Não sou leitor de Paulo Coelho, não me lembro mesmo de ter lido algum dos seus livros. Mas tendo em conta que já ouvi dizer que é o escritor vivo que mais livros vende no mundo, as suas prosas alguma qualidade hão-de ter. Há uns anos estava com uns amigos no bar de um célebre hotel em Marraqueche; na mesa ao lado, estavam quatro ou cinco pessoas com uma conversa muito animada, falando no doce português do Brasil. Havia uma dessas pessoas que monopolizava práticamente a conversa, falando num tom calmo e suave que me chamou a atenção. Reparei então que se tratava de Paulo Coelho. Não costumo ouvir as conversas alheias, mas tendo em conta de quem se tratava, eu próprio e as pessoas que estavam comigo, principalmente uma das senhoras que é grande fã do escritor, ensaiàmos ali um “espírito santo de orelha” à conversa dos nossos vizinhos de ocasião. Já não me lembro qual era o assunto versado, mas recordo bem, e para grande desgosto da minha amiga, que o que ele dizia não passava de um chorrilho de banalidades e lugares comuns, do tipo da citação acima reproduzida, dignas de qualquer intelectual de algibeira, mas não do escritor que vende mais livros do mundo.
O Alexandre está a dar ao mundo mais crédito do que ele merece, se pensa que o escritor mais bem-sucedido dele chegou a esse patamar a escrever senão chorrilho de banalidades e lugares comuns dignas de qualquer intelectual de algibeira. Tanto quanto sei, a lista dos escritores mais populares do último século não inclui génios como Bertrand Russell, Gore Vidal, Steven Pinker, etc…
“Isto” dito por mim… era lixo
Por um Coelho é um pensamento filosófico! Nem Sócrates iria mais longe!
Não sou leitor de Paulo Coelho, não me lembro mesmo de ter lido algum dos seus livros. Mas tendo em conta que já ouvi dizer que é o escritor vivo que mais livros vende no mundo, as suas prosas alguma qualidade hão-de ter.
Há uns anos estava com uns amigos no bar de um célebre hotel em Marraqueche; na mesa ao lado, estavam quatro ou cinco pessoas com uma conversa muito animada, falando no doce português do Brasil. Havia uma dessas pessoas que monopolizava práticamente a conversa, falando num tom calmo e suave que me chamou a atenção. Reparei então que se tratava de Paulo Coelho.
Não costumo ouvir as conversas alheias, mas tendo em conta de quem se tratava, eu próprio e as pessoas que estavam comigo, principalmente uma das senhoras que é grande fã do escritor, ensaiàmos ali um “espírito santo de orelha” à conversa dos nossos vizinhos de ocasião.
Já não me lembro qual era o assunto versado, mas recordo bem, e para grande desgosto da minha amiga, que o que ele dizia não passava de um chorrilho de banalidades e lugares comuns, do tipo da citação acima reproduzida, dignas de qualquer intelectual de algibeira, mas não do escritor que vende mais livros do mundo.
la Mamounia?
La Mamounia! há quem diga que é o melhor hotel do mundo. Eu também digo.
O Alexandre está a dar ao mundo mais crédito do que ele merece, se pensa que o escritor mais bem-sucedido dele chegou a esse patamar a escrever senão chorrilho de banalidades e lugares comuns dignas de qualquer intelectual de algibeira. Tanto quanto sei, a lista dos escritores mais populares do último século não inclui génios como Bertrand Russell, Gore Vidal, Steven Pinker, etc…
Na simplicidade se encontra o infinito !
Eu não tenho os braços colados felizmente, faltam-me é as ferramentas…….