As feministas são o que bem lhes apetecer. É nisso que o feminismo consiste. É claro que este é um raciocínio demasiado complicado de acompanhar por parte de muitos misóginos.
Em termos de munição de caça grossa ele há gostos para tudo: .300 Winchester; 7.65 mm; .338 Lapua Magnum; 357 SIG… e um sem fim de opções. Quando abre a caça ao herético dissidente do rebanho do politicamente correcto, as opções, em termos de munição, são de uma pobreza confrangedora: os carregadores vão cheios de “misógino”, “homófobo”, “transfóbico”. Felizmente, ainda cá não chegámos à eficácia cinegética já atingida em outras latitudes: com um tirinho apenas acaba-se com a vida, a carreira e a família dos novos deicidas que fazem pipi fora do penico do politicamente correcto. Valha-nos, até ver, isso.
“As feministas são o que bem lhes apetecer. É nisso que o feminismo consiste. É claro que este é um raciocínio demasiado complicado de acompanhar por parte de muitos misóginos.”
É mais Marxistas que misóginos , são as próprios auto intituladas Feministas que têm uma opinião restritiva de como deve ser a “classe social” Feminista.
Veja-se a opinião das ditas sobre Camille Paglia por exemplo…
O que é ser-se mulher? O papel atribuído /seguido pelas mulheres é resultado de uma cultura de predomínio masculino (pois é do homem o Poder ) ou de características naturais intrínsecas à mulher? A neurociência inclina-se para a segunda hipótese. A sociologia para a primeira. E resultante do embate a neurociência é vista como reacionária
É absolutamente verdade, Pedro. O bom senso e o bom gosto têm sido constante tema de polémica ao longo da história da humanidade. E se os homens e as mulheres ganharam o direito de pensar em liberdade, que não adulterem nem corrompam essa mesma liberdade em nome de um qualquer fundamentalismo. A liberdade dá direitos mas acarreta deveres e o principal é o de analisar FACTOS em sã consciência.
“Porque ser feminista é não “ter que” absolutamente nada relacionado com o género, apenas com o indivíduo que se exige paritariamente de pleno direito.” Quero ser feminista mas não consigo devido a não perceber a definição.
Eu gosto é de feministas apostadas em queimar livros e que pretendem impedir que os rapazes (vd. dicionário etimológico) joguem futebol durante os recreios nas escolas, preferindo antes a prática do ballet, por ser mais inclusivo.
É mesmo aqui ao lado, para lá de Vilar Formoso, havendo que procurar, que o link ficou perdido nas entranhas de computador defunto.
Dê-me licença, por favor, de juntar o meu grão de areia provocativo ao seu comentário: entre as graves acusações feitas ao “violador em série” Kavanaugh constava o extraordinário crime de gostar “demasiadamente” de cerveja… Este Mundo será perfeito quando a rapaziada – muito inclusivamente, claro está – vestir invariavelmente de cor-de-rosa, deixar-se de futeboladas, nem pensar (Abrenúncio!!!) em saídas de caça ou de pesca e beber exclusivamente chá de camomila enquanto discute o último penteado da Madona.
A primeira vez que vi Cristiano Ronaldo jogar, exclamei “o puto dança com a bola!” Durante muito tempo chamei-lhe “O Bailarino” – e ainda acredito que poderia ter sido Nureyev e Barishnikov num só corpo de CR. Quis a sorte que, na altura, nos recreios só se jogasse futebol…
Nos muitos anos em que pratiquei, apenas tive um colega bailarino – que no primeiro ano desistiu por pressão dos pares, i.e, dos putos de 8 anos.
Não é preciso proibir o futebol nem obrigar ao bailado. Basta que às artes e aos desportos não os determinem por género.
Quanto à queima de livros, só confirma que essas senhoras confundiram o Feminismo com algum extremismo no caminho.
O que é “ser feminina”? A mim parece-me que uma mulher é sempre feminina, por definição. É do sexo feminino, acabou-se. E para o comprovar basta olhar-lhe para os órgãos sexuais. Se tem órgãos sexuais femininos, então é feminina. Quer seja feminista quer não seja.
Ah falta a aprovação do Politburo da Classe Social Feminina, ou será a autoridade religiosa da Irmandade Feminina?
Já sabia, veja-se o rastejar da autora do Monólogos da Vagina: https://www.theguardian.com/world/2015/jan/16/vagina-monologues-eve-ensler-rejects-mount-holyoke-college-claims-reductionist-exclusive
Rastejar? Nunca a ouvi definir mulher como indivíduo com vagina – vi-a defender o direito de cada mulher ter, usar ou falar da sua vagina sem medos e sem pressões. Ouço-a dizer tal há anos, voltei a ler-lho agora.
Ambos sabemos que o luck tem uma peculiar forma de interpretar as coisas, mas antes de entrar na explicação da estratégia marxista que pretende destruir a matriz da nossa ocidental sociedade e de como estes movimentos lgbcdefghijklmnopqrst fazem parte de tal estratégia, peço-lhe encarecidamente que releia (leia?) o artigo que facultou.
As feministas são o que bem lhes apetecer. É nisso que o feminismo consiste. É claro que este é um raciocínio demasiado complicado de acompanhar por parte de muitos misóginos.
Enquanto não saíres do armário ninguém te leva a sério.
Não surpreende absolutamente ninguém que o Pedro Correia seja homofóbico. A si é que duvido que o levem a sério.
Sais do armário quando recuperares o nome, filho de um calhau incógnito.
