Procurar resposta à velha questão de saber se a arte reflecte a vida ou a vida imita a arte é pouco menos que inútil. No fundo, talvez seja apenas necessário aceitar dois pontos de contacto entre vida e arte:
– Ambas têm o significado que se quiser atribuir-lhes.
– Em ambas é frequentemente preferível não o procurar.

mas já viste jaa?, ao atribuir um significado já se está a procurar.
Certo, Gui. Por isso a alínea dois é precisamente um conselho para que não se tente atribuir-lhe um significado.
Ah… hum… não me digas que tens razão. podias poupar a vidinha 🙂