
Este maldito vírus quebra-nos a vida, angustia-nos presente e até futuro. A morte de Uderzo, ainda que tão natural aos seus 92 anos, e felizmente ocorrida na placidez do sono, sem qualquer ligação a esta pandemia, encontra-nos confinados. Trazendo isto de nem podermos fazer o requerido banquete final, exigível ao final deste episódio, o uderziano. Majestoso.
Que o seu legado, e não só Astérix, nos acompanhe agora, até avivado na memória pela sua morte. No seu humor e beleza servindo mesmo de estratégia da necessária mitigação. Banqueteemo-nos com os livros. E com as memórias das anteriores leituras.
Deixo aqui ligação a um bom e muito informativo texto sobre a obra do autor: Uderzo (na Comiclopédia). Bem recomendável.

Ainda não será amanhã que o céu cairá sobre as nossas cabeças.
Já tive a colecção Astérix completa, mas agora só me restam uns números dispersos por aqui. Enquanto a dupla Uderzo/ Goscinny se manteve.
A reler os que se mantiveram fiéis, se bem que seja muito difícil a livros e dinheiro manterem a mesma fidelidade quando emprestados.
Paz à sua alma.
Por via das dúvidas é melhor assinar.
o cunhado do acutilante
JPT,
Um irredutível no Céu? Xiiii.
Nunca mais este será o mesmo.
Depois de ter comprado a colecção toda em português, ando agora a comprar em francês já que as mais recentes traduções deixam muito a desejar.
Tambem escrevi ontem sobre Albert Uderzo.
Mais de 60 anos após a publicação da primeira prancha na revista Pilote.
Forte abraço.
Do meu tempo de estudos:
“Para que serve o latim?”
“Para saber ler o Astérix”.