27 de Maio de 2014, após a vitória do PS nas europeias:
«Não sei se o PS está consciente de que necessita de um líder capaz de em 2015 arrasar pelo voto uma coligação desastrosa que levou o País à pobreza e à desesperança. O tempo escasseia e no domingo passado foi perdida uma oportunidade histórica de o conseguir. O “aparelho” do PS está contente com a vitória alcançada? Triste contentamento, triste consolo. O PS precisa de mais ambição. António Costa, se for ele a “chegar-se à frente”, não pode recuar outra vez.»
19 de Junho de 2014, a favor da mudança de líder no PS:
«Não se compreende que perante os magros resultados obtidos pelo PS nas eleições europeias, perante a insatisfação manifestada pelos portugueses face aos partidos e aos actuais dirigentes políticos, incluindo o PS, António José Seguro não tenha percebido a mensagem e assumido que os portugueses pedem mudança, não apenas no governo mas também na oposição e, desde logo, no PS.»
5 de Outubro de 2015, após a derrota do PS nas legislativas:
«António Costa perdeu esta eleição. É um facto, e o seu maior erro foi ter pensado que o País estaria interessado em ter, pela primeira vez, um programa eleitoral quantificado, transparente e credível.»
5 de Outubro de 2015, contra a mudança de líder no PS:
«O PS tem, de facto, uma reflexão a fazer. Desde logo, reforçar a autoridade de António Costa para que ele e o partido possam encarar os difíceis desafios que têm pela frente. Embrenharem-se agora em lutas internas de ajustes de contas representará um verdadeiro haraquiri para o PS e para quem enveredar por esse caminho.»
ERC, não é? Professora Doutora, certo?
Sei lá, como diria a Margarida Rebelo Pinto.
Os jogos terminaram e a sorte foi lançada.
Que a mediocridade predomine não é novo, que Portugal e os portugueses venham a sofrer também o não é por isso há que aguentar como diz o outro.
As mentiras e omissões têm pavio curto, Passos e Portas após estrondosa vitória em 2011 optaram pelos atalhos e mentiras, Costa está também a atalhar caminho, nada de novo na partidocracia velha de 40 anos que sempre pôs os seus interesses (da partidocracia ) acima dos de Portugal.
” A Nação não se confunde com um partido, um partido não se identifica com um Estado. “
Mentiras e omissões?
Mais uma prova que para se ser jornalista se tem de ser político de esquerda primeiro.
Não entendi, mas também não faz mal.
O julgamento do século :
A perda irremediável e fatídica do Costadiscórdia!
A ganancia desesperada deste antiportuguês, prepara-se para levar o “navio” ao fundo!
Mais ainda… tem como última testemunha abonatória o troca-tintas do João Soares ( ontem na SIC N)
O asco desta calamidade histórica é ver os que choraram pelo Seguro…e pela derrota de 4/10, darem a boia de salvação ao cobarde comandante! para seguro deles…
A mais “anafada ” desta trágica -comédia , foi a balofa Ana Gomes! recordem a noite no Altis.
Ana Gomes é um modelo de coerência comparada com outras socialistas da linha dura.
Eco precoce do jornal da noite para quem me faz lembrar o conhecido emplastro a pôr-se á frente ao empurrão:
Pede sem mãos a medir, ainda e nunca aceitará seja o que for gritando sempre por mais, porque o que quer mesmo é deitar as mãos á gamela. Deixem-no a falar sozinho que acabará por conseguir o supremo do contorcionismo circense. De tanto abrir a boca acabará por se estatelar por esse buraco dentro dele próprio. Até logo á hora da comunicação atrelada e manhosa.
Emplastro. Parece-me um termo adequado.