Parar, chegar ao fim. Onde é que isso fica, o fim?
Etiano: cedo de mais, se quiseres saber a minha opinião.
A foto acima já não a posso publicar com a autorização do Etiano porque ele decidiu morrer este fim de semana.
Ali está, em rapazinho, o homem que conheci nos primeiros anos deste século, já de cabelos brancos. O que esta foto tem de especial é que resume num instantâneo, tudo, mas tudo, o que foi Angola para quem nasceu nela portuguesa. Se lerem a auto-biografia concisa e certeira que o Etiano nos legou, talvez concordem que é uma imagem absoluta.
Obrigado Etiano Branco.


E nós também devemos agradecer, Zé Navarro, por tuas belas memórias.