Portugal, berço inesgotável de patêgos, rejubila quando encontra um professor Silva em Oxford ou uma investigadora Zezinha no Massachusetts. Isso não impede que a pátria uive e se contorça ao descobrir que os nossos jovens mais qualificados fazem carreira lá fora. Está mal, pois está. Se fossem reverentes, como lhes competia, ficavam em Alverca a comer torresmo e a suspirar pelo Sócrates, a CGTP, a banca do regime ou a carcaça veneranda de Salazar.
10%.
vidabreve,

Continuar eternamente a investir na educação dos jovens e depois não dar condições aos melhores (e se fosse só aos melhores!) para cá ficar é um ciclo que não augura um bom futuro. Mas continuemos a trabalhar para a estatística.