Curiosamente, hoje em dia a cidade que mais recordo é quase “secreta”: Hobart, Tasmânia. Se algum dia for procurado por assaltar um banco é lá que me encontram.
E as regiões que ainda gostava de conhecer são todas frias: Nova Escócia, Terra Nova, Alaska.
Há mais de três anos que não consigo ter um mês de férias, como se nota. Vou a Itália ou a Paris matar saudades e já gozo.
Quem sabe, um dia. Não vejo como possa fazer essa viagem neste momento (nem num futuro próximo) mas… a Palavra do Deus em quem estabeleço a Fé diz que “tudo é possível àquele que crê”.
É talvez a cidade no estrangeiro que mais ‘parece’ Lisboa. A ponte ajuda, claro. E as colinas também. Eléctricos é que quase já não há nas ruas alfacinhas.
Ná, mas fiquei instalado em casa de uma pintora de 90 anos. As paredes cheias de quadros maravilhosos e um jardim muito bonito, onde ela me deu lições “sobre a luz”.
Deixa-me adivinhar as próximas: Riga, Estocolmo, Tóquio, Talin, Paris?
A tua lista é parecida com a minha, mas sem o Rio porque nunca fui ao Brasil. O que eu me diverti em São Francisco, meu deus.
Também eu, Luís, também eu.
Das cinco que mencionas, quatro aparecerão por cá. Não tarda quase nada.
E Sidney, caraças. Não sei como pude esquecer-me.
Curiosamente, hoje em dia a cidade que mais recordo é quase “secreta”: Hobart, Tasmânia. Se algum dia for procurado por assaltar um banco é lá que me encontram.
E as regiões que ainda gostava de conhecer são todas frias: Nova Escócia, Terra Nova, Alaska.
Há mais de três anos que não consigo ter um mês de férias, como se nota. Vou a Itália ou a Paris matar saudades e já gozo.
A Christchurch é que não convém ir agora.
Home, sweet home.
«When I come home to you, San Francisco, / Your golden sun will shine for me.»
Confesso* que fiquei com inveja.
Quem sabe, um dia. Não vejo como possa fazer essa viagem neste momento (nem num futuro próximo) mas… a Palavra do Deus em quem estabeleço a Fé diz que “tudo é possível àquele que crê”.
*A confissão é o 1.º passo para o perdão.
É talvez a cidade no estrangeiro que mais ‘parece’ Lisboa. A ponte ajuda, claro. E as colinas também. Eléctricos é que quase já não há nas ruas alfacinhas.
E levaste flores no cabelo?
Ná, mas fiquei instalado em casa de uma pintora de 90 anos. As paredes cheias de quadros maravilhosos e um jardim muito bonito, onde ela me deu lições “sobre a luz”.
Mas isso é o verdadeiro espírito flower power!
É por isso que ficaste assim, iluminado…
Lol. Quem me dera. Cada vez mais me parece que a sabedoria é uma consequência da longevidade.
Talvez a mais bela das cidades americanas.
Inesquecível, inimitável.And guess who is going to be there again in a couple of weeks : )
Lucky girl.