
O governo do partido do senhor Ferro Rodrigues proíbe-nos há 15 meses de assistir a jogos de futebol em Portugal e há poucas horas reiterou essa interdição em toda a Área Metropolitana de Lisboa. Alegando motivos sanitários.
Entretanto, o próprio senhor Ferro incentiva os portugueses, proibidos de frequentar estádios em Portugal, a encher um estádio… em Espanha. Por espantosa coincidência, precisamente na zona de Espanha onde existe maior risco sanitário.
Obedecendo a fidelidades tribais, há quem bata palminhas a isto.
Da minha parte vai uma enorme vaia.

O Ferro Rodrigues a saída do estádio no calor do momento mostra o seu orgulho na selecção e diz com entusiasmo que devemos apoiar a equipa. Nada de mais. Isto é um não assunto. Mas pelos vistos não falta quem queira encostar o Ferro Rodrigues a parede e fuzilá-lo. Como andam esquecidos os ideais de Abril.
Você é exímio a comentar reacções a “não-assuntos”.
E confunde críticas com “fuzilamentos”, mostrando assim o apego que tem pela liberdade.
Boa viagem até Sevilha.
Enquanto Ferro Rodrigues for quem é na hierarquia do estado (do estado a que isto chegou, de facto), e não consta que o tenham forçado, sob insuportável coacção a sê-lo, é-o em cada instante. Em público, pelo menos. Você, anónimo, esquece-se muito convenientemente deste facto. E não é o único. Mas lembre-se que António Costa o invocou, esse facto, há uns anos para afastar um ministro.
Bem sei que aqui não estamos no estrito âmbito da hierarquia governamental. Mas estamos no plano dos princípios. Sendo certo que desde então Costa também o esqueceu. Este, pelo menos. Completamente.
Não se vê onde haja na invocação destes factos a vontade de fuzilar quem quer que seja. A menos que a tanto equivalha pretender, de quem detém por cá vou poder, um módico de decência elementar. Já a leitura do seu comentário gera a sensação de que você tem um espírito de Abril, de facto. Um que antevia com entusiasmo a arena do Campo Pequeno cheia de gente.
Tinha que aparecer uma virgem ofendida! Quem conhece o mundo dos adeptos de futebol sabe que depois dos jogos a lucidez é um estado mental praticamente inexistente, ainda por cima num adepto do Sporting como o Ferro Rodrigues embriagado e de pança cheia por uma overdose de títulos e festejos pouco católicos. Oh senhor Costa dê a costa não seja cabeçudo ou em Sevilha não há Arco Íris?
Atenção: Este comentário é apenas um apelo ao respeito e a calma, com a devida higienização da linguagem.
Ana Isabel
D. Ana Isabel, eu suponho que este seu comentário se reporta ao meu imediatamente anterior. Se a senhora pretende enfatizar que o futebol exerce sobre uma parte dos seus amantes um efeito de perturbação mental ao ponto de os privar de lucidez, é uma sua opinião. Absolutamente legítima, aliás, e que – como poderá constatar se se der ao enfado de ler o que ao longo dos anos por aqui tenho comentado – genericamente partilho. O que na matéria nos parece afastar é isso da senhora parecer achar tal estado de demência, mesmo que temporário, absolutamente natural, justificado e desculpável, talvez mesmo de louvar. E eu definitivamente não pensar assim.
Não pensar assim desde logo quanto ao comum cidadão, a quem nenhuma alegria ou tristeza desportiva (pois que é disso que se trata: de desporto, apenas – e escrever isto em nada memoriza o valor da prática e afeição desportivas -, e não de questões de vida ou morte, de honra ou ruína pessoais) deveria permitir eximir-se impunemente ou com especial tolerância pública a elementares deveres de ordem, respeito, educação, decência. E não pensar assim, e com muito mais severidade, quando em causa estão figuras representativas do topo da hierarquia do estado. Que, insisto, nunca o deixam de ser, mesmo por vezes depois da cessação dos seus mandatos: com o estatuto, seus privilégios, prerrogativas e autoridade vem, deveria vir, acrescida responsabilidade. A tal “gravitas” dos antigos, enfim.
