
![80f186f81e5bad646c1c227eee117e38[1].jpg 80f186f81e5bad646c1c227eee117e38[1].jpg](https://delito.brucke-multimedia.com/images/2018/21171051_WhwRc.jpeg)
D. Sancho I (1185-1211)
Autor: Desconhecido
Ano da inauguração: 1726, presumivelmente
Localização: Castelo Branco, no Jardim do Paço Episcopal ou de São João Baptista

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D. Sancho I (1185-1211)
Autor: Desconhecido
Ano da inauguração: 1726, presumivelmente
Localização: Castelo Branco, no Jardim do Paço Episcopal ou de São João Baptista
Grandes Réis, os Sanchos. Ambos excomungados.
Um de cada vez.
Caso para perguntar: quem não foi (naqueles tempos)?
É uma boa questão, E ainda não havia o Futre naquele tempo.
não havia o Futre – embora não perceba como é que ele aparece nesta ‘estória’ – mas já existia a ‘cúria papal’ – “o bispo do Porto, Martinho Rodrigues, queixou-se ao papa…”
O Futre predispõe-se a ajudar os “povoadores” do nosso tempo. Sobretudo lampiões, que andam mais carecidos.
Como o Pedro sabe tenho um carinho especial pelas estátuas deste jardim.
Todavia, esta não é a minha preferida de entre todas as representações do nosso Rei Povoador que conheço.
Maria
Percebo, Maria. Mas hão-de vir outros. Vários outros.
Lá, no Jardim de Castelo Branco, o Pedro encontrará estátuas de todos os nossos Reis. Não serão, talvez, as mais airosas, isso não!
Boa tarde.
Conheço muito bem este jardim, que vale pelo seu todo, Maria Antonieta.
Um dos aspectos de que mais gosto é ver as estátuas do Inverno e da Morte arrumadas nos recantos menos frequentados.
É, portanto, um jardim que celebra os meses mais calorosos. E que celebra a Vida.
E os estudantes costumavam pôr um cigarro na boca da Morte, que estava sempre com a boca negra…
Para além dos Reis também há a Escadaria dos Apóstolos.
E estátuas das Virtudes, das Estações do ano, dos Meses com os Signos do Zodíaco, e também muitos lagos.
É realmente um jardim lindíssimo e que merece ser visitado.
Já há tempos que lá não vou.
Está na altura de lá voltar…
Maria
Dois euritos agora, Maria.
Pois é, malandros!
Passou de 0,25€ para 2€.
A “koltura” é cara aqui
Maria
O estado, quando ouve falar em cultura, saca logo do imposto.
Consta que versejou.
Consta que sim.
Ao contemplar um jardim.
É este poema?
《Ai eu, pobre de mim,
Coitada
……..
……..
……..
Muito me tarda
O meu amigo na Guarda!》
Estou a citar de cor e só me lembro deste pedacinho.
Há quem diga que é de D. Sancho I, há quem diga que é de D. Dinis.
Quem esclarece?
Maria
Eu costumo espreitar a nossa poesia trovadoresca aqui: aut=150&pv=sim
http://cantigas.fcsh.unl.pt/autor.asp?cd
Teodolito
ena, o Sancho Nº 1 😀
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(foi sempre assim que os designei – jamais o confessei, menos o referi aos grupos de turistas/viajantes qu guiei – mas o meu favorito, pela gabarolice – com atenuantes – foi sempre o João Nº 5. O Manel Nº 1 deapontou-me tremendamente, mesmo dada a “coragem” de manter os seus judeus favoritos ao serviço, enquanto fazia o resto do “serviço”).
Simpatizo muito com este Rei, que vive há oito séculos à sombra do famosíssimo pai.Merecia ser mais biografado para se tornar mais conhecido.
O conjunto no jardim tem um ar estranhamente italiano — ou então é do ângulo da fotografia.
É um belo jardim – visto de vários ângulos.