Então, quer dizer, não há casamentos de espécie alguma… nem homo, nem heterossexuais. Bom, pelo menos, estas ‘felizardas’ não precisam de perder tempo a discutir estas ninharias nos seus parlamentos!… Ainda há espécies felizes.
Teresa, nem de propósito, abordou-se no outro dia a nova fábula da cigarra e da formiga: temos uma cigarra que trabalha e uma formiga em depressão proque lhe falta o som alegre das cantorias da outra .. !
Tá bem, João: Cada um fala por si. Mas perante casamentos gay (lésbicas) com direito a inseminação artificial, será legítimo que nós, homens, nos interroguemos sobre o que andamos para aqui a fazer. A Ana identifica-se com a cigarra, tudo bem. O meu problema são as formigas.
Com esta invernia não há compulsão para o trabalho que resista, a reserva de chocolates já deve ter desaparecido. É por isso que a cigarra tem sempre um ar mais satisfeito, arranja sempre quem lhe dê guarida à conta de umas belas cantatas. :))
É por isso que eu sempre gostei mais da cigarra…
Coitadinha da cigarra Ana, deve estar a passar um inverno desgraçado…
Há muitos modos de aquecer. E de sentir a barriga cheia.
Mas pelo menos tem uma vida mais interessante, CR! E não tenha pena dela, que sempre se safa com o charme que falta à chata da formiga assexuada…
🙂
E será que a cigarra fornicava com o formigo (o que explicaria a animosida algo exagerada da formiga) e no final fumava um cigarro?
Então, quer dizer, não há casamentos de espécie alguma… nem homo, nem heterossexuais. Bom, pelo menos, estas ‘felizardas’ não precisam de perder tempo a discutir estas ninharias nos seus parlamentos!… Ainda há espécies felizes.
Teresa, nem de propósito, abordou-se no outro dia a nova fábula da cigarra e da formiga: temos uma cigarra que trabalha e uma formiga em depressão proque lhe falta o som alegre das cantorias da outra .. !
;))
anyway: cigarras ao poder!
Homens, estamos lixados!!!
Ei! Cada um fala por si, ok?
Tá bem, João:
Cada um fala por si.
Mas perante casamentos gay (lésbicas) com direito a inseminação artificial, será legítimo que nós, homens, nos interroguemos sobre o que andamos para aqui a fazer.
A Ana identifica-se com a cigarra, tudo bem. O meu problema são as formigas.
Sempre achei que uma coisa é ter um problema com as formigas e outra é ter um problema com a falta delas…
Si, sim, claro… eu não sou formigo… sou mais cigarro.
Livra! Mais vale ter duas latas no armário do que uma despensa recheada.
Duas latas no armário e uma boa dose de lata, que também ajuda.
Com esta invernia não há compulsão para o trabalho que resista, a reserva de chocolates já deve ter desaparecido. É por isso que a cigarra tem sempre um ar mais satisfeito, arranja sempre quem lhe dê guarida à conta de umas belas cantatas.
:))
Olha , olha, tenho um post agendado sobre este assunto, para publicar no CR. Só que escolhi o turno da madrugada para o publicar.
A Teresa espalha o formigueiro e depois desaparece. Está a trabalhar, Teresa? 😉
🙂
(sorrisinho enigmático, estilo Mona Lisa)
“Formigueiro”- é o que eu sinto quanto estou muito tempo parada:))
Antes formigueiro do que cigarrada…