Às vezes é o que nos resta. Esperar que algum dia, por uma razão qualquer, o verniz estale e as muitas tensões acumuladas ao longo de anos de rivalidades, quezílias e ressentimentos se traduzam numa libertadora delação. E não há nada como a delação para pôr o sistema, habitualmente tolhido pelas dores reumáticas das cumplicidades, a funcionar. É um descanso.
Zangam-se as comadres…
Teresa Ribeiro,


Infelizmente muitos médicos comportam-se como vendedores de medicamentos e tecnologias de saúde. Mas não me parece que seja somente a eles que cabe a responsabilidade por isso. Muita coisa no sistema de saúde favorece essa prática e não só no sistema de saúde. A educação para a saúde falta em todos os níveis e uma grande parte das pessoas prefere sair do médico com uma carga de receitas e requisições de exames, sem se importar se precisa ou não disso. E penalizam os médicos e demais profissionais que não pactuam com esse modelo.
Pois, Cristal. Não aceito, porém, que médicos usem esse argumento para encolherem os ombros e receitarem o que devem e ainda mais qualquer coisa, para o doente “ficar contente”. Isso é contribuir displicentemente para que essa cultura se perpetue.
http://cacalharas.blogspot.com/2009/04/s er-medico-nao-e-ser-santo.html
Aquele parece o Dr. Barroso antes de um jogo do Sporting.
… e descobram-se algumas inverdades? 😉