Quanto ao mais que escreveu, talvez queira fazer o favor de o reformular. Permita-me a observação de que lhe faltará talvez um pouco de clareza.
Senhor Costa,
com a devida vénia
Também eu sou levada pela emoção e por vezes troco as gravitas pelas manitas do Cristiano Ronaldo. Não me peça a reformulação, porque pode se assustar com a fabulação ou então chutou para canto. É melhor assim: tudo está bem, quando acaba bem.
Ana Isabel
“Chutou para canto” deve ser, minha senhora, expressão que, fora do seu significado literal, só a verdadeiros e extremosos amantes “da bola” é conhecida no seu significado. Ora eu, como costumo dizer, em matéria de futebol não fui tocado pela Graça. Será talvez uma lástima, mas é assim.
Todavia, se acaso a senhora pretendia com isso significar que eu me escusava a um debate, pois tenho a ideia que a expressão está longe de ser panegírico, creia que de todo não é assim.
Mas se acabou bem, tanto melhor.
Sim e nao…
Ou seja, nao deveria uma figura de relevo do estado, esquerda, centro ou direita, no calor de “seja-la-o-que-for”, fazer afirmacoes imprudentes e insensatas, mas se as fez, deveria de imediato retratar-se e repor o que e correcto, nunca por razoes politicas mas sim por razoes de saude publica.
Aqui concordo plenamente com a Exma Sra Ana Isabel, nada de extremamente grave e nao “cai o Carmo e muito menos a Trindade”.
O mais triste e infeliz, e por isso respondo ao “Sr. Costa”,(e ao autor do texto ja de seguida) e que e em qualquer situacao, tudo tenha aproveitamento politico ou pelo menos indexacao politica.
O Sr. Ferro Rodrigues foi ver o jogo de Portugal, como pessoal normal (julgo eu…) e nao como Presidente da Assembleia da Republica, e se assim foi, mais grave sera, porque nao percebo porque raio tenha eu que pagar deslocacoes de politicos a jogos de futebol.
E tao idiota ligar o que disse o cidadao Rodrigues no fim do jogo a qualquer partidarismo ou politiquice, como e para mim completamente ilogico achar que o VAR e composto por gatunos pagos pelo benfica (apesar de ser Sportinguista de coracao…).
Sff chamem parvas as pessoas sem ter que indexa-las a esquerda ou direita, ao partido no poder ou na oposicao, chamem-lhes “PARVOS, SO PORQUE O QUE DISSERAM E PARVOICE”…
Mas o que nao percebo no artigo (e no autor) e ainda mais simples:
– Se fosse permitido ver jogos por nao haver interdicao sanitaria, ja estava tudo bem? na situacao actual?
E ridiculo alegar a “interdicao em vigor por razoes sanitarias”, como razao para a indignacao sobre a imbecilidade que disse o Rodrigues, ou nao sera?
Ou dito de outra forma, se nao houvesse interdicao, o que o Ferro Rodrigues disse ja nao era uma imbecilidade?
Anónimo ou anónima, dir-se-ia que escreve, permita-me a expressão, num “jorro”. O que, bem vê, não facilitará o entendimento do conteúdo das suas palavras. Em todo o caso parece que divergimos quanto ao grau de reserva, de ponderação que em qualquer circunstância se deverá exigir do titular de um cargo público. Cargo de particular relevância, desde logo. Ora creio não elaborar numa teoria de conspiração, ou coisa similar, se parecer que ao sr. Rodrigues foi solicitado que prestasse declarações à comunicação social, no final daquele jogo, não por ser o sr. Rodrigues, um amante de futebol e apoiante de uma das seleccōes em campo, mas sim por ser o sr. dr. Ferro Rodrigues, presidente da A. R.. Foi o cargo na hierarquia do estado que suscitou o interesse dos enviados das estações de televisão. Mas está muito bem: admitamos que divergimos e por mim fiquemos por aqui: o que tinha a argumentar já o deixei em resposta à d. Ana Isabel.
