
Há a parolice do presente, soberbamente corporizada no primeiro-ministro e demais membros do governo, e depois há o futuro. Sendo que, acerca deste, lá bem no íntimo, cientes que estamos da gravidade das ameaças tecnológicas, políticas, económicas, demográficas e ambientais, bem como das exigências destrutivas que queremos ver satisfeitas no curto prazo – dinheiro, fama, poder, beleza, juventude, «felicidade» -, até já desistimos dos humanos, não foi? Na sua inocência, o cão é que ainda consegue suscitar pena – e alguma militância.

Grande capa! E concordo: põe parolice nisso. E inconsciência.
Perecemos como lágrimas na chuva
https://youtu.be/ZVD28yXOZtE
E como dizia um pensador :
Bestializamos o Homem e humanizamos a Besta.
Boa lembrança e escolha mas penso que esta nos define ( a umanidade) melhor :
https://www.youtube.com/watch?v=dQpGwnN3 dfc
WW
E Comissário Carlos Moedas no meio da “parolice” !
Como é o governo do tempo novo a vender o peixe tem que se atacar, se fosse o governo do tecnho Man já era bom de certeza…
WW
Magnífico!
realmente…passa ao lado dos portugueses!!! é mesmo um evento para estrangeiros !!
A propósito do assédio, não sei onde é que já li sobre isto, aqui está uma situação que merece destaque para o futurismo: ulher-mostrou-o-dedo-do-meio-a-donald-tr ump-agora-foi-despedida
http://24.sapo.pt/atualidade/artigos/uma-m
Felizmente que Trump foi eleito ao invés da Clinton. Todavia, se os democratas, em vez da Clinton, tivessem apresentado uma mulher que, como esta, é capaz de os mostrar, eu tê-la-ia admirado e quiçá apoiado.
E o mais importante a referir é que ela, mesmo sendo mãe (o que em Portugal parece ser um handicap – desvantagem – profissional), não precisou de quotas para se afirmar; e até encontrou no despedimento uma oportunidade para seguir seus sonhos. Só na América se pode ver isto, até mesmo despedir uma funcionária por tê-lo oferecido ao Presidente.
O mundo está perdido.
“até encontrou no despedimento uma oportunidade para seguir seus sonhos”
Espetacular. Mas pergunto, existe alguma incompatibilidade entre sonhar e estar empregado?
Existem eminências que até na perda de um filho encontram justificações
As eminências não lêem as notícias, fazem-se elas mesmas notícias.
Se leu bem, foi a senhora de pássaro voador que afirmou isso que afirmei.
Mas respondo-lhe:
Em Portugal sonha-se muito trabalhando; e sonha-se outro tanto para trabalhar.
Na mouche, José António. Gostamos de acção e movimento, de luzes brilhantes e de modernismo. Perceber o porquê das coisas e para que servem é acessório.
Explique o que quer dizer ‘sendo que’, sff