![maduro-chavez[1].jpg maduro-chavez[1].jpg](http://8.fotos.web.sapo.io/i/Bf513ddfb/19645389_DPGry.jpeg)
4 de Dezembro de 2009:
«Um estado militarizado, armado até aos dentes nas zonas fronteiriças e que não consegue impor patamares mínimos de segurança dentro das suas próprias fronteiras. Um estado que não consegue abastecer devidamente os seus cidadãos de bens essenciais, como luz e água, apesar de ser o sexto maior produtor mundial de petróleo.»
25 de Janeiro de 2010:
«Cinco canais televisivos deixaram de transmitir, por decisão governamental. Como represália pela “violação da lei”, segundo as autoridades de Caracas. Está consumado assim mais um passo no sentido da supressão da liberdade de expressão e da liberdade de informação na Venezuela.»
8 de Fevereiro de 2010:
«Chávez já “nacionalizou” actividades industriais, hipermercados, hotéis. Agora manda “expropriar” pequenas lojas no centro de Caracas. Ao vivo, em directo e a cores. Confirmando assim que, para ele, a propriedade privada vale zero e que as contas públicas devem ser administradas ao sabor dos caprichos momentâneos de um programa de televisão, com a irresponsabilidade de qualquer menino-bem a delapidar a fortuna do papá.»
23 de Agosto de 2010:
«Incapaz de assegurar a segurança nas ruas, Chávez procura em alternativa conseguir a “tranquilidade” nos escaparates dos quiosques – declarando guerra não ao crime, mas ao jornalismo que não se verga aos seus ditames.»
5 de Março de 2013:
«O chavismo ambiciona continuar sem Hugo Chávez. Mas não será a mesma coisa. O carisma não se transmite por decreto.»
21 de Fevereiro de 2014:
«O regime de Caracas continua a condenar os venezuelanos à pobreza endémica e aos maiores índices de criminalidade urbana do globo pela incompetente oligarquia “socialista” que pretende perpetuar o chavismo sem Hugo Chávez enquanto bens essenciais — incluindo pão, leite, arroz, açúcar e até papel higiénico — desaparecem durante semanas das prateleiras e a inflação galopa para níveis alucinantes.»
6 de Março de 2014:
«O civil Maduro, ex-sindicalista e antigo condutor de autocarros, permanecerá no poder até ao dia em que os militares permitirem, sendo cada vez mais provável que não concluirá o seu mandato.»
28 de Fevereiro de 2015:
«Na Venezuela de Maduro é assim: fecham-se canais de televisão e jornais críticos, transforma-se o poder judicial numa delegação do poder político, condena-se a população à maior penúria do continente americano. E prendem-se “preventivamente” os opositores políticos. Incluindo os que foram eleitos pela população.»
18 de Novembro de 2015:
«Num país devastado pela crise económica, com o produto interno a cair 7% no ano em curso, até os números oficiais da inflação são considerados segredos de Estado – talvez por se supor que seja a mais elevada do mundo, podendo chegar aos 300% em 2016.»
9 de Dezembro de 2015:
«A chamada “revolução” nunca diversificou as fontes produtivas do país, que permaneceu assente em barris de petróleo. Quando cada barril era exportado a 100 dólares americanos, Chávez entregou-se ao delírio assistencialista, prometendo tudo a todos – e concedendo, desde logo, petróleo gratuito aos “irmãos” cubanos. Agora, com cada barril a valer 34 dólares, é mais evidente que nunca como a pretensa prosperidade venezuelana assentava em pés de barro.»
Estranho não parece haver comentários… 🙂
Fosse um Governo “capitalista” e isto seria o fim anunciado do Capitalismo.
Sucederiam-se os artigos de opinião, as reportagens, as análises, os documentários , os prós e prós…
Ninguém pode dizer que não foi avisado.