
A nova secretária-geral da CGTP diz-se “representante dos trabalhadores” sem fazer a menor ideia, por experiência própria, do que é o trabalho em Portugal.
Chegou aos 60 anos sem nunca ter conhecido a amarga experiência do desemprego, sem jamais lhe faltar o salário ao fim do mês, ignorando o que é trabalhar sem auferir dois subsídios – o de férias e o de Natal – ano após ano, sem falhar um.
Isabel Camarinha exerce há quatro décadas como funcionária da própria central sindical. Apregoa o exercício permanente do direito à greve sem ela própria jamais ter feito greve: a sua entidade patronal não lhe perdoaria tal atrevimento.
Eis o exemplo supremo da endogamia reinante na CGTP, estrutura cada vez mais encerrada na própria bolha e divorciada do país real.
Não admira que os seus dirigentes cometam grosseiros erros de perspectiva e análise da sociedade, que está muito longe de ser como imaginam. Daí as críticas duríssimas e generalizadas que receberam, de quase todos os sectores, por terem levado “avante” aquela grotesca coreografia do 1.º de Maio na Alameda que até incluiu gente arrebanhada em autocarros, como no tempo da velha senhora, chocante excepção à regra em pleno estado de emergência.
A 8 de Maio, por macabra coincidência, Portugal registou o pior dia em estatísticas relativas ao Covid-19 desde o início da crise pandémica: 533 infectados, além de nove vítimas mortais. E desde então não pararam de aumentar os preocupantes focos de infecção na região de Lisboa e Vale do Tejo.
São factos e números com custos reputacionais incalculáveis para a central sindical, que ficará irremediavelmente ligada, na perspectiva do cidadão comum, à progressão da pandemia na Grande Lisboa.
Se Camarinha tivesse noção do que é o mundo do trabalho, fora da bolha onde sempre viveu, jamais teria cometido esse erro lapidar de se estrear num “banho de massas” durante o estado de emergência. Imaginando-se porventura como La Pasionaria da Alameda, quando afinal é apenas o que sempre foi: uma obediente e diligente funcionária comunista há quatro décadas em “comissão de serviço” na CGTP.

Aplausos. De pé.
De punho erguido?
Xiça!
A versão feminina (?) “Made in USSR” do “Serafim Saudade.
Daria uma excelente protagonista da versão portuguesa do filme ‘Adeus Lenine’.
Boa tarde Pedro Correia. Respeitosamente, sem divergências, assino por baixo. Saúde. António Cabral
Agradeço e retribuo os votos de boa saúde, caro António Cabral.
Excelente
Viva, Vorph. Uma cotovelada amiga.
Não tem nada que criticar. A maior parte dos políticos faz o mesmo que a Isabel Camarinha: defende coisas e pessoas que nunca foram nem conhecem por experiência própria. Há políticos que defendem o empreendedorismo mas que nunca empreenderam, outros que defendem os homossexuais mas não são homossexuais, outros que são brancos e lutam contra o racismo, outros que defendem a religiosidade e a tradição mas não são religiosos, e outros que defendem os trabalhadores sem jamais o terem sido.
E nada de mal há nisto tudo. As pessoas podem saber perfeitamente bem como é o mundo do trabalho sem jamais terem sido trabalhadores. Tal como podem conhecer os problemas dos patrões de empresas sem jamais terem sido patrões de empresa nenhuma.
Quanto à manifestação do Primeiro de Maio, ainda não ouvi falar de ninguém que tivesse sido contaminado nela. Já ouvi falar de pessoas que se contaminaram a cantar num coro em Fátima, de outras que se contaminaram numa festa no Alvor, e de outras que se contaminaram no seu trabalho em Santa Iria da Azóia. Agora, na manifestação do Primeiro de Maio, não ouvi de ninguém que lá se tivesse contaminado. E nada tem de surpreendente: pessoas caladas, que não gritam nem riem nem cantam perto de outras, não contaminam ninguém.
outros que são brancos e lutam contra o racismo
Aí está a vulgaridade máxima dos tempos que correm nos termos imperfeitos deste silogismo imbecil: o racismo é “branco”
Já contra o racismo dos japoneses, dos chineses, dos indianos, dos africanos, dos ameríndios — contra esses racismos ferozes que configuraram a história e as classes sociais desses povos ninguém luta.
