20 motivos para amar Portugal (XIV)


Pedro Correia,

Azenhas-do-Mar.jpg

 

Azenhas do Mar

27 comentários em “20 motivos para amar Portugal (XIV)”

  1. Olá Pedro, só hoje me cruzei com esta magnífica série de postais ilustrados do nosso magnífico Portugal.
    Adorei.

    É mais do que certo que mais vale tarde do que nunca. 😊

  2. Este pedacinho de Portugal é m-a-r-a-v-i-l-h-o-s-o!
    É quase impossível fazer um top 20 do nosso país, mas as Azenhas do Mar teriam sempre de fazer parte dele.
    Adoro!
    E agora sai um cliché : já fui muito feliz aqui.
    🐠
    Maria

      1. Quem também foi muito feliz ali foi o Vergílio Ferreira, que aliás até imortalizou as Azenhas no seu romance ‘Até ao Fim’, um dos meus preferidos (embora um pouco triste).
        Penso que a Hélia Correia também vive naquela zona, bem como a Ana Bola e o Zé Nabo.
        Confesso que não me importava nada de ficar por ali até ao fim… mas a conta bancária fiz-me que não é possível 🙁
        🐠
        Maria

        1. Ainda há pouco reli esse romance, de facto ambientado nas Azenhas (embora eu creia que a povoação nunca é mencionada). Um bom romance já da fase final de VF, embora sem atingir o nível de ‘Aparição’, ‘Alegria Breve’ e ‘Para Sempre’.

          1. Fui ali folhear o livro e encontrei ‘casa das Azenhas’ nas páginas 111, 156, 255 e 271: pura sorte, talvez por a letra ser grande.
            Encontrei muitas menções à Av. de Roma: numa delas (pág. 149) ele escreve «… Cinema Londres ou Roma ou o da Guerra Junqueiro de que me não lembra o nome» e eu escrevi a lápis na margem “Star”.
            Agora até fiquei com vontade de reler o livro.
            🌼
            Maria

    1. Cara Maria,
      Obrigado pela dica sobre os pelourinhos, quanto às Azenhas do Mar, lindo local, linda paisagem.
      Já fui muito feliz uns quilómetros mais à frente. Um restaurante que ninguém dá nada por aquilo mas uma simpatia, uma comida/peixe grelhado (e um vinho branco, maravilhosamente, fresco) que já não se usam.
      (acho que é tipo um clube ou uma sociedade recreativa não consigo ser mais específico, é daqueles lugares que não se esquecem, pela comida mas, principalmente, pelo atendimento)

      1. Frequentei durante anos, na Azenhas, um restaurante chamado Pôr do Sol. Não sei se ainda existe. Além do mais conhecido, cá em baixo.

        Esse de que falas, Pedro, creio ser no Magoito. Se é, frequentei-o também durante anos – num animado e ruidoso grupo de gente amiga. Mais recentemente voltei à procura dele, mas já não existia.

    1. Nunca consegui ir nesse malfadado eléctrico. Sempre que tentei, estava parado ou avariado ou tinha a carreira suspensa. Deitei-lhe pragas, nunca mais quis saber.

      Já tive inesquecíveis refeições em restaurantes das redondezas. No Neptuno (Praia das Maçãs) ou no Nortada (Praia Grande), por exemplo. Ou no da praia da Adraga, onde o peixe é superlativo.

      1. Adraga, outra praia cheiinha de belíssimas recordações.
        A primeira vez que andei nesse eléctrico (tenho ideia que era vermelho – estarei errada?) ia para a Praia das Maçãs com os meus pais e o meu irmão. Pedimos ao pai para nos deixar ir no eléctrico. Sozinhos? Nem pensar! A mãe vai connosco. Nem pensar! Foi estacionar o carro e fomos todos.
        Depois regressou de eléctrico e veio buscar o carro que tinha toda a tralha da praia.
        Cá para mim, ele não tinha medo que nos raptassem, quis foi andar duas vezes no eléctrico

        Maria

  3. E nos anos de marés vivas em que a piscina desaparece e dá lugar a um belo areal na maré baixa num final de tarde.

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