Estou de volta, João. Vê lá como as coisas são. Tão livre como quando te telefonei. E com os amigos de sempre.
Penso que ficarias satisfeito por sabê-lo. A vida trocou-nos as voltas, a ti e a mim, mas não as amizades. E a liberdade está onde sempre esteve: em nós. Vê lá como as coisas são.
E sabes que mais? Só os tontos não voltam aos locais onde foram felizes, ao convívio com os seus. Só os tontos não recuperam a alegria. O Pavese era um tonto.

Sê bem regressado, Sérgio. E com este texto tão comovente, que celebra o nosso João. Abraço amigo.
Muito feliz por ti. Mesmo sem saber quem era o João…Mas depois explicas-me.
Imaginas o que gosto de ver-te aqui outra vez? Nem te digo “bem-regressado” porque, como dizes, nunca chegaste realmente a partir. Estás em casa. 🙂
Abaixo o Pavese, pim!
Ora bem. Que bom ver-te de novo.
Que bom teres voltado, Sérgio. Beijinho.
A vida troca-nos sempre as voltas. Mas ainda bem que a volta, desta vez, passou por aqui. 🙂
Será um prazer voltar a lê-lo por aqui.
Olá Sérgio, que saudades!