20 motivos para amar Portugal (XX)


Pedro Correia,

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Vila Viçosa

8 comentários em “20 motivos para amar Portugal (XX)”

  1. Oh, estava à espera do Piódão…
    Vila Viçosa conheço bem e desde criança, dos passeios em família; nessa altura o que me ficou na memória foi aquela enorme cozinha cheia de loiça de cobre.
    Mais tarde, voltei outras vezes e aproveitei para visitar o castelo e as igrejas que estivessem abertas.
    Gosto, é bonita, mas não está nos meus vinte.
    Espero que apareça uma sequela, ou duas, ou três: motivos para amar Portugal é o que não nos falta (bem, e o contrário também é válido, mas sejamos positivos
    )
    🌼
    Maria

    1. Só visitei Vila Viçosa uma vez, e foi há muitíssimos anos. Nessa ocasião, o que me enfeitiçou nela (além da praça do palácio ducal) foi o cheiro denso das laranjeiras ao longo da avenida Bento de Jesus Caraça (a que se vê na fotografia).
      Não acho má escolha para post número 20. Mas teria preferido a Nazaré.

      1. Excelente!
        Descobri o Helder Afonso num vídeo da Barragem de Santa Luzia (um local que acho mágico e que descobri em 1996) e nunca mais parei de ver os vídeos dele.
        É óptimo para relembrar sítios onde já estive (acabei de ver os meandros do Zêzere: lindo!) ou ver locais aonde nunca poderei ir.
        🌼
        Maria

    2. Engraçado falar na cozinha,lembro sempre o meu filho na altura com (7/8) anos,quando chegámos à dita,ele que não parava quieto e farto da visita,por pouco não caiu para uma daquelas panelas enormes e lindas! Na altura não achei graça, mas depois e ainda hoje,quando vejo e ouço falar de V. Viçosa, esse episódio me faz rir e traz saudade.😊

      1. Eu teria para aí uns 10 anos e também nunca esqueci aquele impressionante trem de cozinha.
        O meu pai gostava de nos levar a visitar castelos e palácios, por exemplo Sintra, Mafra, Batalha, Alcobaça, Buçaco, Tomar, etc., talvez me venha daí o gosto de conhecer tudo e mais alguma coisa.
        Os livros, os filmes e agora a net dão uma ajuda quando não temos hipótese de ir ver ao vivo e a cores.
        🌼
        Maria

  2. Mais revisionismo histórico: a “Alameda do Castelo” (antes Avenida Duarte Pacheco, agora Bento de Jesus Caraça), precisamente no centro da fotografia, foi aberta a camartelo pelo Estado Novo, arrasando 3 quarteirões do centro histórico. No centro de turismo há uma fotografia que dá a noção da dimensão do atentado.

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