Uma pergunta muito simples


Pedro Correia,

 

Como é que um primeiro-ministro que faz hoje um mês jurava aos portugueses que não governaria com o FMI por isso ser contrário aos interesses nacionais se congratula agora, em comunicação ao País, por ter celebrado um “bom acordo” com o FMI?

10 comentários em “Uma pergunta muito simples”

  1. Além disso esqueceu-se de dizer que a ajuda internacional, que Portugal NÃO NECESSITAVA, será de 78 mil milhões de euros.

    Mais das meias verdades que, como sabemos, em breve serão desmentidas.

    1. E continua, Paulo. Acabo de ouvi-lo dizer, com a monumental lata que o caracteriza, que o memorando de entendimento a que o Governo chegou com o FMI e a Comissão Europeia constitui “uma base de partida para que Portugal possa recuperar”. É impressionante, tanta desfaçatez.

  2. Estas perguntas sobre as inconsistências (para não lhe chamar despudor) de Sócrates já devem ocupar uns gigas de memória, não? 😉

    (E, todavia, parece que ninguém liga ao facto de ele mentir, colocar os interesses pessoais à frente dos do país, acusar os outros da sua própria arrogância, etc. Talvez porque muita gente fizesse o mesmo, se tivesse oportunidade. Ou porque estamos anestesiados.)

  3. Porque foi empurrado pelo PPC, Catrogas e ciª. para uma situação que acabou por resultar numa coisa igual ao PEC 4 que propôs e essas figuras chumbaram!!!

  4. O “nosso”PM é um especímen raro de heroi Nacional…

    Qual Nero “tuga” que incendeia o burgo… faz um bom acordo com os Bombeiros… e a população aplaude!
    —
    A comunicação ao País foi comovente… unicamente destoada pela figura “cadavérica” que o acompanhava…

    Ó peregrinos que rumais a Fáitima… invertei a marcha e rumai ao santuário de S.Bento…
    Havemos Beato!
    Ó escultores pratios… começai a moldar a esfinge deste “nosso” herói… não haverá cidade, vila ou freguesia que não o queira ver erigido na praça pública…

    Bendito seja o nosso novo Nuno Alvares Pereira… que em formação de tringulo venceu os hereges do FMI…

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