Em termos de munição de caça grossa ele há gostos para tudo: .300 Winchester; 7.65 mm; .338 Lapua Magnum; 357 SIG… e um sem fim de opções.
Quando abre a caça ao herético dissidente do rebanho do politicamente correcto, as opções, em termos de munição, são de uma pobreza confrangedora: os carregadores vão cheios de “misógino”, “homófobo”, “transfóbico”.
Felizmente, ainda cá não chegámos à eficácia cinegética já atingida em outras latitudes: com um tirinho apenas acaba-se com a vida, a carreira e a família dos novos deicidas que fazem pipi fora do penico do politicamente correcto. Valha-nos, até ver, isso.
“As feministas são o que bem lhes apetecer. É nisso que o feminismo consiste. É claro que este é um raciocínio demasiado complicado de acompanhar por parte de muitos misóginos.”
É mais Marxistas que misóginos , são as próprios auto intituladas Feministas que têm uma opinião restritiva de como deve ser a “classe social” Feminista.
Veja-se a opinião das ditas sobre Camille Paglia por exemplo…
Ou como o New York Times nos veio dizer que as mulheres brancas são traidoras de classe: https://www.spiked-online.com/2018/10/08/h ating-white-women/
O que é ser-se mulher? O papel atribuído /seguido pelas mulheres é resultado de uma cultura de predomínio masculino (pois é do homem o Poder ) ou de características naturais intrínsecas à mulher? A neurociência inclina-se para a segunda hipótese. A sociologia para a primeira. E resultante do embate a neurociência é vista como reacionária
É absolutamente verdade, Pedro.
O bom senso e o bom gosto têm sido constante tema de polémica ao longo da história da humanidade. E se os homens e as mulheres ganharam o direito de pensar em liberdade, que não adulterem nem corrompam essa mesma liberdade em nome de um qualquer fundamentalismo. A liberdade dá direitos mas acarreta deveres e o principal é o de analisar FACTOS em sã consciência.
Tal como os feministas não têm de deixar de ser masculinos, independentemente de orientações sexuais ou de opções de sexualidade.
Porque ser feminista é não “ter que” absolutamente nada relacionado com o género, apenas com o indivíduo que se exige paritariamente de pleno direito.
“Porque ser feminista é não “ter que” absolutamente nada relacionado com o género, apenas com o indivíduo que se exige paritariamente de pleno direito.”
Quero ser feminista mas não consigo devido a não perceber a definição.
Pode começar por pedir explicação em vez de assumir um tom condescendente – que, na verdade, diz mais da sua incapacidade que da minha.
Deixem-me ser provocatório, retoricamente.
Eu gosto é de feministas apostadas em queimar livros e que pretendem impedir que os rapazes (vd. dicionário etimológico) joguem futebol durante os recreios nas escolas, preferindo antes a prática do ballet, por ser mais inclusivo.
É mesmo aqui ao lado, para lá de Vilar Formoso, havendo que procurar, que o link ficou perdido nas entranhas de computador defunto.
Dê-me licença, por favor, de juntar o meu grão de areia provocativo ao seu comentário: entre as graves acusações feitas ao “violador em série” Kavanaugh constava o extraordinário crime de gostar “demasiadamente” de cerveja…
Este Mundo será perfeito quando a rapaziada – muito inclusivamente, claro está – vestir invariavelmente de cor-de-rosa, deixar-se de futeboladas, nem pensar (Abrenúncio!!!) em saídas de caça ou de pesca e beber exclusivamente chá de camomila enquanto discute o último penteado da Madona.
A primeira vez que vi Cristiano Ronaldo jogar, exclamei “o puto dança com a bola!”
Durante muito tempo chamei-lhe “O Bailarino” – e ainda acredito que poderia ter sido Nureyev e Barishnikov num só corpo de CR. Quis a sorte que, na altura, nos recreios só se jogasse futebol…
Nos muitos anos em que pratiquei, apenas tive um colega bailarino – que no primeiro ano desistiu por pressão dos pares, i.e, dos putos de 8 anos.
Não é preciso proibir o futebol nem obrigar ao bailado. Basta que às artes e aos desportos não os determinem por género.
Quanto à queima de livros, só confirma que essas senhoras confundiram o Feminismo com algum extremismo no caminho.
O que é “ser feminina”?
A mim parece-me que uma mulher é sempre feminina, por definição. É do sexo feminino, acabou-se. E para o comprovar basta olhar-lhe para os órgãos sexuais. Se tem órgãos sexuais femininos, então é feminina. Quer seja feminista quer não seja.
Não, não basta. Primeiro tem de pedir licença.
Ah falta a aprovação do Politburo da Classe Social Feminina, ou será a autoridade religiosa da Irmandade Feminina?
Já sabia, veja-se o rastejar da autora do Monólogos da Vagina: an/16/vagina-monologues-eve-ensler-rejec ts-mount-holyoke-college-claims-reductio nist-exclusive
https://www.theguardian.com/world/2015/j
Rastejar? Nunca a ouvi definir mulher como indivíduo com vagina – vi-a defender o direito de cada mulher ter, usar ou falar da sua vagina sem medos e sem pressões. Ouço-a dizer tal há anos, voltei a ler-lho agora.
Ambos sabemos que o luck tem uma peculiar forma de interpretar as coisas, mas antes de entrar na explicação da estratégia marxista que pretende destruir a matriz da nossa ocidental sociedade e de como estes movimentos lgbcdefghijklmnopqrst fazem parte de tal estratégia, peço-lhe encarecidamente que releia (leia?) o artigo que facultou.