Ricardo Espírito Santo, de forma alguma. Salazar tinha relações estreitas com o banqueiro mas sempre revestidas de austera formalidade. O terceiro era o médico Bissaya Barreto. Contemporâneo dos seus tempos de Coimbra e figura muito popular na região centro durante décadas.
Quem fez uma javardice dessas foi o Fidel Castro, que urinou na alcatifa do átrio central do Hotel Hilton, em Havana, ao chegar vitorioso à capital cubana, em 1959. Depois de esvaziar a bexiga, decidiu mudar o nome ao hotel, chamando-lhe Habana Libre. E, claro, logo reservou para ele a principal suíte, situada no último piso, com uma vista soberba sobre o oceano, e ali instalou o seu gabinete de trabalho. Muito comunista. Muito à senhor feudal.
Fui muito bem recebido na sede central do PS, que aliás tem um belo jardim nas traseiras, quase fronteiro à Mãe d’ Água das Amoreiras. O património está bem conservado.
Ao conservar-se assim esse património, mais não se fará, creio, do que cumprir uma obrigação. Decerto, aliás, não particularmente penosa. Valerá a consagrada fórmula – que nunca vi desmentida – segundo a qual “o dinheiro é do estado; é do PS”.
Não tenho a mais pequena dúvida, aliás se o PS pudesse estar cotado em bolsa seria uma das ultimas blue chip´s cá do rectângulo ! Já agora no PSI 20 ainda existe alguma empresa “portuguesa”.
Fica mesmo em frente ao local do futuro prédio que alguns designam por “mono do Rato”, que, alegadamente, vai tirar a vista da sinagoga (a qual já hoje mal se vê, mas prontos, qualquer argumento serve).
Mesmo em frente fica a embocadura da Rua do Salitre, que já li algures ser a rua mais cara de Lisboa. Ainda no fim de semana passado percorri metade dela e, com franqueza, é uma rua com tão mau aspeto que fico perplexo como alguém pode lá querer comprar algo.
Uma rua com mau aspecto? Encontra-se lá o belo palacete onde funciona a sede da Fundação Oriente. E o palácio Mayer, actual consulado-geral da Espanha em Lisboa. E o restaurante Tibetanos – um dos mais famosos vegetarianos da capital. No final da rua, do lado esquerdo, encontra-se o Parque Mayer.
É um símbolo notável da mistura entre a Lisboa aristocrática, a Lisboa cosmopolita, a Lisboa pequeno-burguesa e a Lisboa popular.
A Rua do Salitre tem, na sua parte superior (acima do cruzamento com a Rua Castilho), muito mau aspeto. É estreita, encafuada, escura, desconfortável. E não tem nenhum edifício muito digno de nota.
Na parte de baixo será talvez melhor. Mas, tendo em conta que Rua do Salitre é ela toda, custa-me a crer que possa ser a mais cara de Lisboa.
A sede da Fundação Oriente é junto ao rio, não é na Rua do Salitre. Vi na internet que já foi, até 2014, mas agora já não é.
O Parque Mayer é uma ruína deprimente. Não me parece nada vantajoso estar-se perto dele.
Restaurantes vegetarianos há-os, atualmente, aos pontapés em Lisboa. Tibetanos também há mais que um.
É um símbolo notável da mistura entre a Lisboa aristocrática, a Lisboa cosmopolita, a Lisboa pequeno-burguesa e a Lisboa popular.
Eu continuo a achar que é uma rua deprimente, desagradável tanto para percorrer a pé (é muito inclinada) como de carro, escura e triste. Eu não dava um tostão para lá morar. Por isso me custa a acreditar que seja muito cara.
Você avalia uma rua só por um troço. Que disparate.
A Rua do Salitre tem vários palácios e palacetes. Palácio Lima Mayer (Prémio Valmor) Palacete Alves Machado (monumento de interesse público) Palacete Falcarreira Palacete dos Condes do Alto Mearim
Basta isso para fazer disparar o preço do imobiliário na zona.
Quanto ao que escreve sobre o Parque Mayer, é típico da esquerda caviar. A tudo quanto cheire a popular, torcem logo o nariz. E vão a correr fazer compras ao supermercado do Corte Inglês.
Para que horas está a detonação prevista? Fez reféns?
Quem é esse da fotografia hoje? O Mário Figueiredo, uma das três únicas pessoas que o Salazar tratava por tu?
Nem mais…
Mas, voltando ao assunto, foi inscrever-se? Pode ser que o façam Director do Público, do Diário de Noticias, ou, quem sabe, colega do Nicolau Santos
O outro era Ricardo Espirito Santo, correcto?…e o terceiro o Cardeal Cerejeira, só pode
Ricardo Espírito Santo, de forma alguma. Salazar tinha relações estreitas com o banqueiro mas sempre revestidas de austera formalidade.
O terceiro era o médico Bissaya Barreto. Contemporâneo dos seus tempos de Coimbra e figura muito popular na região centro durante décadas.
