Quando um partido de contrapoder atinge uma expressão eleitoral que lhe permite chegar ao poder, o que faz? Atrofia, ou começa subtilmente a adaptar o discurso à sua nova realidade?
Uma pergunta para o dr Louçã
Teresa Ribeiro,
Quando um partido de contrapoder atinge uma expressão eleitoral que lhe permite chegar ao poder, o que faz? Atrofia, ou começa subtilmente a adaptar o discurso à sua nova realidade?
Moderniza-se?
Estiola-se.
:))
Começam a comer-se uns aos outros Teresa, é o destino dos sacos de gatos, unidos contra mas desunidos no “a fazer”…
Ruma ao centro, naturalmente. É lá que está o poder.
“Moderniza-se”, “estiola-se”, “comem-se” – já temos pois três vias alternativas para o socialismo. Aceitam-se mais sugestões :)))
“Ruma ao centro” é a opção mais mainstream, sem dúvida
‘Comem-se’ e ‘rumar ao centro’ podem ser sinónimos…
Outro ao centro? Passamos do centrão para o centralhão?
Passaremos a ter ao centro socialistas, social-democratas, ex-trotskistas, ex-maoístas e ex-estalinistas. Lindo bouquet 🙂
Faz falta um partido verdadeiramente centro-estalino-trotskista em Portugal.
Eh!Eh!Eh! É a quadratura do centro.
entra num suave processo de transformismo.
torna-se num travesti político, a bem dizer.
Travestis políticos há muitos
Aburguesa-se, quase que aposto. É fatal.
Continua a iludir-se. E começa a mentir, obviamente.
Vai ser interessante observá-los: as subtilezas, as nuances no discurso e a difícil conciliação dos interesses políticos com a consciência moral de que se reclamam.
O Dr. Louçã ‘europeiíza-se’ como está a acontecer nos países de Leste.
Aliás, quando ele aderiu aos prazeres de ter um símbolo de ‘riquismo’, o seu barquinho, disse que o comprou porque quiz e porque tinha dinheiro! Muito bem!
Garcia pereira, do MRPP, tambem tem barco.
Sabe e bem ser contra poder.
Aplicar tudo o que defende, não iria ser fácil.
O povo já não acredita em facilitismo.
Recordemos o dia 7 p.p.