12 de Junho de 2017 (ano sem eleições legislativas):
«Francisca Van Dunen; magistrados não terão aumentos salariais.»
4 de Novembro de 2018 (ano sem eleições):
«Ministra da Justiça diz aos juízes que não há dinheiro.»
3 de Abril de 2019 (ano com eleições europeias e legislativas):
«Salário de juízes acima do primeiro-ministro repõe remuneração “a que já tinham direito”»

Isto está entregue à desgraça com Marcelo na proa do batelão à deriva e Costa no olho do furacão a caminho.
Não faltam imediatos de proximidade e vénia em escala de prontidão para todo o serviço no barril das sombras
Qual é a graduação alcoólica do líquido que se encontra dentro desse barril?
É mais anestesiante em pó às colheres.
Pó é que não. Melhor ligar já o aspirador.
Bom dia Pedro Correia
É apenas um dos muitos exemplos da descarada ausência de vergonha na cara.
António Cabral
A mês e meio das europeias, a seis meses das legislativas.
O governo devia deixar de governar seis meses antes das eleições. Devia entrar em modo de gestão.
E no mês de agosto também, claro. Não há direito que o governo promulgue decretos em agosto, quando toda a gente está na paia distraída.
O país passaria três anos em cada quatro com um governo de gestão.
Yes minister, parte 3.
Continuam caudalosas as escorrências de lamentar.
Parlamentar?
A casa mãe tudo abraça.
Mãe ou madrasta?
É de facto coerente. Em 2018 não havia dinheiro, como van Dunem disse. Em 2019, felizmente, já há.
Trata-se de uma “reposição de rendimentos”, na linguagem do PCP. Essas reposições são feitas de forma gradual, à medida que vai havendo dinheiro para elas. Em 2018, não havia; em 2019, já haverá.
Yes minister, parte 1.
O governo efetuou reposições de rendimentos ao longo de toda a legislatura. Não somente em 2019, ano de eleições.
Yes minister, parte 2.
A CGD e o NB que o digam.
Sem esquecer o Montepio.
Mainada, quem fala assim não é gago (a) !
La famiglia, porca miseria……
A.Vieira
Ninguém acusará este governo de não valorizar a Família.
A ler no “Corta-Fitas” (blog):
“Crónica dum destino miserável”
Passámos do ‘jobs for the boys’ para o ‘jobs for the family’.
Depois que Paulo Portas veio explicar ao povão o verdadeiro significado do conceito de irrevogabilidade, espanta-me um pouco ainda haver gente menos esclarecida.
Agora a sério: o que fazem 11 motoristas para conduzirem um passageiro?
Desde a vila à cidade
Quer do campo à herdade.
Só temos da lavra a horta
E da vaquinha a bosta.
Imploramos pois por caridade
Caguem-nos em cima à vontade
E mijem-nos,
por piedade.
Pena este comentário não ser assinado por Luís Lavoura.
Candidatava-se à Lavourada da Semana.
pois sim, é uma coisa linda.
Ah! Muito obrigado, senhora Cristina! Profundamente emocionado.Eternamente!
Tanto que nem em mil contentores guardava tanta gratidão.
É eterna flor
O viço da mulher ajuizadora
Sempre atenta no observar
Certeira a espingardear
Não há coisa mais encantadora
Regime corrupto – de, por e para corruptos.
Mas continuamos, mansa e fatalmente, a votar “neles”…
JSP
Só se pode votar nos partidos que há, não nos que não existem.
Mas ultimamente têm aparecido vários. Ninguém pode queixar-se de falta de alternativas. Até o Tino de Rans tem um.
Aqui “ao lado”, num tempo sinistro, houve quem designasse os anos de calendário por Anos Triunfais, contados a partir de 17 de Julho de 1936.
Assim teremos, ao que parece, 2019 como o 1º ano triunfal, naquilo que às remunerações diz respeito.
Abraço amigo
Um abraço, meu caro Fernando. Havemos de ir tomar chá um dia destes.
Quando queira, grande abraço.
Pedro, como consegue lembrar-se disso tudo
?…deve dar um trabalho do caraças….obrigado pelo serviço público
Meu caro, quem corre por gosto não cansa.
Um abraço.
Realmente, esta medida vai garantir imensos votos nas eleições.
Aumentar remunerações e regalias de segmentos da administração pública não dá votos?
Chiça. Não dá outra coisa. Hoje estes, amanhã os outros, depois de amanhã os que sobraram.
Com o Zé pagante a sacar das notas, uma vez e outra.
Temos um país a pagar para outro país.