E não, o homem não só não se retractou, não só não pediu rapidamente desculpas invocando por exemplo a emoção do momento (e aí a coisa, não perdendo o que teve de gravemente desastrado, pelo menos, ao menos revelaria um homem dotado de um mínimo de civilidade; coisa que sabemos peculiarmente escassa na figura), como reiterou a sua intenção no encerramento da actividade semanal da assembleia a que preside. Se isto não é birra infantil, é coisa pior. E uma ou outra indignas de alguém na sua posição, pense ele (e nós dele) o que pensar.
Em todo o caso, do que se sabe hoje, a questão tomou rumo de ainda maior desfaçatez. O sr. presidente da república não vai a Sevilha devido à situação epidemiológica por lá; não é por uma noção de decoro, de respeito, de solidariedade com a muito significativa percentagem de cidadãos portugueses que por estes dias vê a sua liberdade de circulação restringida, os seus empregos e negócios um passo mais perto da ruína, numa opção cuja valia material, atentos os fins pretendidos, está longe de ser pacífica e que, apropriada ou não sob essa perspectiva, é tomada em descarado desprezo pelas normas constitucionais aplicáveis. Não vai a Sevilha, o sr. presidente da república, porque aquilo por lá está mauzinho. E logo ele, catedrático de Direito…
Ora não indo o presidente da república, o presidente da assembleia da república manda dizer que afinal não vai. Porquê? Porquê a ir seria como convidado do primeiro. E se este não vai… Portanto, a menos que o sr. Rebelo de Sousa pagasse do seu bolso a viagem do Sr. Rodrigues – uma liberalidade que poderia decerto tomar; e portanto até prova em contrário tal hipótese tem sempre que ser admitida – não será especialmente especulativo antever quem o faria.
Bom, o sr. Rodrigues presidente da A. R. não vai, mas continua a incitar os portugueses a que o façam: que vão em massa à Andaluzia, onde as coisas em matéria da doença (nem é preciso dizer qual, pois por este tempo só há uma com dignidade de atenção pública) estão especialmente sérias. Ide, ide à Andaluzia à vossa vontade e em missão, está visto, de elevado patriotismo. Mas pensem bem, consultem a lista de excepções, confirmem se se enquadram solidamente numa delas, vejam bem se o podem “legalmente” fazer, antes de ir por exemplo de Lisboa às Caldas da Rainha comprar umas cavacas. É que podem acabar muito justamente acusados de pestíferos irresponsáveis.
De resto, a acreditar na imprensa (e sempre com essa reserva que desgraçadamente os tempos aconselham a tomar), o srs. Sousa, Rodrigues e Costa terão acordado num esquema de representação oficial portuguesa nos jogos do campeonato em curso, definindo quem estará presente em cada jogo da selecção nacional de futebol e enquanto, evidentemente, esta estiver em prova. Esse plano parece prever que chegando-se à final lá estarão os três. E que quanto ao jogo de amanhã, vai o ministro da educação.
Ou seja, os políticos vão à bola a expensas do erário público, sim senhor; e não é apenas à importante final, é a todos os jogos pois todos pelos vistos têm a dignidade de representação do estado. E o ministro da educação deve ser, por estes dias e atendendo ao buraco sanitário onde parece que se vai enfiar, o membro do governo mais descartável.
Está tudo bem assim e não podia ser de outra maneira.
Ferro Rodrigues dá uma sapatada nos detractores da bola e é logo atacado pelas costas pelos dançarinos de salsa que expeditos montam este folclore para ver se o Presidente da Assembleia da República tem uma sincope de vergonha. Na falta de notícia, constrói-se uma notícia e os papalvos ficam de boca aberta.
Qual “dançarino da salsa”? s/paulo-pedroso-critica-ferro-rodrigues-p or-mostrar-ostensivamente-diferencas-ent re-altas-esferas-do-estado-e-pessoas-com uns-755272
O Paulo Pedroso?
https://jornaleconomico.sapo.pt/noticia
Abrantes, voltaste? E a malta do Câmara Corporativa vai fazendo exercícios de aquecimento? Parece que sim, a julgar por alguns recentes comentários por aqui. Então o sr. Rodrigues nada mais fez do que malhar, e muito justamente, nos detractores da bola. Sim senhor, “os detractores da bola”. Temos então o PS a dar corajosamente o peito às balas em defesa da frágil dama do futebol. Coisa aliás mais do que esperada.
