Esta não foi essa madrugada, infelizmente. Quem nos dera que tivesse sido, Leonor. Fica o belíssimo poema da Sophia, como inspiração para futuras madrugadas mais risonhas.
estou velho,cansado e …pessimista. Por isso me pareceu apropriado este excerto do sevilhano Manuel Machado,injustamente mais esquecido que o seu irmão,o também genial António Machado. Mas são mesmo gostos de velho, quem os lê e recorda ? …
O poema , como sempre, forte.
Os cravos, lindos.
Dia com brilho.
Ana
Ainda bem que gostou, Anamar. Um óptimo 25 de Abril!
Obrigado, Leonor 🙂
… pelo poema, os cravos e a evocação 🙂
Um grande abraço.
Eu é que agradeço a visita e o comentário, Ana Paula. Beijinhos 🙂
Esta não foi essa madrugada, infelizmente. Quem nos dera que tivesse sido, Leonor. Fica o belíssimo poema da Sophia, como inspiração para futuras madrugadas mais risonhas.
Infelizmente, mas há que ter esperança, Ana, sem ela nada nos resta.
“…La hoja seca,
vagamente,
indolente,
roza el suelo…
Nada sé,
nada quiero,
nada espero.
Nada… …”
estou velho,cansado e …pessimista. Por isso me pareceu apropriado este excerto do sevilhano Manuel Machado,injustamente mais esquecido que o seu irmão,o também genial António Machado. Mas são mesmo gostos de velho, quem os lê e recorda ? …
Bela fotografia. Melhor poema.
Quem dera que a evocação continuada de Abril pudesse um dia transformar-se num dia inicial inteiro e limpo.
É verdade, Sérgio, quem dera.
Infelizmente está um bocado encardido. Onde é que puseram o omo?
Eu acho que está é desmaiado, Teresa 🙂