O que me leva a pensar que os brancos são os menos racistas de todos os seres sobre a terra porque lutam contra o seu próprio racismo enquanto que os outros são racistas à vontade sem que nenhum palerma inculto se lembre de criticar disso e nem fazem SOS’s nem Blocos nem gaita nenhuma. Os Mudabis ou Mulalás ou lá o que isso fecham o bico e afiam as catanas.
Para :
V
«A maior parte dos políticos faz o mesmo»
Correcto ou certeiro.
A última crónica Clara Ferreira Alves na Revista Expresso,
retrato exemplar Talented Mr António Costa.
Senhor Lavoura, sim senhor.
Vejam o que haveriam de arranjar para culpar o aumento de infectados e mais mortes devido ao covid.
Só podia ser: foram os cheneses em geral e os comunistas de cá em particular.
Não havia, desde o tempo do pequeno almoço de criancinhas e injecções atrás das orelhas dos velhinhos, tanta falta de sentido do ridículo.
Não me diga. Lavoura levou uma injecção atrás da orelha quando era criancinha?
Já sentia falta da lavourada da semana
Só faltou propor a camarada Camarinha para belle toujours.
muito bem!
Grato, Cristina.
São dois países dentro do rectângulo, bem visíveis para quem não conta com o eterno amparo do Estado ou das Centrais Sindicais. E pelos que vão trabalhar em autocarros da STCP, a quem é pedido que se curvem ante tamanha abnegação dos heróis mencionados na publicidade: Obrigado Funcionários Públicos. Que andam na rua por todos.
A imagem (só a foto) comum aos autocarros da STCP por estes dias: https://www.jn.pt/local/noticias/po rto/porto/quatro-linhas-da-stcp-com-perc ursos-mais-rapidos-e-diretos-12269134.ht ml.
A CGTP tem regras que só se aplicam a ela, mesmo em estado de emergência, tal como o PCP, cuja “festa” apregoada como tal há quase meio século afinal parece agora não ser festa e em princípio vai mesmo realizar-se, ao contrário de todas as outras festas estivais. Irão chamar-lhe como?
Inconcebíveis privilégios que bafejam um partido e uma central sindical que dizem lutar contra eles.
Encontro reservado a ‘bolchechiques’?
Dos mais chiques entre os bolcheviques.
Esses todos. Também conhecidos por meninos da Quinta da Atalaia.
Sinto inveja social desses meninos. Quando for grande também quero brincar num latifúndio.
Covenhamos, não é só ela que não sabe o que é “ser trabalhador” em Portugal….
Convenhamos: só ela chega a secretária-geral de uma central sindical portuguesa sem fazer a menor ideia do que é “ser trabalhador” em Portugal.
Bem metida……..!!!!
sem fazer a menor ideia do que é “ser trabalhador” em Portugal
Ela faz perfeitamente ideia. Ela tem informadores em todos os locais de trabalho, que lhe dizem o que lá se passa.
Sempre foi essa a forma de atuação dos partidos comunistas: ter uma classe de “revolucionários profissionais” (a expressão é de Lenine, que o foi ele próprio), cuja profissão a tempo inteiro é fazer a revolução, isto é, trabalhar para o Partido, mas que são continuamente informados sobre o que se passa no mundo do trabalho.
A maior parte dos partidos hoje em dia, aliás, são assim mesmo: são formados por profissionais da política, que defendem valores de que não são, necessariamente, praticantes.
“São factos e números com custos reputacionais incalculáveis para a central sindical”.
Para a central sindical e para o nosso país. Os custos para a central sindical não me afligem, mas os custos para o nosso país, esses vão prejudicar-nos a todos, sobretudo aos nossos filhos e neto.
Ao desafiar o decreto do estado de emergência e o mais elementar bom senso, em tempo de pandemia, com aquele comício da Alameda para vitoriar a camaradinha Camarinha, a CGTP pareceu ter encarado o Covid-19 recorrendo à doutrina Bolsonaro: “é só uma gripezinha”.
Absolutamente de acordo. Excepto, talvez, e lamentando-o, com esta passagem do seu texto: “São factos e números com custos reputacionais incalculáveis para a central sindical, que ficará irremediavelmente ligada, na perspectiva do cidadão comum, à progressão da pandemia na Grande Lisboa.”