É bem possível que ainda vos vejamos incansáveis cavaleiros em heróica e desinteressada defesa do fado e até da devoção mariana (esta última deve ser a mais difícil de engolir, mas, tendo que ser, lá se fará).
SIIMM !!!
Pronto, está explicado!
Eis uma das razões por que o CDS desce e o Chega sobe. Vi alguns dos “autores” deste blog. Só fui até ao 10º. em leitura contínua, e vi mais alguns ao acaso. Só conheço 2, por quem aliás, tenho bastante consideração, por me parecerem pessoas honestas: Adolfo Mesquita Nunes e Helena Sacadura Cabral. Tenho a certeza de que concordam que, se o CDS, um partido de direita, quer reganhar o seu espaço nessa mesma direita, esta não é a melhor forma de o fazer. O Tal “não assunto”. Os portugueses querem alternativas. Gente que lhes diga que estão cá para nos governar. Gente que não ewntre em folclore.
Vá dizer isso ao Paulo Pedroso, que pelos vistos prefere “entrar em folclore”: s-a-sevilha-paulo-pedroso-ataca-ferro-ro drigues/
https://observador.pt/2021/06/25/viagen
Servente socialista.
Vaia? Vaia e pateada.
Com certeza. Uma estrondosa pateada também.
Pateada redobrada, agora que Sua Indecência deu de frosques.
O cargo que esse senhor ocupa engana muito sobre a natureza dos seus ocupantes. Parecem doutores, mas são saloios.
Parecem os de antanho, que faziam festa por irem comprar caramelos a Badajoz.
A discricionariedade do Poder é um do sinais de uma ditadura.
Vocês banalizam a toda a hora palavras como censura, ditadura e negacionismo.
Banalizam de tal maneira que as esvaziam por completo.
Os espanhóis lá sabem as linhas com que se cosem. Isso não é da responsabilidade nem de António Costa, nem de Ferro Rodrigues. Se os espanhóis permitem que se vá aos estádios lá, Ferro Rodrigues tem toda a legitimidade para recomendar que se vá. Não temos nada que criticar.
Responsabilidade e Ferro Rodrigues na mesma frase anula por completo o seu ponto de vista, seja ele qual for.
Credo! Qual foi a parte que você não percebeu?
Eu explico: se os portugueses vão aos estádios “lá”, os portugueses vêm infectar “cá”. Simples, assim.
E porque terá isto a ver com FF?
Ah … isso agora são outros quinhentos …
se os portugueses vão aos estádios “lá”, os portugueses vêm infectar “cá”.
Talvez. Mas não é ilegal que os portugueses viajem. Nem sequer é recomendado, pela DGS ou por seja quem fôr, que os portugueses se abstenham de viajar. Aliás, o nível de infeções na Andaluzia não é substancialmente superior ao de Portugal, pelo que, um português tão bem se pode infetar lá como cá. Não há qualquer razão, em termos de epidemia, para um português deixar de ir à Andaluzia.
Ó meus amigos, enquanto em Portugal os laboratórios continuarem a praticar 35 ciclos de amplificação nos testes PCR, vamos ter “casomia” de certeza! J68
É à vontade do freguês! Um acelerador para dar mais ou menos “casos” conforme seja necessário.
https://www.youtube.com/watch?v=ukjtZj1s
Deixem-se de conversa de chacha. O senhor Rodrigues, que tantos apelos fez para a ida “massiva (sic) de portugueses a Sevilha, acaba de sair pela esquerda baixa anunciando que já não vai.
Que figura triste. Mais triste ainda, só a dos capachos dele.
Não percebo a polémica, toda a gente sabe que o virus não gosta de futebol e não é sócio do SCP e por isso não vai a estádios, tenho a quase absoluta certeza que já terei visto mais que um especialista afirmar isto mesmo na televisão.

Podes ter a certeza que o vírus não é militante do PS. Se fosse, o Ferro não te tinha mandado para Sevilha.
És bem mandado. Curte isso aí, pá.
O Pedro Correia contradiz-se. Critica as jornalistas que usam máscara na Hungia, país onde não é obrigatório usar máscara. E critica Ferro Rodrigues por ir a Sevilha assistir a um jogo de futebol, quando isso é permitido em Sevilha.
