Workaholics, pois


Teresa Ribeiro,

Está explicada a compulsão das formigas para o trabalho.

20 comentários em “Workaholics, pois”

      1. Mas pelo menos tem uma vida mais interessante, CR! E não tenha pena dela, que sempre se safa com o charme que falta à chata da formiga assexuada…
        🙂

  1. Então, quer dizer, não há casamentos de espécie alguma… nem homo, nem heterossexuais. Bom, pelo menos, estas ‘felizardas’ não precisam de perder tempo a discutir estas ninharias nos seus parlamentos!… Ainda há espécies felizes.

  2. Teresa, nem de propósito, abordou-se no outro dia a nova fábula da cigarra e da formiga: temos uma cigarra que trabalha e uma formiga em depressão proque lhe falta o som alegre das cantorias da outra .. !

    ;))

    anyway: cigarras ao poder!

      1. Tá bem, João:
        Cada um fala por si.
        Mas perante casamentos gay (lésbicas) com direito a inseminação artificial, será legítimo que nós, homens, nos interroguemos sobre o que andamos para aqui a fazer.
        A Ana identifica-se com a cigarra, tudo bem. O meu problema são as formigas.

  3. Com esta invernia não há compulsão para o trabalho que resista, a reserva de chocolates já deve ter desaparecido. É por isso que a cigarra tem sempre um ar mais satisfeito, arranja sempre quem lhe dê guarida à conta de umas belas cantatas.
    :))

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