Temo que o “cidadão comum”, uma parte apreciável, pelo menos, viva tudo esperando e exigindo do estado, e culpando o estado pela falta do que seja. Não por ser vítima sistemática de um confisco incessante e que há muito passou a fronteira da decência (e gozando de impunidade e perdida a vergonha – e essa o estado perdeu-a há muito -, tudo é possível), e ter assim a ousadia de pretender um retorno apenas equitativo, mas por ser receptor passivo e obediente de décadas da doutrina que esta senhora personaliza. Mesmo quando o cidadão comum não confie o seu voto à organização que metodicamente comanda esta diligente serva.
E assim o recente “1º de Maio da CGTP” nunca, receio, será culpabilizado pela legião a ele afecta (que ainda é vasta, afinal) pelo que seja. Será sempre uma manifestação de força e heroísmo revolucionário. Uma manifestação de gente que, se lho disserem, acreditará prontamente e se necessário, numa biologia socialista de Lysenko; naturalmente transposta para qualquer ramo da Ciência. Para essa gente – os crentes da seita e os que não sendo ainda a olham com temor e reverência (isto é: quase toda a gente e, desde logo, o poder) – ainda afinal vivemos nesses tempos e nada a afasta deles.
E o poder não se atreve a dar um passo contra tudo isto.
Este episódio, como escreve Scruton, “also illustrates how far you can go in collaborating with crime, when the crime is committed on the left.”. Continua a ser assim e não há qualquer sinal de mudança.
Costa
Pelo que vou escutando, um pouco por todo o lado, a manifestação da Alameda exercida em quadro de absoluto monopólio pela CGTP durante o estado de emergência, como se tivesse direito de pernada relativamente ao espaço público mesmo em tempo de severas restrições ditadas pela pandemia, causou irreversíveis danos reputacionais à central sindical comunista – até junto de pessoas que costumam votar à esquerda.
Vão ter que levar com isso.
O mesmo se passará com o PCP, caso promova a Festa do Avante! na região do País que hoje lidera – de longe – os casos de novas infecções diárias.
Critica a Senhora Camarinha por motivos estéticos?
Acusa-la de alastrar a pandemia essa é forte….
Critico-a por ser irresponsável. Organizar um comício no centro de Lisboa, durante o estado de emergência, quando toda a população estava confinada em casa por obrigação legal, só para firmar a sua liderança à frente da CGTP e se tornar mais conhecida dos portugueses, ultrapassou tudo quanto o mais elementar bom senso recomenda.
Tornou-se conhecida, sim. Mas pelos piores motivos.
De:16:45
Enquanto a isso e como mau exemplo tem toda a razão.
Mas Costa e Marcelo não são isentos de culpa do sucedido.
Hoje poupemos Costa e Marcelo. E falemos na camaradinha Camarinha, que passa sempre entre os pingos de chuva, mesmo em tempo de sol ardente.
O PCP e a CGTP gozam de uma insólita complacência no espaço mediático, onde só recebem críticas esporádicas e residuais.
Acusa-la de alastrar a pandemia essa é forte….
Forte? É mas é verdadeiro. O pico de 8 de maio com mais de 500 novos casos numa altura em que havia cerca de 80 novos casos por dia e um Rt de 1.5 (ou seja para cada 2 casos ficou outra pessoa infectada) é da responsabilidade da CGTP, dos comunistas e do Governo.
Os surtos na margem sul só podem ter vindo daí porque as pessoas já estavam isoladas há mais de 1 mês sem casos significativos nesses sítios — e do facto de o Governo ter permitido que, enquanto nós estávamos fechados em casa, gente dos PALOPs e imigrantes sabe-se lá de onde continuassem a vir para Portugal à balda em aviões e autocarros fretados como se verificou com os casos de Arroios e em todas as trapalhadas em que o politicamente correcto derrotou o esforço dos outros cidadãos, fazendo com que a destruição de milhares de postos de trabalho tenha sido em vão.
Se as pessoas em Lisboa estavam confinadas em casa.
E a manifestação da CGTP veio de camionetas da margem sul e até de aviões(dito pelo V) , provavelmente de jactos privados alugados, então quando tudo acabou foram embora utilizando os mesmos transportes.