Que confusão vai nessa cabeça. Deve ser reacção fóbica à Belle Toujours. Você à sexta-feira fica muito perturbado.
A maluqueira do futebol e a suspensão da inteligência quando se fala dele não são um fenómeno novo, mas cresce continuamente.
O futebol não tem qualquer culpa nisto. Há 15 meses, quase 16, que os portugueses estão proibidos de ir ao futebol… em Portugal. O facto de o senhor Rodrigues querer mandar-nos ir ver bola em Espanha (numa região com mais contágios por Covid do que no nosso país) no dia em que o Governo reitera a proibição de frequentar estádios em Portugal também não é culpa do futebol.
É culpa deles. Dele e de quem o escolheu.
O Sr. Correia Parece o advogado de defesa do futebol!
Sempre arranjar desculpas na praça pública!
Mas os portugueses não são tontinhos, já perceberam o que faz ou melhor fez uma bola de futebol.
Advogado de defesa do futebol parece o seu querido senhor Rodrigues a fazer apelos a todos os portugueses (e depois aos deputados) para irem “massivamente” (sic) a Sevilha. E tontinho tambem: depois de tudo isto, afinal já não vai.
Bem, isso e basicamente “nao querer tirar as palas” e torna-se irritante…
Claro, so leio e respondo porque quero, mas se puder “salvar uma alminha do purgatorio, tento ate que a voz me doa”.
E o seu caso, senao vejamos:
– Nao gosta do homem? esta no seu direito…
– Nao gosta do partido? Idem…
– Nao gosta do governo? Insurja-se democraticamente…
Mas dai ate dizer que o futebol nao tem nada a ver com isto, poe o artigo que escreveu na prateleira da caricatura, porque quem usou o futebol para chamar mentecapto o fulano da AR, foi o autor do artigo, sabendo de antemao que, e parto do principio que nao le so a bola, a interdicao acontece nos estadios, autodromos e mais uns quantos recintos desportivos similares.
Mas nao o ouvi aplaudir a interdicao dos autodromos, ao contrarioo daquilo que fazem os “vuestros hermanos”, portando depreendo que so ha parvoice, por ser o Rodrigues, do PS, do Governo e deste jogo de futebol.
Arre, que enfado…
Enfado é ler os seus “comentários”, com os acentos a fazer greve.
Parece prosa de analfabeto.
A cabeça “FéFé” ainda está nas RGA’s de “Económicas”.
O berço o deu a tumba o leva.
A culpa é de quem o nomeu para segunda figura do Estado ( a que isto chegou)
Merecem-se os 3 (ele, Costa e Marcelo). Nós é que não merecemos esta gente.
Marcelo nada tem a ver com o presidente da AR, que foi escolhido (e re-escolhido) por Costa para ocupar a segunda poltrona do Estado.
“Nós é que não merecemos esta gente.” De facto. Mas votámos nela. Somos umas bestas. Seremos?
Quem votou neles que enfie a carapuça.
Ou a carapaça.
A Iniciativa Liberal já veio defender Ferro Rodrigues. Realmente,vamos levar a vida nisto. Com quase 6 milhões de vacinas.
Os mesmos que rasgaram as vestes, enfurecidos, por causa de uma sardinhada da IL aplaudem agora o apelo do senhor Rodrigues à deslocação “massiva” de portugueses a Sevilha.
Não há vacina contra a tontice.
Por um lado queixam-se das faltas de liberdade e dos excessos de uso de máscara, por outro criticam estas tiradas revolucionárias, ninguém se entende. É (mais de) um ano disto, anda tudo farto, doido, um dia temos de ficar em casa, no seguinte temos de sair às ruas e à esplanada, o SNS ora está em colapso ora vive pujante. Que nós, povo ignorante, tenhamos tiradas de taxista numa taberna, ainda que vá, agora esta gente com responsabilidade tinha obrigação de ter tento na língua e pensar três vezes antes de abrir a boca. Como ouvi ontem, o Governo (e junte-se parlamento e o próprio PR) não tem a esta altura do campeonato qualquer tipo de autoridade sobre o país e seus cidadãos. Verdade, não fosse a luz da bazuca ao fundo do túnel, já tudo teria ido à sua vida.
