
É de presumir que a deslocação de Cavaco Silva à Volkswagen, um dos pontos altos da agenda oficial da visita à Alemanha, incluísse uma volta pelo respectivo museu. Cancelada por causa do mau tempo, o Presidente deve ter perdido esta oportunidade para ver o Volkswagen Museum, aberto há não muito tempo e onde, como é evidente, estão expostos os mais variados modelos que têm feito a História da VW e Porsche, com particular destaque (e não menos espaço) para aquele que foi «o carro mais influente do século XX». Lá se encontram também todas as imensas fantasias criadas a partir dele (até o Herbie, The Love Bug) e creio que um exemplar, pelo menos, é português.
Horas depois de alocado este post e sem que alguém se tenha pronunciado:
— Ninguém gosta do ‘Carocha’???!!!

Peço ao autor deste blogue assim como aos seus leitores que participem neste projecto: http://portaria-59.blogspot.com/…e- portugal.html
cumprimentos a todos.
Ó João, que não seja por isso, eu digo: é lamentável que uma chuvinha de trazer por casa tenha desviado o nosso PR da visita aos carochas. Eu gosto de carochas. E mais, tive um, todo branquinho e de capota, negociado e, à última hora, o tipo arrependeu-se e desistiu do negócio. Fiquei-lhe com uma gana…
Depois disso, não voltaram a surgir oportunidades.
Finalmente! Obrigado pela resposta ao meu apelo desesperado, Ana.
Já tive alguns, abertos e fechados, todos originais, um dos quais bem antigo e lindíssimo. Um deles também branco e com tecto duro de abrir.
Recentemente, também tive um negócio quase fechado para um VW Karman Cabrio impecável, de colecção e homologado como clássico. Infelizmente, não se concretizou.
João:
Não sei se foi desesperado ou não, mas que foi um apelo que me chamou a atenção, lá isso foi. Comigo resultou, porque não consegui deixar de comentar.
Mas fique a saber que os seus posts são sempre lidos. Não os comento, mas leio-o todos os dias, religiosamente 🙂
E aprecio o seu humor (fino, requintado, por vezes acutilante:)
Quanto ao carocha? Não falemos mais nisso, ainda me sinto um aperto na garganta quando me lembro que se gorou o negócio.
Nem me fale no Carocha: este último ficou-me atravessado.
Obrigado pelas suas palavras, Ana. E comente, sempre que tiver paciência.
Obrigada eu, João. Paciência tenho, jeito é que não, mas agradeço as palavras de incentivo e que já me levaram a comentar mais em cima 🙂
Esforçar-me-ei para seja uma rotina mais frequente.
Fico à espera de mais, Ana.
Lamento, João, mas gosto mais do 2Cavalos. E do ‘boca de sapo’ – versões ID e DS. E do Peugeot 404. E do Ami 8. Sou francófono em matéria de automóveis.
Eu faria a pergunta de outra maneira:
– Há alguém que não goste do «Carocha»?
Parece evidente que não, e o silêncio dos inocentes só pode ficar a dever-se a uma dúvida que se levantou nos seus espíritos: não «o carro» mais influente do Sec. XX, mas sim «um dos» mais influentes, sem dúvida alguma. Os outros? Por ordem decrescente de importância, citarei apenas o Citroen 2CV, o Fiat 600 e o Renault 4L, todos eles verdadeiros ícones do mundo automóvel utilitário e a merecerem também as honras de um museu próprio.
Quanto ao exemplar português que referes, não sei porquê, fez-me lembrar «o outro», – o português na Casa Branca… Não são da mesma raça, pois não?
Hehehehe…
Olá João
Claro que todos gostamos do ‘Carocha’ e temos ternura pelo Herbie!
Nos anos setenta, tive um ‘Carocha’ e, como diz o meu amigo Malato “Fui muito feliz com esse e nesse Carocha”!
Um beijo