Não estou a ver a relação com Lisboa e a consequente expansão do covid,pois a as pessoas de Lisboa estavam fechadas em casa, por isso a transmissão de covid não se poderia dar.
Se abrir os olhos, vê.
Faça como ensinou Saramago: «Se puderes olhar, vê. Se puderes ver, repara.»
Exacto. No centro de Lisboa nunca chegou a dar-se nada, tal como agora. Mas nas periferias, por causa dessas movimentações, sim.
Tirando os casos dos albergues para imigrantes em Arroios, com esses não tiveram piedade porque eram marroquinos e brasileiros e não eram blacks — os novos surtos aconteceram precisamente no Seixal e na Azambuja, nos arredores e depois generalizaram-se pelos concelhos limítrofes.
Pela voz da própria ministra lindinha, falou-se em Lisboa para “não discriminar as pessoas”. Até as imagens que passavam para ilustrar as notícias eram, sabiamente, imagens das Avenidas Novas e do Chiado, mas as notícias eram sobre os bairros do Seixal, da Azambuja e da Amadora. Daí inventar-se “Lisboa e Vale do Tejo” para ocultar os sítios específicos numa generalização que não ocultou coisa nenhuma e que nem sequer é útil porque não pode ser operacionalizada. Lisboa e Vale do Tejo é uma Nut II — é para fundos estruturais e não tem nada de unidade administrativa ou operacional. Depois queixam-se de que os números não batem certo.
Criticar a CGTP pela manifestação estou de acordo consigo.
Criticar a senhora Camarinha e a própria sindical por defenderem mal ou bem a defesa e os direitos do trabalho, é que já não me parece o mais correcto nos termos em que o faz.
Porque é que não fala da UGT?
Porque a UGT não ocupou a rua, levando centenas de filiados para a Alameda, muitos dos quais transportados de outros concelhos em autocarros alugados para o efeito, enquanto havia regras draconianas de recolhimento para a generalidade dos portugueses, por estar em vigor o estado de emergência.
As fotos publicadas na altura altura demonstraram que não foi sequer respeitada a obrigação de manter distância física antes e depois do comício da CGTP. E recordo que a circulação entre concelhos estava claramente proibida naquele fim de semana.
A central sindical assumiu-se como um estado dentro do Estado, com regras próprias, em regime de “propriedade privada”. Isto no dia 1 de Maio.
Desde então, como é sabido, Lisboa e Vale do Tejo passou a ser a região do país com mais focos de infecção, a larga distância de todas as outras parcelas do país
Será coincidência. Ou não.
Infelizmente, os que entre nós desnudam cinzentos reis e rainhas em voga, sofrem o suplicio da pregação num deserto de amorfos e pigmeus cidadãos.
O facto de nunca ter trabalhado até nem me surpreende. Nunca nenhum líder sindical teve uma carreira profissional digna de registo.
Nem tão pouco o mentor do proletariado trabalhou um único dia na vida.
O Mário Nogueira já não leciona uma aula há anos, esta senhora ainda não se percebeu que carreira profissional tinha, até embarcar pelo sindicalismo e o Carlos Silva foi praticamente durante toda a vida membro, vice-presidente ou coordenador de não sei quantos comités, federações ou comissões.
A questão é qual o barómetro para avaliar a capacidade, ou o sucesso de um líder.
Normalmente diria que seriam os resultados, a capacidade de liderança, de diálogo, de abertura, etc…
No caso dos sindicalistas, nenhum destes aspectos são conseguidos.
Oa resultados são adulterados para convencer os mais ingénuos. Pedem aumentos salariais irreais, depois têm uma ínfima parte do pedido irresponsável que fizeram e vêm dizer que foram um sucesso.
Capacidade de diálogo é nula. São incapazes de dialogar construtivamente com as outras partes interessadas no mesmo problema.
Abertura não têm. Estão formatados para uma ortodoxia de esquerda fundamentalista, que não lhes permite abranger outros pontos de vista, nem tão pouco respeitá-los
No fundo nunca fizeram nada verdadeiramente construtivo e evolutivo para os trabalhadores. Limitam-se a exigir medidas irrealistas, convencem-se de que quem lhes paga os ordenados são os diabos na terra e são incapazes de negociar com sentido de responsabilidade, despidos das investiduras políticas e ideológicas.
