Tens razão, depois de escrever «bateu-me» a dúvida. Pelo que vi agora, não há certezas sobre o lugar onde nasceu, sendo Alenquer (um pouco mais acima) e Santarém (um pouco mais abaixo) dois dos lugares possíveis. Lisboa é o terceiro. Trata-se, assim, de localizar o sítio certo ao longo do curso do Tejo… 🙂
Também não falta quem o dê por natural de Coimbra. Enfim, mais uma prova da popularidade nacional do nosso maior poeta.
Lindíssima, uma escolha feliz que nunca imaginei ver por aqui. E pensar que Luiz de Camões esteve por lá desterrado …. mas deu o nome a um belo jardim.
Mais um motivo de luxo. Estive lá no fim-de-semana passado e continua uma delícia.
Acredito bem. Por mim, nunca me canso de ver esta confluência de dois rios de que tanto gosto – o Tejo e o Zêzere. Uma maravilha.
Pura maravilha! Adoro este sítio. Compreende-se que um dos mais extraordinários poetas que alguma vez existiu seja de lá, não é?
Não sei se ele era de lá, mas concordo contigo: é um dos recantos mais poéticos que temos em Portugal.
Tens razão, depois de escrever «bateu-me» a dúvida. Pelo que vi agora, não há certezas sobre o lugar onde nasceu, sendo Alenquer (um pouco mais acima) e Santarém (um pouco mais abaixo) dois dos lugares possíveis. Lisboa é o terceiro. Trata-se, assim, de localizar o sítio certo ao longo do curso do Tejo… 🙂
Também não falta quem o dê por natural de Coimbra. Enfim, mais uma prova da popularidade nacional do nosso maior poeta.
Lindíssima, uma escolha feliz que nunca imaginei ver por aqui.
E pensar que Luiz de Camões esteve por lá desterrado …. mas deu o nome a um belo jardim.
Constância também foi musa de Camões. Não admira.