Songs of Innocence, dos U2.
Bono não se me tornou insuportável na última dúzia de anos porque compensa a imagem de autoproclamado arauto da solidariedade entre nações polvilhando as letras que escreve e canta com lembretes de auto-ironia (em The Miracle: We got […] music so I can exaggerate my pain). A polémica em torno do lançamento de Songs of Innocence interessa-me fundamentalmente por ter dificultado a apreciação honesta dos temas que o compõem. E sobre estes já disse o suficiente.