E por estes motivos estão em vias de extinção, cada vez mais substituídos por movimentos sem rosto.
É verdade que os sindicatos tem cada vez menos força, mas isso também se deve ao poder instalado que faz e contribui para que isso aconteça.
Aniquilar os sindicatos é o sonho de todos os patrões, pois a exploração é sempre a sua palavra de ordem.
O Manuel Carvalho da Silva sempre me pareceu uma pessoa com ideias e seriedade e com estaleca reivindicativa …..
“Aniquilar os sindicatos é o sonho de todos os patrões.”
Isso inclui a CGTP, que é há 40 anos a entidade patronal da actual secretária-geral da CGTP?
“É verdade que os sindicatos tem cada vez menos força, mas isso também se deve ao poder instalado que faz e contribui para que isso aconteça.”
“O Manuel Carvalho da Silva sempre me pareceu uma pessoa com ideias e seriedade e com estaleca reivindicativa …..”
Ridículo, a CGTP sempre se esteve nas tintas para os trabalhadores. São apenas um instrumento do PCP. Os resultados da CGTP estão à vista na produtividade, salários e empresas nas ultimas décadas. Mediocridade.
Se a CGTP quisesse o bem dos trabalhadores abriria cursos empresariais. Fomentaria o nascimento de mais empresas.
lucklucky
De:18:52
Para:Luckluck
Abriria cursos empresariais???
Isso é que é ridículo….
Já se esqueceu o que a UGT fez aos cursos com financiamento Europeu na década de 90…
O problema é que a CGTP só “existe” se aparecer na rua. Se de quando em vez não virmos bandeirinhas a abanar na avenida alguém, entre o cidadão comum (não sindicalizado) se lembra de uma unidade sindical?
É um pouco como aqueles “colaboradores” que fazem questão em participar em tudo quanto é reunião, caso contrário ninguém dava por eles.
A secretária-geral da CGTP tinha um sério problema de notoriedade: ninguém a conhecia.
Passou a ser conhecida, da pior maneira.
This action is interesting but don’t worry it will be a good attitude.
Idioma mal aplicado no contexto. Experimente escrever o mesmo em russo.
No seu entender para defender os trabalhadores agrícolas deveria ser um jornaleiro. para defender a construção civil, um trolha, os motoristas, um motorista de táxi.
É um bom processo, garante que os sindicalistas não percebam de política sindical e possam ser sempre conduzidos, pelos srs. advogados e politicos de turno pagos pelos patrões
A senhora é sindicalista, mas parece que trabalhar num sindicato não lhe dá qualificações.
Por essa ordem de ideias, não sendo o Pedro Correia sindicalista não devia falar de sindicatos, e se fala alguma vez da roubalheira neste país é porque, pessoa informada, já foi ao pote.
Os médicos de oncologia, que sabem eles? Alguma vez tiveram cancro?
Como se atrevem os juízes a julgar pilha-galinhas se nunca roubaram galináceos?
E os jornalistas que dedicaram meses ao caso Maddie? Tem a certeza que todos eles são abusadores e assassinos de crianças? Se não são não podem falar disso.
E os polícias já agora? Serão suficientemente criminosos?
A camarada Camarinha tem um passado profissional que se resume a uma linha de CV: funcionária da CGTP.
Só ascendeu a secretária-geral por designação e conveniência do PCP, partido em que milita e que serve com comprovada devoção.
Não por acaso, a filiação sindical é hoje mais baixa que nunca em Portugal. As pessoas não são estúpidas. Sabem muito bem quem distinguir entre os verdadeiros trabalhadores e os representantes da casta sindical, alguns dos quais nunca trabalharam na vida.
« As pessoas não são estúpidas.»
É evidente que não – a maioria até alinha com a sua ladaínha («distinguir entre os verdadeiros trabalhadores e os representantes da casta sindical, alguns dos quais nunca trabalharam na vida») e depois põem-se a reclamar com os “privilegiados” (das castas?) das “não-pessoas-estúpidas” que têm aumentos, regalias, etc, que as que «não são estúpidas» não têm… enfim, é até um discurso interessante!
