“Há dias em que não se pode não dizer nada mas não se acha nada que se possa dizer. Como no dia em que morre o pai de um amigo. Ou hoje. Não há nada que se possa dizer que sirva de alguma coisa ou que não tenha já sido dito.”
Miguel Esteves Cardoso, ‘Público’
Imagem: Maitena


MEC e Maitena no seu melhor
obrigada Leonor
Tão, mas tão verdade.
Esta é das imagens do 9/11 na minha cabeça, Rita, e o MEC disse tudo. É a mesma sensação de não haver palavras para consolar alguém de uma perda. De nada 🙂
Faltou dizer que os maiores terroristas do mundo são os “desgraçados” dos norte-americanos que “dizem” foram alvo de actos terroristas. Eu acho que foram alvo deles próprios e do imperialismo que praticam no mundo inteiro!
Compreendo o seu ponto de vista. Os americanos não são propriamente um exemplo de andar a espalhar a paz pelo mundo. Agora, o que me incomoda é sempre mas sempre o mesmo. São as pessoas como eu e o Jorge, milhares de anónimos que se dirigiam paulatinamente para as suas vidas aquém e além de ideologias e que sofreram uma morte bárbara. Esses têm toda a minha compaixão. Em NY e em qualquer parte do mundo.
É isso mesmo. Vou partilhar.
Partilhe à vontade, Cristina, o blogue é vosso. Beijinho
É exactamente isso, Leonor.
O MEC disse tudo e a imagem fala por si.