Web Summit


escafandro,

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Há a parolice do presente, soberbamente corporizada no primeiro-ministro e demais membros do governo, e depois há o futuro. Sendo que, acerca deste, lá bem no íntimo, cientes que estamos da gravidade das ameaças tecnológicas, políticas, económicas, demográficas e ambientais, bem como das exigências destrutivas que queremos ver satisfeitas no curto prazo – dinheiro, fama, poder, beleza, juventude, «felicidade» -, até já desistimos dos humanos, não foi? Na sua inocência, o cão é que ainda consegue suscitar pena – e alguma militância.

12 comentários em “Web Summit”

  1. E Comissário Carlos Moedas no meio da “parolice” !
    Como é o governo do tempo novo a vender o peixe tem que se atacar, se fosse o governo do tecnho Man já era bom de certeza…

    WW

  2. A propósito do assédio, não sei onde é que já li sobre isto, aqui está uma situação que merece destaque para o futurismo:
    http://24.sapo.pt/atualidade/artigos/uma-mulher-mostrou-o-dedo-do-meio-a-donald-trump-agora-foi-despedida

    Felizmente que Trump foi eleito ao invés da Clinton. Todavia, se os democratas, em vez da Clinton, tivessem apresentado uma mulher que, como esta, é capaz de os mostrar, eu tê-la-ia admirado e quiçá apoiado.
    E o mais importante a referir é que ela, mesmo sendo mãe (o que em Portugal parece ser um handicap – desvantagem – profissional), não precisou de quotas para se afirmar; e até encontrou no despedimento uma oportunidade para seguir seus sonhos. Só na América se pode ver isto, até mesmo despedir uma funcionária por tê-lo oferecido ao Presidente.

    O mundo está perdido.

    1. “até encontrou no despedimento uma oportunidade para seguir seus sonhos”

      Espetacular. Mas pergunto, existe alguma incompatibilidade entre sonhar e estar empregado?

      Existem eminências que até na perda de um filho encontram justificações

      1. As eminências não lêem as notícias, fazem-se elas mesmas notícias.

        Se leu bem, foi a senhora de pássaro voador que afirmou isso que afirmei.
        Mas respondo-lhe:
        Em Portugal sonha-se muito trabalhando; e sonha-se outro tanto para trabalhar.

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