Para si se a senhora tivesse trabalhado como empregada de mesa, isso era uma qualificação para dirigir a Intersindical. Parece que a central represnta mais do que os empregados de mesa.
Se usarmos a mesma lógica como podem CEO dos grupos económicos portugueses, que são quase sempre família dos acionistas dirigir as suas empresas? Nunca trabalharam com as mãos, nunca souberam o que era viver com o fim do mês a chegar antes do fim do ordenado, como se arrogam o direito de chefiarem gente?
Ainda o vamos ver a pedir a revolução. Proletários de todo o mundo uni-vos!
A referida senhora não terá servido também como empregada de mesa lá no bar da CGTP?
Em 40 anos como funcionária da central sindical, pode ter exercido também essa função, tão digna como qualquer outra.
Parasitismo “ideologicamente justificado”…”tacho”, em versão capitalista…
JSP
Privilégio de casta. Única agremiação autorizada a organizar manifestações em pleno estado de emergência.
Urge outro movimento sindical para combater estes privilégios e lutar contra esta casta.
Há quem prefira o Camarinha do Algarve, pois este ao menos anda abafar as bifas, por isso contribui para a taxa de natalidade, e do bom marketing do Macho Men made in Portugal.
Que orgulho. Até fiquei com vontade de me inscrever no benfica.
Não percebo o seu criterio.
Irrita-se comigo por eu defender preocupações legitimas com o Algarve, nomeadamente com os ajuntamentos em massa de jovens estrangeiros Ingleses e Holandeses e os seus excessos, de eu achar que Portugal deveria fazer o mesmo que os ingleses nos fizeram de forma acautelar-nos com o covid.
E agora com a manifestação da CGTP faz um ataque feroz a este ajuntamento, como percussor de tudo o que veio a seguir em termos de expansão do covid em Portugal.
(é claro que a manifestação da CGTP é claramente irresponsável)
Carl….(os)… .. ..(inhos)
Limito-me a estabelecer uma relação de causa-efeito. Fornecida pelo calendário e pelas estatísticas da DGS.
Antes do 1.º de Maio, o Norte era a região do País com mais focos de infecção.
Depois do 1.º de Maio, quando a CGTP juntou cerca de mil pessoas na Alameda em festiva “celebração” (quando nada havia para celebrar pois o País estava de luto devido à pandemia e fora declarado o estado de emergência pela primeira vez desde 1975), a região de Lisboa e Vale do Tejo passou a liderar o triste quadro de infecções e mortes.
No dia 8 de Maio ocorreu, até à data, o maior número de infecções num período de 24 horas em Portugal. Exactamente uma semana depois da tal celebração sindical liderada pela secretária-geral Camarinha.
Não creio que o beberrão que habitualmente frequenta a taberna da esquina, num daqueles bairros velhos de Lisboa, até tivesse um discurso muito diferente do tal de «sem fazer a menor ideia, por experiência própria, do que é o trabalho em Portugal», se um jornalista aparecesse por lá a mandar bitaites sobre qualquer assunto que ele até tem a certeza de que sabe mais do que todos os outros… é a chamada conversa da treta!
Mais grave é a sonsa tentativa de atribuir à manifestação do 1.o de Maio um aumento de casos de infectados com o COVID-19 («A 8 de Maio, por macabra coincidência, Portugal registou o pior dia em estatísticas relativas ao Covid-19 desde o início da crise pandémica: 533 infectados, além de nove vítimas mortais. E desde então não pararam de aumentar (…)».
Antes de mais, gostaria de dizer que até fui dos que se manifestaram contra a tal manifestação, na actual situação de pandemia e, não só por essa razão mais do que evidente, mas em especial por tudo ao que ela se prestava a ser utilizada por todos os que, como sabemos, nada têm contra o sindicalismo mas apenas contra o que é exercido pela CGTP: sindicatos independentes ou ligados à UGT… enfim, esses até são aceitáveis!
Mas “prontos”, vamos aos números que o autor deste “post” parece ter recolhido das nuvens: «A 8 de Maio, por macabra coincidência, Portugal registou o pior dia em estatísticas relativas ao Covid-19 desde o início da crise pandémica» – a sério? É evidente que sim: para ele, a «crise pandémica» começou no dia 30 de Abril e o que ficou para trás até é para esquecer! Quem sabe porque raio, ele até não arejou uma interpretação para os 595 casos de novos infectados, no dia 25 de Abril? Mais uma «macabra coincidência»?
