E ninguém a dizer ‘é uma vergonha’ a destruição nos anos de 1970 de toda a zona antiga de São Francisco ao Campo da Feira, para novas construções modernas de fraco gosto arquitectónico/histórico.
Caro Pedro Correia, Adoro todo o nosso Portugal, de Norte a Sul e de Leste a Oeste, incluindo, obviamente, as nossas maravilhosas 9 Ilhas nos Açores e as 2 Ilhas na Madeira. Esta sua magnífica ideia – 20 motivos para amar Portugal – levou-me a pensar em fazer um livro (Apple Book) GRATUITO, sobre as 200 Cidades / Vilas Portuguesas que visitei, para fotografar e filmar (tudo muito amador) junto das respectivas Câmaras Municipais. Este meu pequeno projecto foi realizado de Sexta-Feira, 17 de Agosto de 2012 a Quarta-Feira, 18 de Outubro de 2017. Sobre isto, tenho uma pequena apresentação no meu canal do YouTube, que pode ser vista aqui (passe a publicidade): https://youtu.be/O116jqli810 A ver vamos se irei ter pedalada para fazer o livro…
Olá, Na sequência destes comentários, gostaria que esta informação, também, aqui ficasse: 200 Cidades e Vilas O meu novo Livro (Apple Book) GRATUITO, para iPad, iPhone e Mac, que pode ser graciosamente obtido através desta ligação https://books.apple.com/pt/book/200-cidades-e-vilas/id1529823731 É só clicar, descarregar, folhear, ler e ver. Ontem, enviei-lhe um email sobre este mesmo assunto e com esta mesma ligação. Um abraço do José Couto
Nasci e cresci em Guimarães, onde estudei até aos 18 anos ( Escola Sec Francisco de Holanda e Sec Martins Sarmento ). O Largo da Oliveira é emblemático, e era passagem obrigatória, quase diária, nesses tempos da minha adolescência. Que saudades sinto desses tempos sempre que por lá passo. E que belas recordações me assaltaram, agora, ao ver esta foto. Tenho na sala de estar da minha casa, por cima duma lareira, uma serigrafia representando este templete gótico – mandado erguer por D. Afonso lV para comemorar a vitória do salado na guerra contra os mouros – a partir de três perspectivas: frontal, lateral e uma outra, visto de cima, através duma janela da pousada. Foi-me oferecida por um pintor, amigo e conterrâneo ( o Vasco ), precisamente nesses tempos de boas memórias. A praça deve o seu nome a uma secular oliveira que existia no local. De resto as oliveiras são indissociáveis do nosso património histórico e cultural.
P.S. Visitar os museus Alberto Sampaio e Martins Sarmento é obrigatório. Este último tem um espólio arqueológico interessantíssimo de artefactos castrejos da idade do ferro, provenientes da Citania de Briteiros – também ela um local de visita obrigatório
Grato pelo seu testemunho e pelas suas indicações. É também para recolher testemunhos como o seu que concebi esta série, que constitui uma homenagem a diversos recantos de Portugal.
Grato sou eu, Pedro. Um vimaranense não pode deixar de se sentir grato quando um blogue tão reconhecido como o Delito de Opinião dá a conhecer o património da sua cidade. Sobretudo num país riquíssimo em património histórico e etnográfico, raramente divulgado pelos grandes meios de comunicação, interessados quase exclusivamente em Lisboa e Porto. Ou então, por estes dias, seguindo aquilo que parece ser moda: a gastronomia e as chamadas belezas naturais (quase sempre à boleia da pimbalhice). Não desfazendo, parece-me pouco para um país com tanto património e história. (O professor José Hermano Saraiva era conotado com uma certa visão romântica da nossa história, mas, pelo menos, divulgava o nosso património como mais ninguém – excepto o Joel Cleto, no Porto Canal, mas, naturalmente, mais circunscrito à cidade do Porto e, de vez em quando, a uma ou outra cidade.)
Excelente rubrica
Esta estreia vai com dedicatória. Ao amigo José Meireles Graça.
Gostei desta praça. Mas Guimarães é labiríntica. Pouco fiquei a conhecer.
Este é talvez o local mais emblemático do centro histórico de Guimarães, património cultural da Humanidade desde 2001.
