1º de Maio de 2010


Pedro Correia,

Novo máximo histórico do desemprego em Portugal: somos já o quarto país em taxa de desempregados da zona euro. José Sócrates ignora o impacto da redução do subsídio de desemprego na economia. O primeiro-ministro e Teixeira dos Santos desentendem-se já sem disfarces sobre obras públicas e a gestão das finanças.

Cada vez me apetece mais prestar homenagem aos dotes premonitórios de Manuel Pinho: “A crise acabou.”

2 comentários em “1º de Maio de 2010”

  1. Mali principii malus finis…

    O discurso falacioso,
    entre ambages e ilusões,
    ganha valor oficioso
    para quem lhe faltam as razões.

    A lealdade descartável,
    e de obscuras aparências,
    é de todo insuportável
    fedendo a incoerências.

    Essas obras majestosas
    da nossa modernidade
    são criações portentosas
    da nossa insanidade.

    Esta cegueira emblemática
    destes anos tão entristecidos
    concentra-se numa temática
    de elefantes embranquecidos.

  2. Não se pode por o Primeiro Ministro no desemprego? Não! Não é passá-lo para a oposição, é pô-lo mesmo no desemprego, a pedir os três carimbitos mensais, a ter a presentações no Inst. do Emprego, dizerem-lhe que não há nada que ele possa fazer. No desemprego com 419€ de subsidio. Que pena não se poder fazer isto e depois perguntar-lhe o que pensava, sobre as reduções do subsidio.

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