Berna é como a mulher suíça: limpa, organizada, sossegada, … Tudo coisas chatas quando se é jovem e se procura (nas mulheres e no resto) a aventura, a novidade, o desassossego, … Tudo coisas que, quando se é já menos jovem, se lamenta não ter apreciado mais e melhor…
Revejo-me no comentador anónimo: tal como ele digo por vezes coisas interessantes… mas apenas moderadamente. Mas o tipo parece saber do que fala. Não acha, Pedro?
Só mais quatro oportunidades para eu não considerar esta lista um desperdício, apesar de todo o encanto das escolhas até agora… 🙂
Teremos oportunidade de fazer o balanço na sexta-feira, João. Mas atenção: eu guardo uma carta na manga.
Berna é de facto uma cidade deliciosa, com uma faceta pacata que torna a frase do Dürrenmatt (que não conhecia) tão perfeita que até faz impressão.
Sintonia até agora, JAA. Espero por Roma, então.
Berna é como a mulher suíça: limpa, organizada, sossegada, …

Tudo coisas chatas quando se é jovem e se procura (nas mulheres e no resto) a aventura, a novidade, o desassossego, …
Tudo coisas que, quando se é já menos jovem, se lamenta não ter apreciado mais e melhor…
Hum… Eu, apesar de tudo, prefiro a definição de Dürrenmatt. Mas a sua não deixa de ter algum interesse.
Revejo-me no comentador anónimo: tal como ele digo por vezes coisas interessantes… mas apenas moderadamente.

Mas o tipo parece saber do que fala. Não acha, Pedro?
Julgo que sim. É um veterano de Berna. Só pode.