Imperdível.
E ninguém a dizer ‘é uma vergonha’ a destruição nos anos de 1970 de toda a zona antiga de São Francisco ao Campo da Feira, para novas construções modernas de fraco gosto arquitectónico/histórico.
Disso não sei.
Este começo, pelo Largo da Oliveira, é bem pensado… 🙂
Não foi por acaso, caro José Couto.
Caro Pedro Correia,
Adoro todo o nosso Portugal, de Norte a Sul e de Leste a Oeste, incluindo, obviamente, as nossas maravilhosas 9 Ilhas nos Açores e as 2 Ilhas na Madeira.
Esta sua magnífica ideia – 20 motivos para amar Portugal – levou-me a pensar em fazer um livro (Apple Book) GRATUITO, sobre as 200 Cidades / Vilas Portuguesas que visitei, para fotografar e filmar (tudo muito amador) junto das respectivas Câmaras Municipais.
Este meu pequeno projecto foi realizado de Sexta-Feira, 17 de Agosto de 2012 a Quarta-Feira, 18 de Outubro de 2017.
Sobre isto, tenho uma pequena apresentação no meu canal do YouTube, que pode ser vista aqui (passe a publicidade): https://youtu.be/O116jqli810
A ver vamos se irei ter pedalada para fazer o livro…
Olá, ades-e-vilas/id1529823731
Na sequência destes comentários, gostaria que esta informação, também, aqui ficasse:
200 Cidades e Vilas
O meu novo Livro (Apple Book) GRATUITO, para iPad, iPhone e Mac, que pode ser graciosamente obtido através desta ligação
https://books.apple.com/pt/book/200-cid
É só clicar, descarregar, folhear, ler e ver.
Ontem, enviei-lhe um email sobre este mesmo assunto e com esta mesma ligação.
Um abraço do
José Couto
Claro. Primeira capital de Portugal.Tinha que ser.
Vimaranense.
Nasci e cresci em Guimarães, onde estudei até aos 18 anos ( Escola Sec Francisco de Holanda e Sec Martins Sarmento ). O Largo da Oliveira é emblemático, e era passagem obrigatória, quase diária, nesses tempos da minha adolescência. Que saudades sinto desses tempos sempre que por lá passo. E que belas recordações me assaltaram, agora, ao ver esta foto.
Tenho na sala de estar da minha casa, por cima duma lareira, uma serigrafia representando este templete gótico – mandado erguer por D. Afonso lV para comemorar a vitória do salado na guerra
contra os mouros – a partir de três perspectivas: frontal, lateral e uma outra, visto de cima, através duma janela da pousada. Foi-me oferecida por um pintor, amigo e conterrâneo ( o Vasco ), precisamente nesses tempos de boas memórias.
A praça deve o seu nome a uma secular oliveira que existia no local. De resto as oliveiras são indissociáveis do nosso património histórico e cultural.
P.S. Visitar os museus Alberto Sampaio e Martins Sarmento é obrigatório. Este último tem um espólio arqueológico interessantíssimo de artefactos castrejos da idade do ferro, provenientes da Citania de Briteiros – também ela um local de visita obrigatório
JM
Grato pelo seu testemunho e pelas suas indicações.
É também para recolher testemunhos como o seu que concebi esta série, que constitui uma homenagem a diversos recantos de Portugal.
Grato sou eu, Pedro. Um vimaranense não pode deixar de se sentir grato quando um blogue tão reconhecido como o Delito de Opinião dá a conhecer o património da sua cidade. Sobretudo num país riquíssimo em património histórico e etnográfico, raramente divulgado pelos grandes meios de comunicação, interessados quase exclusivamente em Lisboa e Porto. Ou então, por estes dias, seguindo aquilo que parece ser moda: a gastronomia e as chamadas belezas naturais (quase sempre à boleia da pimbalhice). Não desfazendo, parece-me pouco para um país com tanto património e história.
(O professor José Hermano Saraiva era conotado com uma certa visão romântica da nossa história, mas, pelo menos, divulgava o nosso património como mais ninguém – excepto o Joel Cleto, no Porto Canal, mas, naturalmente, mais circunscrito à cidade do Porto e, de vez em quando, a uma ou outra cidade.)
JM