Vale tudo


Sérgio de Almeida Correia,

Mas isto é sério? E se o Francisco Assis lhe respondesse na mesma moeda, “twitando”? É assim que se deve tratar a política? É assim que se debatem ideias e se apresentam projectos?

Espero que o gajo não esteja a pirar com o convívio e que tudo não tenha passado de um mau momento. Para vender na feira da ladra também é preciso aprender primeiro algumas coisas antes de se estender o pano. Nem todos os eleitores são mentecaptos.

11 comentários em “Vale tudo”

  1. O Assis muito apropriadamente veio defender o legado do grande filósofo por fax pelo que desde já ganhou o meu voto.

  2. Desde que os políticos começaram a divulgar as suas ideias em papel impresso por aquela gerigonça horrível do Gutenberg, e lançado para o desemprego os bons e amáveis copistas, a política nunca mais foi a mesma. Carthago delenda est! (que saudades…)

  3. E as criancinhas gostaram muito dessa série dos dálmatas. E de tal forma estiveram atentas que decidi ir ao encontro delas para saber o que pensam. Aqui está o resultado da minha pesquisa:

    http://www.youtube.com/watch?v=txCitxbKME8

    Bem, mas agora vou para o lado adulto. O Paulo Rangel é um rapazito de tradições. Ele gosta de ir ao parque de diversões pela mão da “mãezinha”. E mesmo em segundo plano ele gosta de estar a seu lado, e tudo faz para mostrar que já é grande, que come a papa toda e que é capaz de se atirar aos “mauzões”.
    Como Seguro se mostra uma “mãezinha” independente, deixando os rapazes à solta, lá vai para a conferência de líderes na Europa sem Assis. E ele, o Paulo, que é um tradicionalista, não gosta de ver mães e filhos independentes.
    Também não compreende o significado de Assis, terra com alma e vanguarda da libertação a que não se pode deixar de associar o nome de Francisco: Francisco Assis.

    Se em terra boa, terra fértil, se desenham os frutos do amanhã, Francisco não vai deixar de mostrá-los.
    Não se apresse Paulo, não se apresse, porque terra que não é bem lavrada não produz frutos.

  4. Estamos em campanha eleitoral e nesta parece que vai valer tudo. Por exemplo chamar a uma adversário politico “ventríluquo” de alguém parece ser uma coisa normal.
    Mas na noticia do DN há algo que nos devia pôr a todos os cabelos em pé: a mensagem que o Seguro andou durante vários dias a espalhar lá fora, ou seja, depois de três anos de sacrifícios para entre outras coisas recuperar a confiança dos que nos emprestam dinheiro, o menino Tozé não encontrou nada melhor para ir dizer a Londres, capital financeira da Europa, que não acreditem em Portugal, porque isto da recuperação económica é tudo mentira, estamos pior do que em 2011.
    Nem posso esperar pelo dia em que ele seja 1º ministro desta parvónia que nunca mais aprende que os tempos do Império já lá vão, agora temos de viver com o que conseguirmos produzir.

    1. Também não me parece razoável, nem aceitável, essa do “ventríloquo”. E há anos que critico esse tipo de linguagem por parte dos políticos.
      Quanto ao resto não vou comentar, pois que ainda me lembro bem de Passos Coelho em digressão pela Europa em 2011, dizendo inanidades do mesmo tipo pelas capitais europeias, fazendo subir os juros da dívida e com o PSD a emitir comunicados em inglês (e para inglês ver, uma vez que até agora não fez nada do que se tinha proposto fazer e da forma por que anunciara).
      De qualquer modo, vive-se pior em Portugal do que se vivia em 2011, 2012 e 2013, não? Pelo menos é o que diz o líder parlamentar do PSD.

  5. este homem é um seguidor da moda de oliúde: já foi imitador do seimure e agora aderiu à moda maquecanaei.
    há-que dallas bem dadas no farsante.

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