Em Nova Iorque, capital do mundo, há gente de todas as nacionalidades. Quando subi ao Empire State, no elevador, tinha à minha frente – por mero acaso – um ruidoso grupo de portugueses. E – também por mero acaso – quando andava à procura do Michael’s Pub, na expectativa de ver/ouvir Woody Allen, encontro um restaurante português, que depois me disseram ter muito boa fama. Visitei-o mas não jantei lá: acho um absurdo ir comer pastéis de bacalhau a Nova Iorque. (Também não vi o Woody Allen; a única celebridade que encontrei nas ruas de NY foi o Kenny Rogers).
Pois eu, pelo contrário, já tentei ir três vezes a esse museu mas desisti sempre pois havia gente a mais na fila de entrada e não tive paciência para esperar.
De facto, Pedro, é uma declaração de amor de Woody Allen à sua/nossa cidade. A preto e branco, como nos filmes ‘antigos’. E com uma banda sonora inesquecível.
Realmente Pedro é uma cidade inesquecível, entre muitas outras coisas retive na memória, uma noite estar á janela do quarto de Hotel, por volta das 04:30 horas e ver passar na rua, entre gente apressada, imaginem, uma senhora com um carrinho de bébé. Entendi então o significado de cidade que não dorme.
É de facto uma cidade mais do que bela, fascinante, sentimo-nos cativados por tanta coisa, excelentes livrarias, teatros, ópera, museus, tudo há ali em abundância e apesar de tudo os seus cidadão não têm complexo de superioridade e no seio da pressa sabem acolher o visitante.
E tem alguns dos locais mais iconográficos do planeta – o Empire State, a Estátua da Liberdade, o Central Park, o edifício da ONU, o Madison Square Gardner, o Lincoln Center, Times Square, o Chelsea Hotel, a ponte de Brooklyn… E alguns dos melhores museus do mundo – o Metropolitan, por exemplo. E é, além disso, uma cidade onde se come muito bem.
bonita, elegante e com glamour
mas eu nao gosto dos “c´mons”
Em Nova Iorque, capital do mundo, há gente de todas as nacionalidades. Quando subi ao Empire State, no elevador, tinha à minha frente – por mero acaso – um ruidoso grupo de portugueses. E – também por mero acaso – quando andava à procura do Michael’s Pub, na expectativa de ver/ouvir Woody Allen, encontro um restaurante português, que depois me disseram ter muito boa fama. Visitei-o mas não jantei lá: acho um absurdo ir comer pastéis de bacalhau a Nova Iorque.
(Também não vi o Woody Allen; a única celebridade que encontrei nas ruas de NY foi o Kenny Rogers).
Eu vi o Woody Allen e até vi o Spielberg mas foi na Madame Tussauds.
:))
Pois eu, pelo contrário, já tentei ir três vezes a esse museu mas desisti sempre pois havia gente a mais na fila de entrada e não tive paciência para esperar.
A melhor declaração de amor a Nova Iorque foi feita por Woody Allen em Manhattan.
Quem vê aquele filme, quer visitar a cidade.
De facto, Pedro, é uma declaração de amor de Woody Allen à sua/nossa cidade. A preto e branco, como nos filmes ‘antigos’. E com uma banda sonora inesquecível.
Realmente Pedro é uma cidade inesquecível, entre muitas outras coisas retive na memória, uma noite estar á janela do quarto de Hotel, por volta das 04:30 horas e ver passar na rua, entre gente apressada, imaginem, uma senhora com um carrinho de bébé.
Entendi então o significado de cidade que não dorme.
Há de tudo em Nova Iorque. A toda a hora. O fascínio desta cidade vem disto também.
Caro Pedro!
Nunca fui a Nova Iorque mas quase todos os dias vou lá…
É possível amar uma cidade onde nunca se esteve?!
É!
Cumprimentos.
É, sem qualquer dúvida, meu caro. Um dia destes o seu sonho cumpre-se. Abraço.
Ainda há três dias andei a ver uns voos quase irresistíveis da Lufthansa. Gostava de voltar a Nova Iorque.
Só me chateia, nos dias que correm, devido às demoradíssímas e complicadíssimas operações de segurança à partida e à chegada.
É de facto uma cidade mais do que bela, fascinante, sentimo-nos cativados por tanta coisa, excelentes livrarias, teatros, ópera, museus, tudo há ali em abundância e apesar de tudo os seus cidadão não têm complexo de superioridade e no seio da pressa sabem acolher o visitante.
E tem alguns dos locais mais iconográficos do planeta – o Empire State, a Estátua da Liberdade, o Central Park, o edifício da ONU, o Madison Square Gardner, o Lincoln Center, Times Square, o Chelsea Hotel, a ponte de Brooklyn… E alguns dos melhores museus do mundo – o Metropolitan, por exemplo. E é, além disso, uma cidade onde se come muito bem.