Uma pergunta que ficou por fazer


Paulo Sousa,

O secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros do actual Governo português, André Moz Caldas, revelou numa entrevista que é o primeiro membro do Governo “casado com uma pessoa do mesmo sexo” na história da República Portuguesa.

Qual será o cargo que o marido ocupa no governo?

23 comentários em “Uma pergunta que ficou por fazer”

    1. Nas habitações modernas existe uma máquina para lavar loiça suja. O governo não precisa, pois para isso tem a imprensa.
      Quem duvidar imagine quantas semanas demoraria a cair um governo de direita após um caso como o do Pedrogão Grande?

      1. Semanas? Que optimista

        Mas também não haveria disto

        Jerónimo de Sousa revelou que o
        princípio do PCP “é não pedir demissões à peça. Há um Governo que é responsável e principalmente um primeiro-ministro a quem deve ser feita a pergunta”

      2. A questão dos fogos de Pedrogão Grande faz lembrar, hás uns anos atrás, quando as coisas estava a correr mal abria-se a gaveta da morte do Sá Carneiro.

      3. “imagine quantas semanas demoraria a cair um governo de direita ” Se fosse com Cavaco Silva ainda hoje lá estava.

  1. A única questão pertinente é saber se foi nomeado para o cargo pela sua competência, ou se foi nomeado pelas suas orientações pessoais.

        1. “foi Professor Assistente da Faculdade de Direito” Isso não interessa desde que o senhor Paulo Sousa não o grame.

        2. Sim Pedro,
          Vi isso depois do post no respectivo registo de interesses no site do Parlamento.
          Reparei também que afinal o respectivo, o marido dele, é segundo secretário da Embaixada em Paris.
          A pergunta devia ter sido: “Qual o cargo público que o marido ocupa?”

    1. Há uma competência que pelo menos tem, ou teve, varrer com o ex-presidente da junta que o precedeu e que não tinha o mínimo jeitinho para aquela coisa.

  2. Já tinhamos “a primeira Ministra lésbica fora do armário em Portugal”. Mas, ao que parece, esta é algo avessa a conservatórias….

  3. Em 2017, quanto o governo estava sob pressão devido à desastrosa gestão dos incêndios, a ministra da Cultura decidiu sair publicamente do armário (um armário que nunca esteve, de resto, muito trancado). Em 2020, quando o governo está sob pressão devido à desastrosa gestão da morte de um ucraniano sob guarda do SEF, salta mais um secretário de estado do armário. Seguramente que são coincidências. Eu detestaria pensar que se descesse tão baixo ao ponto de usar a vida pessoal de alguns indivíduos como manobra de diversão mediática…

    1. Resta saber se não são os próprios órgãos de comunicação social quem ajuda o governo a fazer esta manobra. De facto, se os órgãos de comunicação social fizessem o seu trabalho, já há muito teriam descoberto, e divulgado à população, que membros do governo são casados (e/ou amancebados) e com quem. Não seria preciso os membros do governo saírem do armário: os órgãos de comunicação social tirá-los-iam do armário, quer eles quisessem lá permanecer fechados quer não.

  4. A mim o que me admira é que tenha sido preciso o secretário de Estado vir informar os mídia de que é casado com um homem. Se os mídia tivessem feito o seu trabalho atempadamente, já há muito teriam descoberto que membros do governo são casados e com quem, e o que faz o/a cônjuge de cada membro do governo.

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