Confirmo: Cerejeira era o outro membro do trio que Salazar tratava por tu.
Pedro, vá lá, nem um xixizinho, num cortinado, ou num tapete?
Quem fez uma javardice dessas foi o Fidel Castro, que urinou na alcatifa do átrio central do Hotel Hilton, em Havana, ao chegar vitorioso à capital cubana, em 1959.
Depois de esvaziar a bexiga, decidiu mudar o nome ao hotel, chamando-lhe Habana Libre.
E, claro, logo reservou para ele a principal suíte, situada no último piso, com uma vista soberba sobre o oceano, e ali instalou o seu gabinete de trabalho.
Muito comunista. Muito à senhor feudal.
Hoje é o dia do Albino dos Reis?
Mas você anda a passar em revista os notáveis do Estado Novo?
Errado. Ando a passar em revista portugueses notáveis.
O Pedro não falha um, caramba
chichizinho….zito
Fui muito bem recebido na sede central do PS, que aliás tem um belo jardim nas traseiras, quase fronteiro à Mãe d’ Água das Amoreiras.
O património está bem conservado.
Ao conservar-se assim esse património, mais não se fará, creio, do que cumprir uma obrigação. Decerto, aliás, não particularmente penosa. Valerá a consagrada fórmula – que nunca vi desmentida – segundo a qual “o dinheiro é do estado; é do PS”.
Costa
O PS oferece mais juros do que os Bancos
Jura?
Não tenho a mais pequena dúvida, aliás se o PS pudesse estar cotado em bolsa seria uma das ultimas blue chip´s cá do rectângulo !
Já agora no PSI 20 ainda existe alguma empresa “portuguesa”.
WW
A que propósito é que o Pedro entrou nesse local? Pergunto: se qualquer outra pessoa quiser lá ir visitar, pode?
Admirei-me de não o ver por lá. São uns injustos, estes socialistas.
Não me viu por lá porque nunca lá pus os pés.
Mas gostaria de pôr, se fôr permitido. Por isso volto a questionar, qualquer pessoa pode lá ir visitar?
Dão preferência aos militantes. Ontem, por exemplo, você ter-me-ia passado à frente.
Fica mesmo em frente ao local do futuro prédio que alguns designam por “mono do Rato”, que, alegadamente, vai tirar a vista da sinagoga (a qual já hoje mal se vê, mas prontos, qualquer argumento serve).
Mesmo em frente fica a embocadura da Rua do Salitre, que já li algures ser a rua mais cara de Lisboa. Ainda no fim de semana passado percorri metade dela e, com franqueza, é uma rua com tão mau aspeto que fico perplexo como alguém pode lá querer comprar algo.
Uma rua com mau aspecto?
Encontra-se lá o belo palacete onde funciona a sede da Fundação Oriente.
E o palácio Mayer, actual consulado-geral da Espanha em Lisboa.
E o restaurante Tibetanos – um dos mais famosos vegetarianos da capital.
No final da rua, do lado esquerdo, encontra-se o Parque Mayer.
É um símbolo notável da mistura entre a Lisboa aristocrática, a Lisboa cosmopolita, a Lisboa pequeno-burguesa e a Lisboa popular.
A Rua do Salitre tem, na sua parte superior (acima do cruzamento com a Rua Castilho), muito mau aspeto. É estreita, encafuada, escura, desconfortável. E não tem nenhum edifício muito digno de nota.
Na parte de baixo será talvez melhor. Mas, tendo em conta que Rua do Salitre é ela toda, custa-me a crer que possa ser a mais cara de Lisboa.
A sede da Fundação Oriente é junto ao rio, não é na Rua do Salitre. Vi na internet que já foi, até 2014, mas agora já não é.
O Parque Mayer é uma ruína deprimente. Não me parece nada vantajoso estar-se perto dele.
Restaurantes vegetarianos há-os, atualmente, aos pontapés em Lisboa. Tibetanos também há mais que um.
É um símbolo notável da mistura entre a Lisboa aristocrática, a Lisboa cosmopolita, a Lisboa pequeno-burguesa e a Lisboa popular.
Eu continuo a achar que é uma rua deprimente, desagradável tanto para percorrer a pé (é muito inclinada) como de carro, escura e triste. Eu não dava um tostão para lá morar. Por isso me custa a acreditar que seja muito cara.
Você avalia uma rua só por um troço. Que disparate.
A Rua do Salitre tem vários palácios e palacetes.
Palácio Lima Mayer (Prémio Valmor)
Palacete Alves Machado (monumento de interesse público)
Palacete Falcarreira
Palacete dos Condes do Alto Mearim
Basta isso para fazer disparar o preço do imobiliário na zona.
Quanto ao que escreve sobre o Parque Mayer, é típico da esquerda caviar. A tudo quanto cheire a popular, torcem logo o nariz. E vão a correr fazer compras ao supermercado do Corte Inglês.
O povo é muito “giro”, mas à distância.