro de contradição. Ele mesmo por aqui fez a apologia da manutenção da actividade laboral e económica. E por isto parece-me que o texto está mais conectado com simpatias ou antipatias que propriamente com o evento que é a festa do Avante.
Vamos lá fazer umas contitas: Presumo que a freguesia de Santa Maria dos Olivais possua uma população ao redor dos 52.000 habitantes. Assim, e à semelhança de outros bairros da capital, verifica-se que existe uma maior proximidade entre as pessoas que aquelas que irão participar na referida festa. Esta última tem a vantagem de incluir normas de segurança que são fiscalizadas e garantidas pela organização. A realização da festa, por imposição, está reduzida a 1/3 da capacidade total. Significa isto que existe mais segurança na festa do avante que nas áreas dos bairros, escritórios… em que cada um de nós vive.
E que eu teria feito como medidade adicional para que a festa do Avante desse frutos? Uma coisa simples: a) – Dividiria a festa por 4 fins-de-semana para poder garantir no mínimo que 128 mil pessoas pudessem assistir e o PCP realizasse suas receitas; b) – Dividiria ainda os bilhetes por cores para cada dia de cada fim-de-semana para garantir a equidade na participação.
O que fez o Presidente sobre o pedido de divulgação do relatório é conversa para inglês. Graça Freitas e a ministra da saúde devem manter-se. Mas Costa deve sair e, a seu tempo, o Presidente.
Nunca tinha lido nada do autor, José Meireles Graça, e que fazer senão dar os parabéns que toca absolutamente em todos os pontos ( com especial acuidade para a de Marcelo enquanto jurista ).
Excelente desabafo de JMG. Na verdade uma classe política sem hierarquia, desgovernada, na fase do salve-se quem puder. Triste espetáculo para o cidadão eleitor e triste em consequências. O que nasce torto…. Um ciclo fachado -constitucionalmente organizado- que vem perdendo vitalidade.
Será que ao alvitrar que “votem noutros” o próprio PR ainda não reparou que os “outros” são sempre os mesmos?.
Metade dos eleitores já o constatou e óbviamente ignora o ridículo ritual.
Creio que o José Meireles Graça labora num erro de contradição. Ele mesmo por aqui fez a apologia da manutenção da actividade laboral e económica. E por isto parece-me que o texto está mais conectado com simpatias ou antipatias que propriamente com o evento que é a festa do Avante.
Vamos lá fazer umas contitas:
Presumo que a freguesia de Santa Maria dos Olivais possua uma população ao redor dos 52.000 habitantes. Assim, e à semelhança de outros bairros da capital, verifica-se que existe uma maior proximidade entre as pessoas que aquelas que irão participar na referida festa. Esta última tem a vantagem de incluir normas de segurança que são fiscalizadas e garantidas pela organização.
A realização da festa, por imposição, está reduzida a 1/3 da capacidade total. Significa isto que existe mais segurança na festa do avante que nas áreas dos bairros, escritórios… em que cada um de nós vive.
E que eu teria feito como medidade adicional para que a festa do Avante desse frutos? Uma coisa simples:
a) – Dividiria a festa por 4 fins-de-semana para poder garantir no mínimo que 128 mil pessoas pudessem assistir e o PCP realizasse suas receitas;
b) – Dividiria ainda os bilhetes por cores para cada dia de cada fim-de-semana para garantir a equidade na participação.
O que fez o Presidente sobre o pedido de divulgação do relatório é conversa para inglês.
Graça Freitas e a ministra da saúde devem manter-se. Mas Costa deve sair e, a seu tempo, o Presidente.
Nunca tinha lido nada do autor, José Meireles Graça, e que fazer senão dar os parabéns que toca absolutamente em todos os pontos ( com especial acuidade para a de Marcelo enquanto jurista ).