Com o mau tempo de volta, vejo que a marginal da região de Lisboa foi fortemente fustigada. Lembrei-me do Forte de S. Julião, protegido pelo património histórico: se estivesse a morar lá um certo ex-ministro da Defesa, aposto que teria passado a noite na cama bem protegido com uma câmara-de-ar à volta da cintura e flutuadores enrolados no pescoço.
Venham até cá. Está um dia de sol e as temperaturas, como sempre, estão amenas. Nem as zonas protegidas das ilhas não menos protegidas (que integram os núcleos mundiais preservados da biosfera) sofreram alterações. São outlets da natureza…

Brevemente aí estarei numa dessas preciosidades! Por pouco tempo é certo, mas ainda assim…Por mais vezes que vá, só consigo aumentar a vontade de voltar!
:))
Acho bem. E diga alguma coisa, quando vier.
Oh, João, não vale fazer inveja. Aqui está um tempo horroroso, já não há sol há uns dias e debato-me com a neura deste tempo invernoso e cinzento 🙁
Pois é como eu disse: venha até cá. Acaba-se logo a neura.
“venham até cá”
Caro João, não te esqueças de dizer onde é que estás. Ainda pode haver alguém que pense que estás na Nova Zelândia… :))
O ‘tag’ diz tudo, amigo.
Não vale dizeres que no ‘tag’ está ‘Açores’. Posso dizer-te que 80% dos leitores não olham para os ‘tags’…
Agora vão passar a olhar.
Mas o nosso Tejo e a barra, hoje estão com uma energia fora de série….
Espreito-os da janela amiúde!
Pode ser que veja chegar o D. Sebastião, Fátima, já que o nevoeiro desistiu de trazê-lo…
João , você escreve assim porque aí os “outlets ” não se chamam “freeport “! Já tenho saudades de ver horizontes 100 por cento… natureza.
Tratando-se de natureza, Bia, aqui é um verdadeiro ‘free port’…