«E desde então não pararam de aumentar»… bom, por acaso, desde o dia 8 de Maio, os novos casos até nunca mais atingiram valores tão elevados. Os mais elevados, verificaram-se a 26 e 28 de Junho com, respectivamente, 451 e 457 novos casos. Mas, provavelmente, para ele, os novos casos de infectados em Portugal, no ano de 2035, não só terão a ver com o 1.o de Maio de 2020, como tb com as manifestações dos “pretos” e quiçá, a possível Festa do Avante…
Mas claro, é apenas mais um dos seus sermões para os peixes: todos eles vêm à superfície fazer boquinhas…
Julgo mesmo que o autor do post já deverá estar a calcular quantos serão os infectados na festa do avante, rigoroso como é.
Também vais picar o ponto no latifúndio da Atalaia?
Agora tem que ser com esta, e pode muito bem ser com mais um tal e coisa a maior fack news do ano. Se o capachinho esbracejante sabe disto já tem que chega pra ‘ foram os comunistas os causadores desta segunda vaga de covid’.
O apresentador do Polígrafo da SIC vai pedir ao ‘Delito’ para lhe arranjar o nome e a morada de um ou dois dos causadores do contágio. E também vai querer saber os anos de profissão de todos os ex Ministros do Trabalho.
Para a próxima aplica o corrector. Tens uma gralha em ‘fuck news’.
A sua ideia foi genial. Qual fuck news qual quê.
Arranje alguém no Parlamento, nas TVs, nos Jornais para tomaram em atenção esta sua fuck news e vai de desancar DGS, Ministra da Saúde (que é licenciada em Direito e que é ela percebe de saúde), 1º. Ministro, Presidente da República e todos os que os apoiarem, para os responsabilizar deste escândalo nacional e no mínimo demitirem-se e no máximo estar infectados com o covid da Alameda.
Calma aí. Não leve o ódio ideológico ao ponto de desejar que X ou Y fiquem infectados com o novo coronavírus.
Isso não se deve pensar, quanto mais escrever.
Até aqui se vê o policiamento que certos partidos/interesses fazem da internet. Tanta gente nova no blogue!
Caro Pedro, há profissionais de defesa do indefensável.
Patrulhadores em defesa da sua dama.
Uma atitude cavalheiresca.
Sexista. Agora não se diz cavalheiresca, diz-se sexista.
Calma.
Ainda está a tempo de apertar mais o cerco e agora pedir, como quando dos fogos com a ministra que nunca foi bombeira, que este ministro, que nunca foi policia, pedir a demissão e responder em tribunal, como o outro quando da treta de tancos que nunca foi tropa, pelos mortos e infectados após alameda.
Mas nas fotografias que apareceram podemos quase contar o número aproximado de pessoas presentes, parece que a melhor ideia foi aquela por não terem mais gente, e também podemos contar o número de autocarros estacionados, depois, como diria o outro, é só fazer as contas para se saber se dentro dos autocarros cumpriram a distância social
(isto de ‘distância social’ foi bem arranjado, e é proibido ser superior a 1,5m para não haver gritarias)
É o que têm as chamadas ‘redes sociais’, como este ‘Delito de Opinião’.
Os comentários têm que se ser ‘obrigado, gostei muito do seu comentário. bem haja’ ?
Então e quando até o ridículo fica corado com a já sabiam esta?
’tá bem era só pra chatear, mas depois não comece a sarrafada e a atirar a bola pra canto.
Polícia de Pensamento.
Ah Leão!
Sá Leão?
Sá Leão esse é outro papão….
Onde ele aparece, não tardam a esvoaçar penas de galinha.
PCP, CGTP. à parte, detesto gajos que cavalgam a narrativa (oficial) da Covid 19 e, ainda mais como no caso, se fazem mais papistas do que o Papa. Não, a ciência não vos assiste. Quando homens de ciência falaram e o que eles falaram não vos agradou, vós não vos inibistes de, à custa de insultos, os calar.
Para a próxima é favor apresentar-se aqui de máscara, recomendada pelos “homens da ciência”. E pelas mulheres também.