“O mais importante”, dizia o venerável empresário, “é que todos rememos na mesma direcção”.
9 comentários em “”
Todos a remar na mesma direcção quer dizer continuarmos todos a trabalhar e a encontrar soluções para garantir que os NOSSOS interesses sejam defendidos. Se as empresas de rating classificam a divida soberana portuguesa abaixo de lixo e impedem as empresas portuguesas de acederem ao crédito internacional a taxas razoáveis devemos fazer o quê? Chorar ou procurar alternativas legitimas e inteligentes que nos permitam investir, por exemplo na Colômbia, por forma a permitir o nosso sucesso e dos 20 mil empregados que de nós dependem? Nem imagino de que empresário fala o sr. Luís Jorge, mas é de um empresário que sabe bem o que diz e como se faz, parece-me.
Qual herdade? O planeta Terra é a herdade de um país que é responsável pelos descobrimentos. Há muitos séculos que nós portugueses sabemos que para proteger e alimentar a nossa família bem como os próprios interesses do país, não podemos ficar sentados no Terreiro do Paço. Nem nós individualmente, nem os grupos económicos pujantes que fomos construindo nos últimos anos e nos colocam na boca do mundo, como a PT, a EDP, a GALP, a SONAE, a Jerónimo Martins, a Brisa, a Cimpor… etc. São portuguesas com muito orgulho, mas para terem sucesso no mundo não podem ficar presas à mesquinhice serôdia do Terreiro do Paço. Nem por isso, o emigrante português ou a multinacional de raiz portuguesa, defendem menos o interesse nacional, quer estejam em Portugal ou na Holanda. Caro Luís Jorge aconselho-lhe a leitura deste post http://oourico.blogs.sapo.pt/7310.html
De facto, quando é para proteger os ricos nunca faltam milhares de pobrezinhos nesta terra bendita.
O que são «os ricos»?
A imagem que coloca fazem-me lembrar mais os encarregados dos planos quinquenais soviéticos – não sei porquê ninguém invoca o papel da intervenção estatal na URSS nem alguns aspectos na disciplina das relações laborais desse país que soía ser – para os bem-pensantes – o futuro da humanidade.
Largos milhares de portugueses (entre empregados directos, fornecedores, etc.) têm o seu ganha-pão garantido ao fim do mês – e a subsistência própria e das suas famílias – graças à Jerónimo Martins e a Soares dos Santos. O “venerável empresário” cria emprego. Será que se pode dizer o mesmo do autor do post?
À margem se me permite um momento sobre a expressão “pobre”, a sua compreensão e percepção: O ministro Mota (de nome e veículo) teve uma declaração interessante:
“Dar um pouco mais a quem quase nada tem.” (contextualizada no âmbito das reformas mínimas!!!)
Uns escutaram: Dar um pouco MAIS a quem quase nada TEM. Outros escutaram: Dar um POUCO mais a quem quase NADA tem.
A audição depende do carácter, do sentido de honra e justiça que vive no interior do sujeito.
Neste mundo demasiado rápido e em permanente mudança existem ainda alguns dogmas..coisas simples para mim…coisas simples.
Todos a remar na mesma direcção quer dizer continuarmos todos a trabalhar e a encontrar soluções para garantir que os NOSSOS interesses sejam defendidos.
Se as empresas de rating classificam a divida soberana portuguesa abaixo de lixo e impedem as empresas portuguesas de acederem ao crédito internacional a taxas razoáveis devemos fazer o quê? Chorar ou procurar alternativas legitimas e inteligentes que nos permitam investir, por exemplo na Colômbia, por forma a permitir o nosso sucesso e dos 20 mil empregados que de nós dependem?
Nem imagino de que empresário fala o sr. Luís Jorge, mas é de um empresário que sabe bem o que diz e como se faz, parece-me.
hahaha. Muito candidato a feitor há nesta herdade, meu deus.
Qual herdade? O planeta Terra é a herdade de um país que é responsável pelos descobrimentos.
Há muitos séculos que nós portugueses sabemos que para proteger e alimentar a nossa família bem como os próprios interesses do país, não podemos ficar sentados no Terreiro do Paço.
Nem nós individualmente, nem os grupos económicos pujantes que fomos construindo nos últimos anos e nos colocam na boca do mundo, como a PT, a EDP, a GALP, a SONAE, a Jerónimo Martins, a Brisa, a Cimpor… etc. São portuguesas com muito orgulho, mas para terem sucesso no mundo não podem ficar presas à mesquinhice serôdia do Terreiro do Paço.
Nem por isso, o emigrante português ou a multinacional de raiz portuguesa, defendem menos o interesse nacional, quer estejam em Portugal ou na Holanda.
Caro Luís Jorge aconselho-lhe a leitura deste post
http://oourico.blogs.sapo.pt/7310.html
E eu aconselho a leitura desta notícia:
http://economico.sapo.pt/noticias/tribu nal-da-razao-ao-fisco-contra-a-jeronimo-m artins_113473.html
De facto, quando é para proteger os ricos nunca faltam milhares de pobrezinhos nesta terra bendita.
O que são «os ricos»?
A imagem que coloca fazem-me lembrar mais os encarregados dos planos quinquenais soviéticos – não sei porquê ninguém invoca o papel da intervenção estatal na URSS nem alguns aspectos na disciplina das relações laborais desse país que soía ser – para os bem-pensantes – o futuro da humanidade.
Largos milhares de portugueses (entre empregados directos, fornecedores, etc.) têm o seu ganha-pão garantido ao fim do mês – e a subsistência própria e das suas famílias – graças à Jerónimo Martins e a Soares dos Santos.
O “venerável empresário” cria emprego. Será que se pode dizer o mesmo do autor do post?
E o autor do comentário, não devia andar por aí a empreender?
À margem se me permite um momento sobre a expressão “pobre”, a sua compreensão e percepção:
O ministro Mota (de nome e veículo) teve uma declaração interessante:
“Dar um pouco mais a quem quase nada tem.” (contextualizada no âmbito das reformas mínimas!!!)
Uns escutaram: Dar um pouco MAIS a quem quase nada TEM.
Outros escutaram: Dar um POUCO mais a quem quase NADA tem.
A audição depende do carácter, do sentido de honra e justiça que vive no interior do sujeito.
Neste mundo demasiado rápido e em permanente mudança existem ainda alguns dogmas..coisas simples para mim…coisas simples.