Bem-dito (que alguns escrevem bendito, sem perceber a diferença).
Não disse maciça. Há que enaltecer os pontos positivos
Disse “massiva”. O que é uma rematada estupidez.
Afinal este senhor não se está c*** apenas para o segredo de justiça; está-se c*** para nós todos… e há muito tempo.
Última hora: está-se c*****o para a bola e para Sevilha. Afinal já não vai.
Não. Sevilha e a bola é que se estão a c*** para ele.
Nem Marcelo, nem Costa, nem Ferro. a-educacao-representa-governo-no-portuga l-belgica-em-sevilha-13879082.html
Coitado do ministro da Educação: a hierarquia do Estado foi baixando de tal maneira que afinal vai ser ele a ir a Sevilha.
Se entretanto não delegar no alegado secretário de Estado do Desporto. Não me admirava nada. Eles andam todos a chutar a bola uns para os outros.
https://www.dn.pt/politica/ministro-d
Entretanto, o Reino Unido retirou a Madeira da lista vermelha das viagens.
Os madeirenses ficaram todos de água na boca, ansiosos por receber milhares de turistas britânicos.
Mas está bom de ver que esses turistas trarão o vírus com eles, pelo que, daqui a algumas semanas a Madeira reentrará na lista vermelha, com os consequentes enormes incómodos para turistas e madeirenses.
Enfim, a atuação das autoridades todas é uma grandesíssima caca. Tanto no Reino Unido, como cá, como nos outros países.
Por uma vez concordo consigo.
É hora dos cidadãos Portugueses saírem às ruas, sem máscaras, e pacificamente exigirem de imediato a demissão do Governo liderado pelo Primeiro-Ministro António Costa, e a convocação imediata de eleições.
Os cidadãos Portugueses não podem permitir que seja instalada em Portugal uma ditadura liberal.
Para já é hora de Ferro Rodrigues recolher ao domicílio.
Ao contrário do que apregoava, já não vai a Sevilha. Enquanto chama “gajos” aos deputados do PCP e do BE que deviam merecer-lhe respeito.
Este cavalheiro não acerta uma. Caramba, não arranjam melhor para segunda figura do Estado? Depois queixem-se do populismo…
Fidelidades tribais, muito bem visto, só isso justifica, que para alguns, as palavras infelizes de Ferro Rodrigues, provoquem maior indignação, do que os festejos do título do SCP.
Quais palavras infelizes? Quando chamou “gajos” aos deputados do BE e do PCP em plena sala de sessões da AR ou quando disse que se estava c*****o para o segredo de justiça?
E é este cromo a segunda figura do Estado ! Até o querido amiguinho, Paulo Pedroso, o criticou ! O Marcelo tb ficou mal na fotografia, um catavento ! Por mim, podem e devem ir a Sevilha e ficar por lá eternamente, já agora levem o Costa, o Cabrita o ministro do Maserati …
Você quando chama catavento ao Presidente da República devia, no mínimo, assinar com o seu nome.
Pior que um catavento é um cobarde.
é assim mesmo. E para bem de todos, ele terá ouvido a vaia, e já nao vai .
(se esta vaia é enorme, nao as haverá maiores. Venham outras )
Cá estaremos, se for necessário haver outras.
Entretanto desejo boa sorte ao ministro da Educação. Que não se infecte lá por Sevilha.
https://www.dn.pt/politica/ministro-d a-educacao-representa-governo-no-portuga l-belgica-em-sevilha-13879082.html
a nota ( vaia ) ao ministro da educaçao é suficiente menos, mas tambem nao podia ser mais, ou corria o risco de ver trocado o apelido por Nogueira.
Só nao deixo aqui um “bom domingo” , para nao ser confundido com futebol
Você está muito generoso.
Eu dou-lhe insuficiente menos.
Altas tristes figuras do Estado.
Será que Ferro em brasa se entusiasmou para ida à bola por convite de Marcelo?
Este, depois de se ter apercebido da bronca que ele próprio incentivou, tirou-lhe cinicamente o tapete deixando a 2ª figura na frigideira?
