Tranquada Gomes e Coito Pita são dois ilustres advogados madeirenses. Para além disso, nas horas vagas, são também deputados na Assembleia Legislativa Regional da Madeira, integrando ambos a bancada do PSD. A Tranquada Gomes coube, por exemplo, a defesa da proposta que permitirá que o voto de um deputado possa valer pelo universo do grupo parlamentar. Coube a Tranquada, mas podia ter cabido a Coito Pita pois que este, estou certo, asseguraria a missão com desempenho equivalente. Para este tipo de assuntos, tanto vale e vale tanto falar de Coito, como de Pita ou de Tranquada. No final de contas, é sempre a democracia que fica fodida.


Desde que o Coito não fique Tranquado nos Gomes da Pita… está a democracia a salvo… salvo se a democracia Tranquar a Pita, lixando o Coito ao Gomes…
Não se ponha a democracia a pau e ainda apanha uma Tranquada, quando se souber que a Pita anda a ter coito com o Gomes…
O mundo está perigoso, Bartolomeu.
Se não fosse tão triste, era uma delícia!
Por vezes, a realidade ultrapassa largamente a ficção, RM.
Já não há uma réstea de vergonha que servisse para disfarçar o quero-posso-e-mando.
O ponto é este, João: a impunidade alimenta a ideia de que não há limites. A partir daí…
Os nomes são muito sugestivos, a matéria é muito delicada e, na ténue fronteira entre o erotismo e a pornografia, o meu coração balança… . Porém, vendo melhor, acho que nada no caso em apreço, tem estatuto para poder ter qualquer uma daquelas designações. Parece-me que mais esta artimanha do rei Alberto da Madêra, só tem na verdade um nome que a qualifica devidamente: – porcaria.
Tem razão, Luís.
A proposta só teria cabimento, na minha modesta opinião, se fosse acompanhada de uma outra para se deixar de pagar o soldo ao batalhão de deputados do PSD, englobando, naturalmente, os que estão em S. Bento. Se não são precisos lá nem para o quorum nem para votar, o melhor é cortar-lhes também o resto e dispensar secretárias e assessores.
Porque f….s, com quorum ou sem quorum, com mais Tranquada ou menos Coito, ficaremos sempre.
E mal pagos, Sérgio.