
O Estado promove campanhas, de diverso teor, algumas mais polémicas outras nem tanto. Algumas brilhantes, outras nem tanto – mas nem todos são O’Neill. Vem isto a propósito de uma dúvida que me vem ocorrendo, aqui acampado algo longe do El Corte Inglés. Há quanto tempo não é feita uma campanha avessa ao escarro, a sonora e rejubilante convocatória do muco mais profundo, a sua convicta expulsão – tipo “é um direito adquirido”, “a terra a quem a escarra”. Três anos de Lisboa Oriental mostram-me isto: cada vez há mais gente a escarrar. É … viscoso.

Percebendo-o, sou mais a favor de um Campeonato Nacional da Escarreta, que permita apostas no Placard.
Organizadinho, com Federação e vídeo-árbitro? Nada contra. Agora está falta de profissionalismo? Assim não
E uma campanha contra o traque mal cheiroso? E o arroto à mesa? Viria na linha da proibição do piropo. Más criação, zás multa.
Multem quem quiserem mas por favor prendam estas bestas dos comentadores anónimos
Já me quiseram prender na clandestinidade (há muitos anos) mas nunca conseguiram. Será desta?
Qual clandestinidade, pá? És um cabrão de um filho da puta assassino otelista? Ou és um tipo que quis uma sociedade na qual se assina o que opina, mas que envelheceu estuporado?
Já vi que não é desta. Chamar nomes comigo é moleza. Sou dos duros (ou fui).
Hum… Um canalhazito otelista. Vai lá tratar do colesterol à Isabwl do Carmo e desampara a loja