Ele para se fritar não precisa do empurrão de ninguém. Encarrega-se disso sozinho. 6-25-Estes-gajos-do-Bloco-e-do-PC-foram-s e-todos-embora.-Estao-todos-doidos-o-des cuido-de-Ferro-na-aprovacao-da-reforma-d as-Forcas-Armadas-3e160e4b
https://expresso.pt/politica/2021-0
Pode não precisar, mas tal como no processo que o elegeu, vai sempre ficando agradecido pelos empurrões.
Lido ou mal interpretado?
“Ferro acompanha decisão, até porque ia enquanto convidado de Marcelo”
Que desculpa mais esfarrapada. Então o presidente da Assembleia da República, para ir à bola em Espanha, precisa de convite do Chefe do Estado?
Mais um dislate, a somar a tantos outros.
Sugiro que se informe melhor sobre se esse convite existiu mesmo. No limite qualquer deles pode confirmar ou desmentir, e se for o caso acionar mecanismo de condenação por falsidade..
Como convidado não pagava bilhete.
Nunca pagaria bilhete nem precisaria de convite. Bastaria fazer-se convidar. A Assembleia da República tem dignidade própria, não funciona como sucursal do Palácio de Belém, ao contrário do que o comunicado ontem emitido pelo gabinete de Ferro Rodrigues faz supor.
É bom que haja “factos” para o pessoal desopilar…
Eu, dou comigo a dizer raios e coriscos do tempo onde moro. Ora faz frio, ora faz um calor de rachar…
Boa saúde para todas/os.
Obrigado. Para si também.
Acompanho-o na vaia, e é esse o ponto mais importante. Mas a forma como você justificou/argumentou é demagógica e tem de ser criticada:
“partido do senhor Ferro Rodrigues proíbe-nos há 15 meses de assistir a jogos de futebol”
– ainda ontem vi um jogo das distritais com o Estádio cheio de gente. Pede rever na box sintonizando o canal 11 da Federação;
– foi também proposto pelo governo que os jogos da última jornada da Primeira Liga tivessem público, mas tal foi cancelado pelos próprios clubes que se queixaram da “desigualdade” de não ser as 2 últimas jornadas. Ficaram mais satisfeitos sem nenhuma…
– vimos também como a irracionalidade sempre de mão dada com o futebol da Primeira Liga fez dos festejos do clube campeão uma autêntica vergonha (só comparável às vergonhas da Fórmula 1 e do arraial Liberal);
– o apelo do Ferro Rodrigues foi aos portugueses, não foi a Portugal, e que eu saiba ainda não somos, pelo menos oficialmente, apenas o “Lisbogal”, pelo que os portugueses de outras zonas ou até residentes em Espanha ouviram com agrado aquele apelo;
– e não é uma proibição do partido dele, é uma consequência da pandemia, seguindo as mais prudentes recomendações da ciência de forma a salvar vidas. Desculpe, mas não é assim que tira votos ao PS. Isso (dizer que a proibição vem de um partido) é só desonestidade intelectual.
E assim se vê como vai a Direita portuguesa, que mesmo quando começa por ter razão, decide meter os pés pelas mãos, exagerar, ser intelectualmente desoneste, e mostrar que não merece a confiança dos portugueses para ser alternativa sequer a um dos piores governos de sempre.
A bola está portanto do lado da outra alternativa de governo: o BE – e por isso é para o lado que durmo melhor. Falta agora que os portugueses tenham a mesma epifania eleitoral wue aconteceu recentemente aos Irlandeses que, completamante fartos da falta de alternativa decente no campo economicamente NeoLiberal, se viraram, e muito bem, para o Sinn Féin.
Você diz que me acompanha na vaia mas depois passa o tempo a puxar lustro às polainas do senhor Rodrigues.
Não havia necessidade.
Ele hoje vai ver a bola de pantufas e roupão. Não seguiu o conselho que ele próprio deu à populaça, mandando para Sevilha a malta agora proibida de jantar fora em Lisboa, Sesimbra ou Albufeira.
A diferença é simples, os políticos portugueses queixam-se de não serem reconhecidos pelos seus méritos ou não; simplesmente a noticia do observador – Ministro da Saúde britânico demite-se depois de ser apanhado a beijar conselheira, violando as regras de distanciamento. A estes eu chamo de políticos.