22 comentários em “Vinte e quatro horas”

  1. Sinceramente, não consegui ver nada através das ligações que não o que já está postado.

    Mas em matéria de austeridade e não austeridade, pós abertura paulatina à normalidade, era importante que Costa concretizasse para que saibamos o que será diferente do que até agora tem sido nesta matéria.

    Sim, precisamos saber o que mudou no Ecofin e em Bruxelas para além da deslocalização do CR7 das finanças.

    Em matéria de austeridade, no que me toca em pessoa, dar-lhe-ei tanta importância quanto à importância que atribuo aos histerismos e ignorâncias aplicadas em torno dos comportamentos com este covid. Isto é: não deixarei de agir de acordo com os conhecimentos que possuo na matéria, e que actualizo, e com a minha consciência. Portanto, eu não me sinto confinado. A única anormalidade que continuo a sentir e a viver é o de ter de partilhar a vida com tanta pantominice.

    1. Podem perfeitamente não serem pagos.
      Falem com o Sporting e inteirem-se de como se dá a golpada.

  2. Não há motivo para preocupações.
    Hoje é como qualquer outro dia: Seja o que Deus quiser.

    José de Bêtum

  3. «Por todos os santinhos, não lhe perguntem nada hoje!!!»
    Não creio que títulos de notícias – mesmo que até seleccionados de uma mesma fonte – sirvam para responsabilizar (neste caso) o PM do que eles pretendem “sugerir”… já que, como toda a gente sabe, até o próprio conteúdo da vasta maioria das notícias é, de algum modo, uma interpretação de acontecimentos por parte dos seus autores: é por isso que, alguns de nós preferem ler o (acreditar no) I e outros, (n)o Diário de Notícias. Uns preferem o que chamam de conteúdo noticioso da SIC e outros, o da RTP.

    Do que eu, tenho ouvido da boca do próprio PM, diria que ele sabe que tem de haver alguma austeridade mas não essa “austeridade”. Explico-me: há a “austeridade” dos que querem “ser mais troikistas do que a troika”, dos que vivem ainda hoje com o credo na boca de que “vem aí o diabo” e, depois há os que sabem que não havendo muito dinheiro disponível (Portugal é pobre mas isso nem é um fenómeno recente), ele terá de ser aplicado em algo que reproduza mais riqueza para poder continuar a fazer movimentar o maldito círculo vicioso económico-financeiro necessário a tudo o que o Estado é obrigado, para criar uma sociedade mais justa e saudável. A “austeridade” provou ser uma fórmula errada: «foi uma má ideia e seria uma má ideia»

    Sou reformado e até tenho uma reforma que permite viver confortavelmente. Até meados de Janeiro, tinha a certeza de que ela estava garantida para o resto da minha vida. Hoje, não tenho tanta certeza do amanhã… Diz o PM: «Já ando nisto há muitos anos para não dar hoje uma resposta que amanhã não possa garantir» e é isso que deve dizer, na minha opinião, sobre o amanhã. Sim, sei que para alguns, o mal está – como já vi aqui escrito no DO! – em que este governo “só faz trapalhadas” e que é por isso que vamos, muito em breve, descobrir que afinal o diabo sempre acabou por vir… são os que nunca ouviram falar da crise financeira de 2008… sim, os mesmos que agora dizem que o COVID-19 é uma gripe e, os mesmos que vão, muito em breve, fazer de conta que os “xuxalistas” apenas provocam bancarrotas porque, lá dizia a Thatcher, «The problem with socialism is that you eventually run out of other people’s money».

  4. Deve pairar uma maldição sobre a Ibéria : vejam a pandilha monclovita aqui do lado – inenarravelmente pior do que o que nos toca aquém-Caia.
    IUm misto de leviandade incompetente combinada com diletantismo ideológico, tudo multiplicado por 17. Galiza, a possível excepção.
    E a suspeita de uma mão que embala o berço, não necessariamente espanhola.
    .
    Um molho de brócolos ao qual não se vê saída.
    Fernando Ónega ( La Vanguardia, hoje, 18 ) bem o reflecte…

    JSP

  5. Austeridade não, ajustamento.

    Austeridade, apenas depois de se pôr nelas. Vamos ver o que vale a dupla Rio Chicão.
    Daqui a uns 5 anitos é correr com esses e dar salvas ao PM Medina.

    (e esse aeroporto, arranca ou como é?)

    1. O Chicão já mudou de opinião em relação ao aeroporto, agora já pode ser, isto depois de uma longa “conversa” com uma das pessoas que no CDS lhe fez oposição.
      O povo é sereno e pelo menos 20% vota PS por isso vai ter (uma vez mais) o que merece, desta vez e já com mais sabedoria nem me vou dar ao trabalho de rebater (muito) os “liberais democratas” que andam por aí de cimitarra afiada.

      WW

  6. A 9 de abril tivemos uma grande comunicação sobre a abertura das escolas. Esta semana, com a provável renovação do último período de 15 dias de estado de emergência, pouco ou nada se mantém. Até 30 de abril o “focus group” irá trabalhar intensamente para definição do levantamento das restrições.

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