Acho que era aquela mente inquieta dele, pior que a minha. Enervou-me. Mantive-me sempre na distância de segurança. Bater de frente com o beto não agoirava nada de bom. Foi há mais de vinte anos, era um músico a iniciar-se e por dias convivemos cordialmente. Só muito mais tarde o vi em palco, convidado inesperado, e pensei, olhó o espertalhão aqui. E ao seu tocar tive de remoer a beleza do sacrista. Agora, às vezes, bastantes vezes, enche-me a sala porque se finou. Mentes que nem no além descansam sem desinquietarem as outras. Com as guerras, com as pazes.
“Xaxxetti, Xaxxetti”
letraspequenas,

Ó vizinh@, há café!? Bora então tomar o caneco, mas com algum desassossego:
http://www.youtube.com/watch?v=PNYQLWH9b hM
não me desassossegue (tanto ésse, estará bem escrito?), Anómino. Levanto-me cedo. Depois da Bitânia e mais umas patacuadas que há a fazer, vou dormir 🙂
Somos um país de gente invejosa – e minada por uma desconfiança campónia.
Arrependermo-nos ou percebermos anos depois é pouco relevante: o que é preciso é abandonar o pé atrás (que não a inteligência) e o medo, precisamos de boas e limpas primeiras impressões. Das outras está o inferno cheio.
É verdade, também tem razão, fgh. Somos, mas já foi pior.