Se isto fosse uma empresa, despediam-se. Se fosse um casamento, pedíamos o divórcio. Mas nos países democráticos só podemos descartar quem não desejamos através de eleições, solução claramente insuficiente quando se verifica que o problema da governação transcende os partidos e parece resumir-se talvez a uma questão de raça, sei lá.
Não dá mesmo para importar uns políticos dos países onde se sabe governar?

