O famoso «crescimento negativo» de que Vítor Constâncio tanto gostava está a desenvolver-se em novas fórmulas. O Rodrigo Moita de Deus faz aqui um update, a partir da “redução do ritmo de crescimento” e coisas no género. É sempre bom estarmos actualizados, para percebermos melhor e estranharmos mais as frases do que aqueles que as proferem. Até porque esses não as percebem nem as estranham — apenas as proferem.
Adenda — Também o Gabriel Silva não resistiu a registar aqui que «a despesa total do Estado está a reduzir o seu ritmo de crescimento». É a herança de Constâncio, sem dúvida.

Para o autor deste post e para quem a ele chega e lê, lendo, percebe a razão e o propósito (porque podem não ser a mesma coisa) de quem diz o que diz desta maneira e não doutra. Percebemos e protestamos ou percebemos e comemos.
Mas muitos há que, entre ‘takes’ lusa ‘copipastados’ num jornal gratuito ou telejornais no pano de fundo das garfadas à hora do jantar, fique pelo sentido semântico da coisa: (ler em voz cavernosa e arrastada) – durmam; durmam. – gastem; gastem.
E esses, dizem os senhores das sondagens, dão eleições a ganhar ou perder.
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Pois. Paz…