Estátuas dos nossos reis (1)


Pedro Correia,

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D. Afonso Henriques (1140-1185)

 

Autor: Soares dos Reis

Ano da inauguração: 1887

Localização: Guimarães, junto ao castelo e ao paço ducal

30 comentários em “Estátuas dos nossos reis (1)”

  1. Conheço, claro! Quem não conhece?
    Começa muito bem, como, aliás, tudo deve começar: pelo princípio.

    Já agora, Mr. Correia, sugeria que acrescentasse o cognome de cada Rei.
    Penso que a seguir será D. Sancho I o Povoador, será?
    Se os rios foram apresentados por ordem alfabética…Esta série faz sentido ser por ordem sucessória, digo eu. 🙂

    Votos de um Bom Dia!

    1. A minha intenção, para dar alguma sequência lógica a esta série, é ordená-la segundo a cronologia. Do primeiro ao último Rei.
      Cheguei a pensar nos cognomes, mas vários monarcas tiveram diversos cognomes, desconhecendo eu qual foi o mais usado. Não me meto por aí, até por se tratar de matéria muito secundária em relação ao tema que aqui me traz – a relação entre História e Arte.

      1. E para amanhã (D. Sancho I) estou a pensar em duas estátuas: Guarda e Silves – será que vai ser uma delas?
        Amanhã saberei…

  2. Esta conheço e não podia estar em melhor local. Aliás, convém referir também a belíssima (pela simplicidade) Capela de S. Miguel.

    1. É verdade. Embora em Guimarães ainda subsista polémica pelo facto de esta estátua ter sido removida em 1940 para a actual localização. Antes estava no centro da cidade, no Largo do Toural.

      1. Desconhecia essa polémica e também não sabia o nome do escultor.
        A verdade é que aprendo sempre qualquer coisa quando venho aqui ao Delito

        1. Tentarei indicar sempre o nome do escultor e a data em que a estátua foi inaugurada.
          Quando tiver alguma informação incorrecta, desde já apelo à atenção dos estimados leitores do DELITO para que me corrijam.
          Agradeço-lhes, naturalmente.

      2. E antes do Toural estava a meio da actual alameda onde foi inicialmente colocada.Hoje está no local certo.
        Um Vimaranense.

        1. É verdade. Nunca será possível agradar a todos, mas a actual localização parece-me – de longe – a mais acertada.
          Um abraço para Guimarães, cidade de que tanto gosto e que tantas vezes tenho publicitado junto de gente que nunca aí foi.

          1. Com retribuição do abraço permita-me que transcreva as palavras de Salazar proferidas em 24 de Junho de 1940 do alto da torre de menagem do Castelo, para Portugal continental e ultramarino referindo-se à minha cidade:

            ” Cidade Augusta onde primeiro bateu com o coração do primeiro Rei o coração de Portugal”

          2. É uma frase sonante. Embora nos anos mais recentes – escudados em tese do historiador José Mattoso – os viseenses reclamem a sua cidade como berço natal do nosso primeiro Rei.

          3. Muito obrigado pelas sugestões de leitura. Embora eu tenha muito poucas dúvidas quanto ao local de nascimento do nosso primeiro Rei – vimaranense de gema.

          4. Não havendo documentação que dê como certa a terra de nascimento a tradição de séculos tem muito peso.
            Um orgulho para Guimarães ter sido berço da Pátria e da D. Afonso Henriques.

  3. Boa tarde Pedro Correia. Permita reforçar a sugestão que já foi feita, seria interessante que esta magnifica iniciativa fosse correndo por ordem de sucessão. Nas minhas voltas por Portugal tenho fotografias várias dos nossos monarcas. Não sou monárquico, respeito quem o seja, e não reverto a nossa história. António Cabral

  4. O nosso primeiro rei…imagino que cheirasse muito a suor, sem desodorizantes e pouco hábito de banhos. E depois, devia ser dado à peleja o que também não ajudava. Mas pronto, tornou um condado num reino e em vez de conde foi rei.

  5. Réplicas no Castelo de S. Jorge, nas Portas do Sol em Santarém (cópia de um dos modelos em gesso) e junto do Estádio do Rei.

  6. O rosto de uma ideia de liberdade…

    Para mim, Por estes rios acima é serviço público. Confesso que aprendi bastante.
    Depois da geografia, toda a beleza da nossa história e dos homens que nos fizeram Portugal.

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